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ESE - DPRM - Ensino de Inglês no 1º ciclo do Ensino Básico

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  • Semear saberes, colher competências: The Veggie Garden como recurso interdisciplinar no ensino de Inglês, Matemática e Estudo do Meio
    Publication . Gomes, Ana Gonçalves; Araújo, Sofia
    O presente Relatório de Estágio apresenta a intervenção pedagógica Veggie garden: Cultivating the Future, desenvolvida com uma turma do 4º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico, na Escola A, em Marco de Canaveses. O projeto teve como principal objetivo explorar a interdisciplinaridade, utilizando uma horta escolar para fomentar a aprendizagem articulada de inglês, Matemática e Estudo do Meio. Com base em metodologias ativas, os alunos participaram em cinco sessões que incluíram desde a plantação e etiquetagem em língua inglesa até à análise matemática do crescimento das plantas. Instrumentos como o Garden Diary e a construção de um Pop-Up Book permitiram registar de forma sistemática a evolução do projeto. Perante os desafios impostos pelas condições climatéricas, a utilização de ferramentas digitais, nomeadamente o Canva, cuja utilização demonstrou a capacidade de adaptação pedagógica, assegurando a continuidade e eficácia do processo de aprendizagem. Os resultados obtidos apontam para a eficácia na articulação curricular, demonstrando que uma horta pedagógica pode ser um recurso educativo notável para a formação integral dos alunos.
  • O desenvolvimento emocional nas aulas de inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico: Estratégias para uma regulação eficaz
    Publication . Costa. Matilde Barroso; Canha, Manuel Bernardo
    O presente Relatório de Estágio foi desenvolvido no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada, tendo por base uma experiência de estágio, no contexto do 1.º Ciclo do Ensino Básico. O estudo centra-se na análise e reflexão crítica das práticas pedagógicas implementadas no ensino do Inglês como língua estrangeira, com especial enfoque no desenvolvimento da competência comunicativa e das competências socioemocionais em crianças, entre os 5 e os 9 anos. Partindo da caracterização do contexto educativo das turmas e das dinâmicas de sala de aula, procede-se à identificação de desafios e oportunidades observados durante a intervenção pedagógica. O trabalho articula enquadramentos teóricos sobre pedagogia transformadora, diretrizes curriculares nacionais e europeias, e contributos da Linguística Aplicada para o ensino precoce de línguas. No plano empírico, a investigação assumiu uma abordagem qualitativa de investigação-ação, desenvolvida ao longo da prática pedagógica supervisionada em duas turmas do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Foram implementadas estratégias de educação emocional integradas nas aulas de Inglês, recorrendo a metodologias ativas, atividades de interação oral, storytelling, jogos pedagógicos, momentos de reflexão emocional e dinâmicas colaborativas. A recolha de dados realizou-se através de observação participante, notas de campo, registos reflexivos, análise de produções dos alunos e observação das interações e comportamentos em contexto de sala de aula, permitindo compreender a relação entre as estratégias implementadas, o envolvimento dos alunos, a autorregulação emocional e a aprendizagem da língua inglesa. Recorre-se, ainda, a uma abordagem reflexiva e investigativa, valorizando a prática pedagógica enquanto espaço de construção de conhecimento profissional. Conclui-se que a promoção de metodologias ativas, a gestão adequada do comportamento e o desenvolvimento emocional dos alunos são fatores determinantes para o sucesso da aprendizagem do Inglês no 1.º Ciclo.
  • Aprendizagem colaborativa na promoção da autorregulação comportamental e da atenção sustentada no ensino do inglês no 1.º CEB
    Publication . Correia, Alexandra Custódio; Canha, Manuel Bernardo Queiroz
    O presente estudo foi desenvolvido no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada, em contexto de ensino do inglês no 1.º ciclo do ensino básico, numa escola que dispõe de apenas uma turma por ano de escolaridade. A intervenção pedagógica incidiu sobretudo nas turmas do 3.º e do 4.º ano. Neste contexto, o estudo teve como principal objetivo analisar de que forma a aprendizagem colaborativa pode contribuir para a promoção da autorregulação comportamental e da atenção dos alunos nas aulas de inglês. A promoção da autorregulação do comportamento e da atenção constitui um dos principais desafios no ensino do inglês no 1.º ciclo do ensino básico, particularmente em contextos marcados por níveis elevados de energia, distração e heterogeneidade dos alunos. Neste cenário, o papel do professor assume um caráter central na criação de um ambiente de aprendizagem estruturado e significativo, que favoreça não apenas o desenvolvimento das competências linguísticas, mas também a construção de competências sociais e autorregulatórias. A aprendizagem colaborativa surge, assim, como uma estratégia pedagógica relevante, ao incentivar a participação ativa, a colaboração entre pares e a responsabilização dos alunos pelo seu comportamento e pela sua atenção durante as tarefas, contribuindo para um envolvimento mais consciente e regulado no processo de aprendizagem.
