ISCAP - DM - Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos
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Percorrer ISCAP - DM - Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos por orientador "Araújo, Manuel Salvador Gomes de"
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- O coaching executivo como instrumento de intervenção na saúde mental integrado na gestão dos recursos humanosPublication . Afonso, Vanda Gisela Conde Pereira Branco; Araújo, Manuel Salvador Gomes deEstima-se que 12 mil milhões de dias de trabalho são perdidos anualmente devido à saúde mental precária da força de trabalho do século XXI, acometida por riscos psicossociais, carecendo de ajuda urgente e imperiosa, segundo a OMS-OIT (2022). O foco na saúde mental das pessoas representa, portanto, um dos grandes desafios da Gestão dos Recursos Humanos (GRH). Uma das estratégias de promoção e prevenção da doença pode passar pelo Coaching Executivo (CE), uma prática emergente e complexa, em ascensão, com impacto substancialmente positivo no universo laboral, segundo vários estudos internacionais. Esta dissertação tem como objetivo geral contribuir para evidenciar as potencialidades do CE como instrumento de intervenção na saúde mental, integrado na GRH. Para tal, foi delineada a questão principal de investigação: “Como é percecionada a atividade do Coaching Executivo, ao nível da sua relação e impacto na melhoria da saúde mental? Para a realização deste estudo, mobilizou-se a metodologia quantitativa e transversal, com análises descritivas, correlacionais, preditivas e comparativas. Os dados foram recolhidos através de um questionário online realizado na plataforma Google Forms, onde se obtiveram 268 respostas. A análise dos dados obtidos foi feita utilizando o IBM-SPSS (versão 28.0). Os resultados demonstraram que o CE é um processo com uma representação socialmente positiva na cultura organizacional, com evidências não só a nível comportamental e organizacional, mas também ao nível do desenvolvimento psicológico, permitindo reduzir o stress e a ansiedade, com impacto positivo na saúde mental. Para além disso, através da aplicação do General Health Questionnaire (GHQ), constatou-se que a saúde mental dos Recursos Humanos, submetidos a processos de CE, é melhor do que os não participantes em CE.
- E-Liderança em contexto de pandemia e revolução industrial 4.0: Associação entre estilo do líder, a sua competência comunicacional e a satisfação dos lideradosPublication . Pinho, Maria do Rosário Soares; Araújo, Manuel Salvador Gomes deA I4.0, associada à digitalização que a caracteriza, impôs mudanças nas organizações e na sociedade em geral. Neste contexto, a GRH iniciou um processo de adaptação de forma a fazer face às oportunidades e desafios emergentes. É neste ambiente, já em mudança, impulsionado pelo forte processo de transformação digital que surge a pandemia provocada pelo vírus SARS-COV2. Esta nova conjuntura exigiu esforços extra, por parte das organizações e da GRH para se adaptarem à nova realidade. O presente estudo procura conhecer melhor o fenómeno da e-liderança, o qual foi colocado à prova durante a pandemia, como resultado da necessidade de isolamento social e da consequente adoção massiva e mundial da modalidade teletrabalho. O foco desta investigação incide na relação entre as competências comunicacionais do e-líder, os estilos de liderança para a tarefa e para a relação e a satisfação com a chefia direta e com o trabalho em geral. Metodologicamente, optou-se por um estudo quantitativo, na qual participaram 155 inquiridos que responderam a um questionário, constituído por questões sociodemográficas e por uma bateria de testes: Job In General (JIG); Job Descriptive Index (JDI); Communicator Competence Questionnaire; Leadership Style Questionnaire. Os resultados obtidos permitiram rejeitar as hipóteses nulas e, assim, aceitar as três hipóteses em estudo. Sendo que, a Hipótese 1 previa que a competência comunicacional dos e-líderes, a satisfação dos colaboradores (com o trabalho em geral e com a chefia direta) e os estilos de liderança estivessem positiva e significativamente relacionados. A Hipótese 2 previa que consideração do e-líder fosse um preditor significativo da satisfação dos colaboradores (com o trabalho em geral e com a chefia direta). Por fim, a Hipótese 3 previa que a competência comunicacional dos e-líderes fosse um preditor significativo da satisfação dos colaboradores (com o trabalho em geral e com a chefia direta). Foi ainda possível concluir, através de análises exploratórias que, quanto mais apurado for o estilo de liderança do e-líder, quer seja para a tarefa ou para a relação, melhor será percecionado em termos de competências comunicacionais e maior será a satisfação dos colaboradores com a chefia direta e com o trabalho em geral.
