ESE - DPRM - Ensino de Inglês no 1º ciclo do Ensino Básico
URI permanente para esta coleção:
Navegar
Entradas recentes
- A incorporação de valores e o papel da solidariedade no ensino de inglês do 1º Ciclo do Ensino Básico: Oportunidades e desafios da abordagem holísticaPublication . Costa, Beatriz Emília de Carvalho Cardoso Gomes da; Canha, Manuel BernardoNeste relatório final de estágio, no âmbito da Unidade Curricular: “Prática de Ensino Supervisionada” do mestrado em Ensino de Inglês do 1º ciclo do Ensino básico, pretende-se explorar a importância de integrar valores nos processos de ensino/aprendizagem, da língua inglesa como língua estrangeira (L2), no 1º CEB e como os mesmos podem também ser avaliados de uma forma efetiva, integrativa e holística. Reconhecendo a rápida evolução do panorama educacional, destaca-se a relevância de uma abordagem que vá além das métricas quantitativas de sucesso, como notas e rankings, para priorizar a dimensão qualitativa da aprendizagem, onde valores como ética, empatia e responsabilidade social desempenham um papel crucial (Freire, 1970). Atualmente, apesar de já se ter verificado esforços, que vão ao encontro do que Freire perspetivava, a verdade é que ainda se verificam lacunas significativas na transposição de teorias pedagógicas e documentos institucionais para práticas educativas concretas. Isto é, ao nível teórico, existe uma preocupação clara relativamente a estas questões. Já ao nível dos documentos, nos projetos educacionais de escola, perspetiva-se muita coisa direcionada para os valores e competências não formais do currículo. No entanto, na prática (no domínio das práticas educativas efetivas), não se observa na totalidade o que foi proposto nos projetos educativos. Esta realidade parece corroborar a ideia de que a promoção da cidadania e dos valores exige mais do que a sua consagração em documentos orientadores, requerendo a sua concretização nas experiências educativas quotidianas, numa lógica de práxis, entendida como a articulação entre reflexão e ação transformadora (Duarte, 2023; Freire, 1970). Neste sentido, o trabalho explora como os valores podem ser integrados e avaliados de forma efetiva, holística e alinhada com uma educação que promova cidadania ativa e crítica. A análise centra-se nas perspetivas de teóricos como Henry Giroux e Miguel Ángel Santos Guerra, que defendem uma pedagogia crítica e transformadora, enfatizando a inclusão de valores éticos e sociais no currículo escolar. Reflete-se em que medida as aulas de Inglês no 1.º CEB incorporam esses valores nos projetos escolares, avaliando a sua observabilidade e o impacto positivo na formação dos alunos. Este trabalho pretende demonstrar que a educação para os valores, quando adequadamente integrada, transcende a mera transmissão de conhecimentos, promovendo o desenvolvimento integral dos estudantes e contribuindo para uma transformação pedagógica e social significativa. A presente investigação-ação desenvolvida no âmbito do meu estágio pedagógico é orientada por questões e objetivos de investigação que procuram avaliar como os valores podem ser incorporados e avaliados no contexto das aulas de Inglês, de modo a preparar os alunos para serem cidadãos críticos e ativos numa sociedade global.
- Onde o coração aprende: Relações socioemocionais e a motivação das crianças no ensino de inglês no 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Vilaça, João Pedro Almeida; Cruz, Mário Rui Domingues Ferreira daNo ensino de inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico, a criação de ambientes de aprendizagem acolhedores e emocionalmente seguros assume um papel central no envolvimento e na motivação dos alunos. Quando as práticas pedagógicas valorizam as relações socioemocionais, as crianças tendem a participar de forma mais ativa nas atividades, desenvolvendo simultaneamente competências linguísticas, emocionais e sociais. Um clima de sala de aula marcado pela empatia, pela confiança e pelo respeito reduz o medo do erro, particularmente relevante na aprendizagem de uma língua estrangeira, e favorece uma maior disponibilidade para comunicar, experimentar e aprender. Estes ambientes educativos contribuem para uma aprendizagem mais eficaz e significativa do inglês, promovendo o bem-estar, a autoconfiança e competências como a cooperação e o trabalho em equipa. Neste enquadramento, o presente relatório inscreve-se numa abordagem qualitativa, de natureza investigação-ação, desenvolvida em contexto de estágio no ensino de inglês do 1.º Ciclo. O estudo descreve a conceção, implementação e análise de atividades e projetos pedagógicos que integram intencionalmente a dimensão socioemocional no processo de ensino aprendizagem. Através de propostas de trabalho colaborativo e de estratégias centradas no bem estar emocional, procurou-se promover a participação ativa dos alunos, o desenvolvimento de relações interpessoais positivas e o reforço da motivação para aprender inglês. A análise dos dados recolhidos, com recurso a diferentes instrumentos de investigação, evidencia o contributo desta abordagem para a construção de um ambiente de sala de aula mais inclusivo, solidário e favorável à aprendizagem.