  • Aprendizagem socioemocional no ensino do inglês do 1º Ciclo: Uma abordagem essencial para o desenvolvimento integral dos alunos
    Publication . Leal, Gonçalo Henrique Moreira; Araújo, Sofia Maria Cruz de Melo
    O presente relatório resulta da Prática de Ensino Supervisionada (PES) realizada no 1.º Ciclo do Ensino Básico e centra-se na integração da Aprendizagem Socioemocional (ASE) nas aulas de inglês. O estudo procurou compreender de que forma a ASE pode ser incorporada intencionalmente na prática pedagógica e de que modo contribui para o desenvolvimento emocional e para o envolvimento dos alunos. A investigação seguiu uma abordagem qualitativa, enquadrada na metodologia de investigação-ação, recorrendo a instrumentos como planificações, diário de bordo, registos de aula e focus groups. Os resultados evidenciam que a inclusão da ASE favoreceu a motivação, a participação e a confiança dos alunos, especialmente em atividades de expressão oral. As estratégias implementadas — como storytelling, jogos cooperativos e dinâmicas de reflexão — permitiram trabalhar emoções, promover a empatia e desenvolver competências relacionais, contribuindo igualmente para a criação de um clima de sala de aula mais seguro, positivo e acolhedor. Observou-se também que os alunos passaram a encarar o erro como parte do processo de aprendizagem, demonstrando maiores níveis de autorregulação e abertura à comunicação. Conclui-se que o ensino do inglês constitui um contexto privilegiado para promover competências socioemocionais, potenciando aprendizagens mais significativas e integradas. O estudo reforça a importância de práticas educativas que valorizem a dimensão emocional no processo de ensino-aprendizagem e destaca o papel do professor como mediador de experiências que promovem o bem-estar e o desenvolvimento integral das criança
  • Comunicar para ensinar: Práticas inclusivas no ensino da língua inglesa a alunos com perturbação do espetro do autismo
    Publication . Oliveira, Hugo Filipe da Silva; Canha, Manuel Bernardo Queiroz
    Este estudo analisa a relação entre o autismo, a linguagem e a comunicação, no âmbito da aprendizagem de uma língua estrangeira, designadamente do inglês. O autismo frequentemente apresenta desafios únicos na aquisição da linguagem e na comunicação, decorrentes de dificuldades em interação social, expressão verbal e processamento sensorial. Paralelamente, a aprendizagem de uma língua estrangeira introduz complexidades cognitivas e sociais adicionais, tais como: dupla carga cognitiva, processamento linguístico adicional, flexibilidade cognitiva, mudança de rotinas e imprevisibilidade, competência pragmática diferente e a exposição a ambientes sensorialmente exigentes. Esta pesquisa visa identificar e perceber estratégias de ensino adaptadas às necessidades dos alunos com autismo, promovendo as suas competências linguísticas e comunicativas em inglês. Como tal, esta investigação procura contribuir para os campos da educação linguística e da pedagogia inclusiva, propondo metodologias que atendam às dimensões linguísticas e sensoriais do autismo. Apesar da perturbação mencionada previamente envolver dificuldades nas competências comunicativas, o ensino de inglês pode surgir como uma mais-valia na vida destes alunos dado que promove a comunicação funcional, desenvolve competências sociais de forma segura e estruturada e estimula o desenvolvimento cognitivo. O presente relatório de estágio pedagógico integra o percurso formativo do Mestrado em Ensino de Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico e tem como contexto de investigação a PES que se realizou numa escola básica do 1º CEB do Grande Porto. O presente estudo seguiu o percurso escolar de 4 alunos com autismo – 1 aluno do 1º ano, um aluno do 3º ano e dois alunos do 4ºano. Pretende-se assim identificar os desafios e as estratégias relacionadas com o ensino de inglês a crianças com perturbação do espetro do autismo, bem como analisar as perceções dos docentes de ensino básico acerca da inclusão destes alunos. Foram realizados inquéritos por questionário, entrevistas e que juntamente com observação participante, lecionação de aulas, descrição de aulas e análise de planos de aula bem como notas de campo, constituem técnicas de recolha de dados posteriormente analisados e interpretados a fim de alcançar respost
  • O professor como facilitador da aprendizagem
    Publication . Coelho, Maria Crsitina da Silva; Araújo, Sofia Maria Cruz de Melo
    Esta dissertação teve como objetivo analisar como a atuação do professor-facilitador influencia a motivação e o envolvimento dos alunos no ensino básico. A metodologia utilizada foi qualitativa, recorrendo à aplicação de questionários a alunos expostos a práticas centradas no estudante, focando a análise nas suas perceções de apoio, autonomia e interação. Os resultados demonstram que os alunos valorizam o papel do professor como um orientador que fomenta a participação, associando esta abordagem a um ambiente de aprendizagem mais positivo e motivador.
