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Relação entre a empatia e a experiência de afetos em estudantes do ensino superior da área da saúde

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Resumo(s)

A relevância da empatia enquanto competência clínica central no contexto das profissões de saúde tem sido cada vez mais reconhecida. Esta pode influenciar dimensões como os resultados clínicos e a satisfação dos utentes relativamente aos cuidados de saúde prestados. O sentimento de ser compreendido aumenta a confiança no profissional, o envolvimento na relação terapêutica e a adesão ao tratamento. A empatia também pode influenciar dimensões profissionais, como a satisfação no trabalho. Esta atitude comunicacional pode ser ensinada, praticada e desenvolvida para melhorar a (futura) prática profissional. No entanto, estudos no campo da Medicina revelam resultados controversos sobre a evolução da empatia ao longo dos anos, e pouco se sabe sobre a relação entre a empatia e diferentes variáveis psicossociais, o que pode comprometer o seu desenvolvimento. Este estudo tem como objetivo analisar as associações entre a empatia e a experiência de afetos em estudantes de diferentes licenciaturas da área da saúde, considerando ainda o efeito de género. Este estudo incluiu 183 estudantes do 1º ano de 12 licenciaturas (exemplos, Fisioterapia, Terapia Ocupacional e Audiologia), que voluntariamente aceitaram participar. A idade média foi de 20.79 anos (DP=2.64, 17-34 anos). Os instrumentos utilizados foram a Escala de Empatia Médica de Jefferson - versão em português para estudantes, a versão portuguesa da Positive and Negative Affect Shedule (PANAS) e um questionário sóciodemográfico. O seu preenchimento foi realizado on-line. Espera-se que as análises evidenciem diferenças de género em relação à experiência de afetos positivos ou negativos e a relação entre a empatia e essa experiência de afetos. Os resultados são discutidos no contexto do perfil de competências associado aos diferentes cursos de formação e quanto às implicações para as práticas pedagógica e profissional. A informação sobre a relação entre a experiência de afetos e a empatia pode ajudar a entender o desenvolvimento desta atitude comunicacional nas diferentes licenciaturas da área da saúde. Futuros estudos longitudinais poderão permitir uma melhor compreensão acerca da evolução da empatia ao longo dos anos de formação e as variáveis que podem influenciar esse mesma evolução.

Descrição

Palavras-chave

Afetos positivos e negativos Empatia Saúde Estudantes Ensino superior

Contexto Educativo

Citação

Dores, A. R., Reis, A., Salgado, A., Martins, H., Magalhães, A., & Sousa, Z. (2017). Relação entre a empatia e a experiência de afetos em estudantes do ensino superior da área da saúde. In U. d. M. I. d. E. C. d. I. e. Educação & U. Minho (Eds.), Livro do Programa e Resumos das Comunicações do XIV Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia (Vol. II – Resumos por áreas temáticas, pp. 294). https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/52376/2/Livro%20do%20Programa%20e%20Resumos%20das%20Comunicações%20do%20XIV%20Congresso%20Internacional%20Galego-Português%20de%20Psicopedagogia%20-Vol.%202%20–%20Por%20áreas%20temáticas%20.pdf

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Universidade do Minho; Instituto de Educação; Centro de Investigação em Educação Universidade Minho"

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