- Liderança digital e desempenho organizacional: um estudo do impacto do teletrabalho na satisfação no trabalhoPublication . Gomes, Rodrigo Coelho Mira; Araújo, Manuel Salvador Gomes deO presente estudo tem como principal objetivo perceber se o desempenho organizacional das empresas pode ser afetado e otimizado pelos líderes da organização e se estes podem ter um impacto significativo para os seus subordinados se sentirem mais satisfeitos com o seu próprio trabalho remoto. Para este esse efeito, procurou-se fazer uma contextualização literária de cada conceito-chave, assim como, aprofundar a literatura no que concerne à liderança em contexto organizacional e relaciona-la com o teletrabalho; compreender a evolução dos conceitos e prática de teletrabalho, como resultado da pandemia SARS-CoV-2; identificar de que forma se pode gerir a satisfação no trabalho e teletrabalho e, finalmente; perceber de que forma se pode avaliar o desempenho organizacional assim como medi-lo numa organização. Desta forma, procurou-se analisar o efeito da liderança digital para as diferentes dimensões de desempenho organizacional encontradas na literatura assim como para a satisfação no teletrabalho. Para tal, foi utilizada uma metodologia quantitativa, com recurso a um questionário online desenvolvido com base em vários estudos definidos na literatura e tendo-se obtido uma amostra de 112 participantes. Recorreu-se a ferramentas tais como o Software IBM Statistical Package for the Social Sciences 26 e Microsoft Excel para análise dos resultados, a fim de compreender as diferentes dimensões e as suas relações. Consequentemente, os resultados obtidos desmonstraram a existência de uma relação positiva e significativa entre liderança digital e desempenho organizacional e satisfação de teletrabalho assim como entre estes dois. Para além disso, existe também uma forte associação positiva entre os construtos. Sustentado na literatura, reconhece-se que a tendência futura será a continua exploração da temática de liderança digital e teletrabalho.
- Organizações hospitalares, employee engagement e bullying no local de trabalho na unidade local de saúde do Tâmega e SousaPublication . Silva, Carla Manuela Gomes da; Araújo, Manuel Salvador Gomes deEsta dissertação visa avaliar a realidade do employee engagement e bullying no local de trabalho na Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa, EPE. Os profissionais de saúde estão expostos diariamente a situações muito exigentes, onde lidam com a vida, a esperança, o sofrimento e a morte. É fundamental a existência de uma ligação emocional e psicológica dos colaboradores com o hospital. Esta ligação tem impacto na relação com as funções, com os colegas, e com a organização de uma forma geral. O presente estudo visa avaliar o employee engagement destes trabalhadores, assim como a percepção dos mesmos em relação ao fenómeno do bullying no seu local de trabalho. Será também foco do nosso trabalho perceber os índices de compromisso organizacional.Este documento foi estruturado num primeiro capítulo com a apresentação e fundamentação teórica dos conceitos de Organizações Hospitalares, Bullying no local de trabalho e Employee Engagement (EE). Partindo dos objetivos da dissertação foi elaborado um questionário de recolha de dados, estruturado em quatro partes, uma primeira destinada à recolha dos dados sociodemográficos e as restantes com aplicações de escalas para medir os três conceitos, fazendo uso do recurso de escalas validadas, cientificamente, para o efeito daquilo que se pretende medir. A metodologia utilizada foi de análise quantitativa, com recurso ao tratamento de dados no programa informático IBM – SPSS - versão 28, com recurso à aplicação do teste Utrecht Work Engagement Scale e Negative Acts Questionnaire-Revised. A nossa amostra foi de um total de 389 indivíduos e os resultados revelaram que quanto mais comprometidos estão com ULSTS, maior será o Engagement, e subsequentemente menos se percecionam no papel de vítimas de bullying. Como principais resultados podemos apontar que as mulheres vêem-se mais como sendo vítimas de bullying em relação aos homens e, encontramos valores significativos dos que se dizem vítimas de bullying diária e semanalmente. O local onde o fenómeno ocorre é maioritariamente na sala de trabalho e não há participantes a identificarem-se como agressores! A nossa amostra apresenta-se com valores de EE e CO bastante elevados. Há índices de maior EE e CO nos divorciados/separados em relação aos casados/união de fato, assim como os mais velhos e os habilitados com o mestrado por comparação com os do 12º ano.