  • YLE preparation and the development of verbal competence in 21st-century primary english
    Publication . Alves, Fábio Miguel Matos; Ferreira, Ana Patrícia de Magalhães
    Este relatório procura analisar o modo como os exercícios dos exames Cambridge Young Learners English YLE e as respetivas práticas de preparação contribuem para o desenvolvimento das competências verbais dos alunos, preparando-os para as exigências comunicativas do século XXI. O estudo decorreu numa instituição particular do norte do país, com alunos do 3.º ano do 1.º CEB. O estudo combinou a análise da prática em contexto de estágio, num enquadramento de investigação-ação, com entrevistas semiestruturadas a examinadores YLE, permitindo a triangulação de dados sobre o impacto das tarefas (ex., Listening, Speaking). Os resultados indicam que a preparação para os YLE favorece as competências verbais e a confiança comunicativa e reforça competências transversais como pensamento crítico, comunicação, colaboração e criatividade. Este enquadramento confirma a relevância pedagógica dos YLE no ensino primário do inglês e clarifica mecanismos e condições que sustentam ganhos efetivos nas competências verbais.
  • Storytelling aumentado através da Língua Gestual Portuguesa: caminhos para uma narrativização eficaz da prática de ensino de inglês do 1° Ciclo do Ensino Básico
    Publication . Silva, Patrícia Alexandra Sousa; Cruz, Mário Rui Domingues Ferreira da
    O estudo analisa o potencial do storytelling, da narrativização e da língua gestual portuguesa (LGP) como ferramentas pedagógicas para apoiar a aprendizagem do inglês como língua estrangeira no 1.º Ciclo do Ensino Básico, no âmbito de uma experiência de Prática de Ensino Supervisionada (PES). Explora, ainda, de que forma estas estratégias podem contribuir para uma aprendizagem mais inclusiva, equitativa e significativa, potenciando o envolvimento dos alunos e a valorização da diversidade linguística e cultural. O storytelling, a arte de contar histórias, é uma prática consolidada no ensino de línguas reconhecida pela sua capacidade de cativar as crianças, estimular a sua imaginação e facilitar a assimilação de novo vocabulário e estruturas frásicas. Por sua vez, a narrativização, embora promissora, é ainda pouco explorada no contexto educativo. Esta prática transforma a própria aula numa narrativa coesa, com início, meio e fim, proporcionando aos alunos uma experiência de aprendizagem envolvente e motivadora. Para enriquecer esta abordagem holística, a LGP surge como um elemento inovador e inclusivo, potenciando a aprendizagem da língua inglesa através do gesto, da visualidade e da multimodalidade. A investigação seguiu uma metodologia integrando análise qualitativa e quantitativa, com contornos de investigação-ação. Os instrumentos utilizados para a recolha de dados foram: a) diários de bordo; b) análise das planificações; c) exit tickets aplicados no final das aulas; d) questionário final aos alunos. Os resultados revelam que os alunos demonstraram uma forte ligação emocional à mascote e ao storytelling, valorizando o carácter lúdico e motivador das aulas. A LGP foi percecionada como um recurso inovador, que facilitou a aprendizagem do vocabulário e promoveu a inclusão, mesmo entre alunos sem conhecimento prévio desta língua. Observou-se um aumento na motivação, na participação dos alunos e na retenção de vocabulário, evidenciando o impacto positivo destas práticas pedagógicas criativas e inclusivas na aprendizagem do inglês.