- Ensino individualizado e diferenciação pedagógica no ensino de inglês no 1.º CEB: Perceções e práticas dos profissionais de educaçãoPublication . Catanho, Maria Ângela Franco; Cruz, Mário Rui Domingues Ferreira daO presente estudo insere-se no âmbito da educação inclusiva e da diferenciação pedagógica no contexto do 1.º Ciclo do Ensino Básico, tendo como principal objetivo compreender de que forma o ensino individualizado e as práticas de diferenciação pedagógica são percecionados e implementados por diferentes profissionais educativos, particularmente no contexto do ensino da língua inglesa. Partindo da crescente diversidade presente nas salas de aula contemporâneas — caracterizada por diferentes ritmos de aprendizagem, necessidades educativas, perfis comportamentais, competências socioemocionais e formas de participação dos alunos — a investigação procurou analisar as estratégias pedagógicas utilizadas para responder a essa heterogeneidade, bem como os constrangimentos e condições associados à implementação de práticas pedagógicas mais individualizadas, diferenciadas e inclusivas. O estudo foi desenvolvido num colégio de Vila Nova de Gaia, no âmbito do estágio curricular realizado durante o mestrado. A experiência de estágio incluiu a observação e implementação de práticas pedagógicas no contexto do ensino do Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico, incluindo experiências associadas à abordagem CLIL. Metodologicamente, a investigação enquadra-se numa abordagem qualitativa e assume características de estudo de caso. A recolha de dados foi realizada através de entrevistas semiestruturadas a professores titulares do 1.º Ciclo, professores de Inglês, professora de apoio educativo e psicóloga educacional da instituição. Paralelamente, foram considerados os registos produzidos no diário de bordo, nas notas de campo e nos materiais pedagógicos desenvolvidos durante a prática de ensino supervisionada. Os dados recolhidos foram analisados através de análise temática e de conteúdo, permitindo identificar diferentes dimensões relacionadas com a diversidade presente nas turmas, as conceções de ensino individualizado, diferenciação pedagógica e inclusão, as estratégias pedagógicas utilizadas, os processos de avaliação e acompanhamento das aprendizagens, a colaboração entre profissionais e os constrangimentos associados à implementação de práticas inclusivas. O enquadramento teórico apoia-se em autores e perspetivas relacionadas com educação centrada no aluno, diferenciação pedagógica, pedagogia inclusiva e desenvolvimento profissional docente, destacando os contributos de Tomlinson (2014), Florian e Black-Hawkins (2011), Cruz (2010), Hattie (2012), UNESCO (2020), Alarcão (2003, 2009) e Schön (1983), entre outros. Os resultados evidenciam que os participantes reconhecem a heterogeneidade das turmas como uma das características mais marcantes dos contextos educativos atuais, valorizando a adaptação das práticas pedagógicas às necessidades dos alunos. As entrevistas e os registos produzidos durante o estágio revelam a utilização de estratégias diversificadas, incluindo a adaptação de materiais e atividades, o recurso a estratégias de scaffolding, a utilização de recursos visuais e manipuláveis, o apoio individualizado, o trabalho colaborativo, a flexibilização da avaliação e a promoção de ambientes de aprendizagem emocionalmente seguros e participativos. Os resultados evidenciam igualmente a importância da relação pedagógica, da colaboração entre profissionais e da avaliação contínua enquanto elementos fundamentais para a promoção de práticas mais inclusivas. Contudo, os participantes identificam diversos constrangimentos relacionados com a gestão do tempo, a dimensão das turmas, a escassez de recursos humanos e materiais e algumas limitações organizacionais que dificultam a implementação consistente de práticas verdadeiramente individualizadas. De forma global, o estudo reforça a importância de práticas pedagógicas flexíveis, inclusivas e centradas no aluno, evidenciando simultaneamente os desafios associados à implementação do ensino individualizado e da diferenciação pedagógica nos contextos educativos contemporâneos. Os resultados sublinham ainda a relevância da reflexão docente, da formação contínua, do trabalho colaborativo e da existência de condições institucionais adequadas para promover respostas educativas mais ajustadas à diversidade presente nas salas de aula, particularmente no contexto do ensino da língua inglesa no 1.º Ciclo do Ensino Básico.