- Perceção de work-life balance pré, peri e pós pandemia: vivências pessoais e políticas organizacionaisPublication . Godinho, Leonor Ferreira Trindade Mendes; Araújo, Manuel Salvador Gomes deNo mercado de trabalho atual, já não são apenas as questões salariais ou a progressão de carreira que definem quão aliciante um desafio profissional poderá ser. Cada vez mais existe a procura do equilíbrio entre as múltiplas dimensões da vida pessoal e profissional. O ritmo de trabalho e a pressão para atingir objetivos é cada vez maior e muitas das vezes há profissionais que sentem a necessidade de trazer para casa, parte das tarefas que não foram finalizadas. Segundo a Ordem dos Psicólogos (2020), a pandemia Covid-19, veio agravar esse desequilíbrio, uma vez que as esferas pessoais e profissionais ficaram cada vez mais indissociáveis e implicou uma reorganização profunda naquilo que eram as rotinas do dia-a-dia. Neste sentido, esta investigação tem como principais objetivos: 1) Descrever a realidade de antes de março de 2020, isto é, como era vista a questão do trabalho e como é que os profissionais geriam o work-life balance (WLB); 2) Compreender quais as consequências do covid-19 no work-life balance e quais foram as estratégias que as empresas e os colaboradores adotaram como forma de reagirem a esta circunstância; 3) Identificar quais são as tendências organizacionais que as organizações pretendem adotar para que haja ainda uma maior preocupação e enfoque no work-life balance. Foi utilizada uma metodologia mista (quantitativa e qualitativa), com recurso a instrumentos como o questionário da Dra. Perdigão (2019), assim como o GHQ12 - The 12-Item General Health Questionnaire. As principais conclusões do estudo indicam que o desequilíbrio entre as múltiplas esferas é de facto um risco psicossocial e prejudicial para os trabalhadores. Embora as organizações sejam já percecionadas como tendo abordagens de WLB, a perceção dos trabalhadores é de que podem ir mais longe. As pessoas afirmam estar de boa saúde, no entanto, revelam níveis de stress maiores durante a pandemia, sendo o valor de morbilidade mental (ansiedade e depressão) também considerável (15,2%). O cenário ideal de trabalho no futuro imaginado pelos colaboradores é maioritariamente misto (50% presencial, e 50% remoto), preferindo a seguir trabalho mais remoto do que presencial. A flexibilidade horária, a implementação de um regime híbrido e o respeito pelas horas de descanso são as áreas que apontam de melhoria às organizações para uma melhor WLB. No que concerne às estratégias, para lidar com a harmonia entre as dimensões da vida futura, a tendência de subida da procura de profissionais especialistas na área, é clara.
- Percursos de empregabilidade da imigração brasileira no mercado de trabalho do Norte de PortugalPublication . Duarte, Adriano da Silva; Araújo, Manuel Salvador Gomes deO acesso ao mercado de trabalho é de fundamental importância nas condições de sobrevivência e permanência de todo individuo aonde quer que ele se encontre. As exigências do mercado de trabalho, procurando profissionais cada vez mais capazes e polivalentes num mundo marcado pela globalização insere Portugal num contexto de grande fluxo migratório, recebendo imigrantes oriundos de todos os cantos do mundo, principalmente de brasileiros que foi objeto deste estudo. Nesse sentido o propósito desta dissertação, foi contribuir para aumentar o conhecimento sobre as tendências recentes da imigração brasileira em Portugal, conhecendo a sua realidade demográfica/profissional, bem como abordar as diferentes etapas no processo de inclusão no mercado de trabalho especificamente na região Norte de Portugal. Buscamos entender como os imigrantes brasileiros avaliam as oportunidades de trabalho, bem como a dinâmica desse mercado, passando pelas expectativas com relação a sua entrada, ambientação, desenvolvimento e até questões relacionadas as diferenças culturais entre Brasil e Portugal dentro das organizações. A estratégia de investigação empírica privilegiou um inquérito por questionário semi-estruturado em formato online, dirigido a todos os brasileiros que residissem na Região Norte de Portugal. Este inquérito por questionário obteve respostas no período compreendido entre março de 2020 e agosto de 2020, tendo sido obtidas 224 respostas válidas baseando-se num estudo transversal e quantitativa com uma amostra de conveniência. Foram levantadas quatro hipóteses, no qual foi possível aceitar as duas primeiras, rejeitar a terceira e aceitar parcialmente a quarta. Dentre os resultados obtidos há de alguma forma, uma percepção de sub-aproveitamento desse capital humano nas organizações, no qual os imigrantes brasileiros muitas vezes, começam por trabalhar em segmentos pouco qualificados e em funções abaixo de suas experiências profissionais. Fica também salientada a importância que o papel dos profissionais pode ter neste processo de transformação social e planeamento de Recursos Humanos.