  • Usage of ICT and its tools in the teaching of languages for primary school students
    Publication . Pinto, Diogo Amorim; Canha, Manuel Bernardo Queiroz
    Este relatório resulta da unidade curricular de Prática Educativa Supervisionada (PES), inserida no Mestrado em Ensino de Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico da Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto. Documenta o estágio pedagógico realizado durante o ano letivo de 2024/2025 e reflete uma jornada abrangente de crescimento profissional, exploração pedagógica e desenvolvimento pessoal, vivida durante a minha colocação na Escola Básica onde estagiei. Ao longo deste estágio, tive a oportunidade de entrar no ambiente escolar não apenas como estudante universitário, mas também como professor em formação. Este duplo papel permitiu-me experienciar a realidade da sala de aula de forma simultaneamente observacional e prática. Planifiquei, lecionei e refleti sobre as aulas ministradas, enquanto conciliava as exigências e responsabilidades associadas ao percurso de um docente em início de carreira. Cada momento vivido contribuiu para uma compreensão mais profunda e consciente do que significa ensinar inglês a crianças no contexto educativo atual. O foco central deste relatório é o papel das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no ensino da língua inglesa. A partir da minha própria experiência com ferramentas digitais, e motivado pela crescente presença da tecnologia na vida das crianças, procurei investigar de que forma as TIC podem ser integradas de forma significativa no processo de ensino-aprendizagem. Estruturado em torno de quatro dimensões: enquadramento teórico, contexto de estágio, prática investigativa e reflexão pessoal. Este relatório visa aproximar a teoria da prática letiva, contribuindo para o debate atual sobre inovação e integração digital no ensino do inglês no 1.º Ciclo.
  • Multimodalidade e ensino integrado: Um caminho para a interculturalidade no ensino de inglês no 1.º CEB
    Publication . Silva, Patrícia Moreira da; Cruz, Mário Rui Domingues Ferreira da
    As políticas educativas em Portugal destacam a importância de abordagens pedagógicas inovadoras e inclusivas, promovendo a integração entre diferentes áreas do conhecimento e o desenvolvimento de competências transversais. Documentos como as Aprendizagens Essenciais (AE) e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO) evidenciam a necessidade de práticas pedagógicas que incorporem o Content and Language Integrated Learning (CLIL), a multimodalidade e a interculturalidade, reconhecendo que a aprendizagem de línguas estrangeiras deve estar articulada com outras áreas do saber e com a formação integral do aluno. As AE de inglês para o 1.º ciclo enfatizam a importância da comunicação significativa e do contato com diferentes culturas, promovendo metodologias ativas e dinâmicas. O PASEO destaca a relevância da educação linguística e cultural para a formação de cidadãos críticos, autónomos e participativos, alinhando-se com a necessidade de integrar abordagens como o CLIL, que favorece a aprendizagem simultânea de conteúdos disciplinares e de línguas estrangeiras. Contudo, embora essas orientações estejam presentes nos documentos normativos da educação em Portugal, a sua implementação prática ainda revela lacunas consideráveis. Neste contexto, ao longo da minha Prática de Ensino Supervisionada (PES), procurei refletir sobre essas discrepâncias e identificar estratégias que possibilitassem uma aplicação mais eficaz desses conceitos em sala de aula. Com este estudo, pretendo identificar e empregar recursos e métodos pedagógicos que atendam à diversidade de perfis dos alunos, promovendo uma aprendizagem mais significativa e envolvente. Este relatório apresenta uma análise bibliográfica aprofundada dos três conceitos centrais: CLIL, multimodalidade e interculturalidade, além de outros enfoques teóricos complementares, como peer teaching, sala de aula centrada no aluno, Total Physical Response (TPR) e Think-Pair-Share. Apoiado na metodologia de investigação-ação, predominantemente qualitativa na análise de dados, este estudo apresenta transcrições e interpretações de dados recolhidos durante a PES, incluindo a análise de debates realizados com os alunos após a implementação de diferentes estratégias, como instrumento de consolidação e avaliação formativa das aprendizagens. Além disso, foi aplicado um questionário final para avaliar a perceção dos alunos sobre as estratégias e metodologias utilizadas. Os resultados obtidos fundamentam a discussão de conclusões que podem contribuir para uma prática pedagógica mais alinhada com os princípios das políticas educativas vigentes.