- Promoção da saúde mental em organizações do Norte de Portugal: abordagens da psicologia positivaPublication . Ferreira, Márcia Sofia; Araújo, Manuel Salvador Gomes de; Marujo, Helena Maria ÁguedaO presente estudo pretende avaliar as perceções dos trabalhadores relativamente às práticas de Recursos Humanos que melhor permitam atuar na saúde mental, de acordo com abordagem da psicologia positiva. De forma a alcançar o objetivo supramencionado, foram identificadas onze práticas de RH de promoção da saúde mental criadas em conformidade com teoria da psicologia positiva. Foi utilizada uma metodologia essencialmente quantitativa, administrando-se um inquérito por questionário com questões abertas e fechadas. O inquérito foi constituido por o Questionátio Geral de Saúde Mental (GHQ12), um intrumento sobre a Satisfação das Necessidades Humanas no Trabalho (SNHT), uma questão única sobre a Intenção de Permanência na organização em que trabalha por mais de um ano e, por fim, uma questão sobre a Perceção do Impacto das Práticas de Recursos Humanos na saúde mental do inquirido. O inquérito foi respondido por 102 trabalhadores do Norte de Portugal, sendo que 65.7% da amostra é do sexo feminino e a média das idades dos inquírido é de 29 anos. O questionário geral da saúde mental revelou que 71.56% dos inquiridos evidenciaram ter algum tipo de sofrimento psiquico, por sua vez o instrumento de satisfação das necessidades humanas implementado mostrou que em média os individuos da amostra apresentam uma percentagem de satisfação de 73.98% das necessidades mencionadas no instrumento. Com o presente estudo, foi possível concluir que 94.11% dos inquirido consideraram que pelo menos 1 das prática de promoção de saúde mental mencionadas teria um impacto positivo na sua saúde mental. O estudo empírico permitiu também comprovar que a satisfação das necessidades humanas no trabalhado é preditora positiva da saúde mental, assim como da intensão de permanência na organização atual, por mais um ano. São discutidos os resultados encontrados tendo em consideração a literatura e apontam-se pistas para novas investigações e intervenções no domínio da gestão e desenvolvimento de recursos humanos.
- Qualidade de vida, burnout e engagement em trabalhadores de IPSSPublication . Alves, Rita Cristina Ribeiro de Azevedo Fernandes; Araújo, Manuel Salvador Gomes deEsta dissertação visa avaliar a qualidade de vida dos trabalhadores das IPSS. Os profissionais desta área estão expostos a ambientes organizacionais muito exigentes, que podem desencadear a síndrome de burnout. O presente estudo visa avaliar a qualidade de vida destes trabalhadores. Este documento foi estruturado num primeiro capítulo com a apresentação e fundamentação teórica dos conceitos de burnout, engagement e qualidade de vida, o enquadramento legislativo e a relevância das IPSS no nosso país, realçando a importância, valor e impacto que a gestão estratégica de recursos humanos tem na promoção da qualidade de vida dos trabalhadores das organizações. Por forma a poder retratar e constatar aquilo que nos diz a literatura sobre estes conceitos procedeu-se à elaboração de um questionário de recolha de dados, estruturado em quatro partes, uma primeira destinada à recolha dos dados sociodemográficos e as restantes com aplicações de escalas para medir os três conceitos, fazendo uso do recurso de escalas validadas, cientificamente, para o efeito daquilo que se pretende medir. A metodologia utilizada foi de análise quantitativa, com recurso ao tratamento de dados no programa informático Statistical Package for Social Sciences versão 26, com recurso à aplicação de quatro instrumentos, questionário sociodemográfico e aplicação dos testes Maslach Burnout Inventory Test – Human Services Survey; Utrecht Work Engagement Scale e World Health Organization Quality of Life Instruments – Bref. A nossa amostra foi de um total de 132 indivíduos e os resultados revelaram que um em cada três indivíduo apresenta índices de burnout, com prevalência no género feminino e na dimensão exaustão; não obstante caraterizarem a sua qualidade de vida como “boa”, os níveis de engagement são mais elevados em profissionais que desempenham funções de chefia.
- Realidade virtual e realidade aumentada na gestão e desenvolvimento de recursos humanos: potencialidades aplicadas ao mindfulnessPublication . Costa, Daniel Santos; Araújo, Manuel Salvador Gomes deA presente investigação foi desenvolvida no âmbito do projeto “HR Powered by VR1”, tendo como objetivo identificar as potencialidades da Realidade Virtual e Realidade Aumentada na Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos, mais especificamente no Mindfulness. Apresenta uma metodologia qualitativa dividida em duas grandes fases: uma Revisão Sistemática de Literatura (RSL), de natureza qualitativo empírica, onde, através da recolha de informação de caracter científico, definimos como objetivo mapear a informação científica no que diz respeito à RV e RA na gestão de recursos humanos e no Mindfulness, e uma segunda fase, a Análise de Conteúdo Online, ao investigar-se a informação disponível online, conhecendo as soluções/desenvolvimentos RV/RA em Mindfulness e mapeando as potencialidades do Mindfulness usando a RV/RA no contexto/âmbito dos RH. Os resultados obtidos evidenciam que na vertente científica, o processo de RH mais estudado é Learning & Development, com uma percentagem de 71.5% na amostra recolhida, sendo que Health & Safety aparece com o valor de 9.5%. Esta última temática aumentou claramente a sua notoriedade e pertinência, visível no crescimento significativo de publicações ao longo dos últimos anos. Das tecnologias em estudo, a RV destaca-se, estando associada ao tratamento de diversos problemas de saúde, como a ansiedade, queimaduras graves ou pânico. Analisando o que já existe no mercado, o destaque relativamente às aplicações vai para: (1) Guided Meditation; (2) Calm e (3) Penn's New Virtual Reality Mindfulness Program, já no que toca aos equipamentos realce para (1) Google Cardboard, o (2) Oculus Rift e o (3) HTC Vive. A principal contribuição da investigação, está na verificação que a prevenção do stress e aumento da sensação de relaxamento pode traduzir-se num maior controlo das emoções, aumentando desta forma a capacidade cognitiva e de concentração, podendo traduzir-se em melhores relações de trabalho e aumento da produtividade.
- Saúde mental, burnout, coping e suporte social em profissionais de saúde durante a pandemia COVID-19Publication . Vasconcelos, Ana Carolina Gonçalves de; Araújo, Manuel Salvador Gomes deA sociedade atual depara-se com uma tarefa árdua em combater um vírus que surgiu no final do ano 2019 denominado por COVID-19. Uma das classes profissionais mais afetada consistiu nos profissionais de saúde por constituírem um grupo de alto risco que se encontra na primeira linha de combate, por isso considerou-se importante analisar e entender como estes atuam e reagem aos novos desafios encontrados no seu dia a dia. A questão “Qual o nível de saúde mental, burnout, estratégias de coping e suporte social percebido dos profissionais de saúde em Portugal durante a pandemia COVID-19?” orientou o presente estudo. Assim, pretendeu-se analisar as principais temáticas relacionadas com a Saúde Mental da amostra de profissionais de saúde em contexto de pandemia, tais como os níveis de Depressão, Ansiedade, Stress e Burnout, bem como os Moderadores de Stress, nomeadamente os Estilos de Coping, Suporte Social e outros moderadores relevantes para a investigação atual. Para a realização deste estudo, foi utilizada uma metodologia quantitativa e transversal, com análises descritivas, correlacionais, preditivas e comparativas. Os dados foram recolhidos através de um questionário online realizado na plataforma Google Forms, onde se obteve 203 respostas. A análise dos dados obtidos foi feita utilizando o IBM-SPSS (versão 26.0). Os resultados revelam que ser solteiro, não possuir filhos, não desempenhar cargos de chefia e menor experiência profissional representam valores mais elevados na escala da saúde mental (DASS-21) e na escala do burnout (MBI-HSS). Ainda, as pontuações da escala DASS-21 e subdimensões posicionaram-se dentro dos padrões normais, detetou-se a existência de burnout na amostra, um suporte social percebido elevado e, os estilos de coping mais utilizados foram os adaptativos, nomeadamente Planeamento, Coping Ativo e Aceitação. Desta forma, concluiu-se que os profissionais de saúde após 1 ano de pandemia reportaram valores normais no que diz respeito à Saúde Mental e sintomas de burnout, por outro lado revelaram sentir suporte social elevado e demonstraram que utilizaram estratégias de coping adaptativo com maior frequência.