- A mediação animal no desenvolvimento linguístico e socioemocional de crianças no 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Jacinto, Renata Filipa Santiago; Cruz, Mário Rui Domingues Ferreira daO presente estudo analisa o potencial da mediação animal simbólica enquanto recurso pedagógico no ensino do Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico, analisando os seus contributos para o desenvolvimento linguístico e socioemocional dos alunos. A investigação surge num contexto marcado pela crescente valorização da Aprendizagem Socioemocional e pela necessidade de implementar abordagens educativas que articulem o desenvolvimento académico, emocional e social das crianças. Partindo do pressuposto de que a aprendizagem de uma língua estrangeira envolve dimensões cognitivas, emocionais e relacionais, procurou-se compreender de que forma a utilização do universo animal, através recursos simbólicos, poderia potenciar simultaneamente a aprendizagem da língua inglesa e a mobilização de competências socioemocionais. A originalidade do estudo reside na articulação entre o ensino do Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico, a Aprendizagem Socioemocional e a mediação animal simbólica. Do ponto de vista metodológico, a investigação adotou uma abordagem qualitativa, enquadrada na Prática de Ensino Supervisionada e desenvolvida através de uma intervenção pedagógica implementada em duas turmas do 1.º Ciclo do Ensino Básico. A recolha de dados recorreu a múltiplas fontes de evidência, incluindo produções dos alunos, questionários, registos do diário de bordo e avaliações do supervisor. Os resultados sugerem que a mediação animal simbólica constituiu um contexto pedagógico favorável à criação de experiências de aprendizagem positivas. Ao nível linguístico, identificaram-se oportunidades de expansão lexical, utilização funcional da língua inglesa, criatividade linguística e participação oral. No plano socioemocional, observaram-se evidências relacionadas com a empatia, a consciência social, a responsabilidade, a expressão emocional e as competências relacionais. Globalmente, os resultados apontam para o potencial da mediação animal simbólica enquanto abordagem integradora capaz de articular objetivos linguísticos e socioemocionais em contextos educativos participativos e emocionalmente positivos. Mais do que um simples recurso temático, o universo animal revelou se um mediador da aprendizagem, favorecendo a construção de significado, a comunicação e a reflexão sobre si próprio e sobre os outros. Neste sentido, o estudo reforça a importância de práticas pedagógicas que reconhecem a interdependência entre linguagem, emoção e relação, sugerindo novas possibilidades para integrar o desenvolvimento linguístico e socioemocional no ensino do Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico
- Semear saberes, colher competências: The Veggie Garden como recurso interdisciplinar no ensino de Inglês, Matemática e Estudo do MeioPublication . Gomes, Ana Gonçalves; Araújo, SofiaO presente Relatório de Estágio apresenta a intervenção pedagógica Veggie garden: Cultivating the Future, desenvolvida com uma turma do 4º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico, na Escola A, em Marco de Canaveses. O projeto teve como principal objetivo explorar a interdisciplinaridade, utilizando uma horta escolar para fomentar a aprendizagem articulada de inglês, Matemática e Estudo do Meio. Com base em metodologias ativas, os alunos participaram em cinco sessões que incluíram desde a plantação e etiquetagem em língua inglesa até à análise matemática do crescimento das plantas. Instrumentos como o Garden Diary e a construção de um Pop-Up Book permitiram registar de forma sistemática a evolução do projeto. Perante os desafios impostos pelas condições climatéricas, a utilização de ferramentas digitais, nomeadamente o Canva, cuja utilização demonstrou a capacidade de adaptação pedagógica, assegurando a continuidade e eficácia do processo de aprendizagem. Os resultados obtidos apontam para a eficácia na articulação curricular, demonstrando que uma horta pedagógica pode ser um recurso educativo notável para a formação integral dos alunos.
- O desenvolvimento emocional nas aulas de inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico: Estratégias para uma regulação eficazPublication . Costa. Matilde Barroso; Canha, Manuel BernardoO presente Relatório de Estágio foi desenvolvido no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada, tendo por base uma experiência de estágio, no contexto do 1.º Ciclo do Ensino Básico. O estudo centra-se na análise e reflexão crítica das práticas pedagógicas implementadas no ensino do Inglês como língua estrangeira, com especial enfoque no desenvolvimento da competência comunicativa e das competências socioemocionais em crianças, entre os 5 e os 9 anos. Partindo da caracterização do contexto educativo das turmas e das dinâmicas de sala de aula, procede-se à identificação de desafios e oportunidades observados durante a intervenção pedagógica. O trabalho articula enquadramentos teóricos sobre pedagogia transformadora, diretrizes curriculares nacionais e europeias, e contributos da Linguística Aplicada para o ensino precoce de línguas. No plano empírico, a investigação assumiu uma abordagem qualitativa de investigação-ação, desenvolvida ao longo da prática pedagógica supervisionada em duas turmas do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Foram implementadas estratégias de educação emocional integradas nas aulas de Inglês, recorrendo a metodologias ativas, atividades de interação oral, storytelling, jogos pedagógicos, momentos de reflexão emocional e dinâmicas colaborativas. A recolha de dados realizou-se através de observação participante, notas de campo, registos reflexivos, análise de produções dos alunos e observação das interações e comportamentos em contexto de sala de aula, permitindo compreender a relação entre as estratégias implementadas, o envolvimento dos alunos, a autorregulação emocional e a aprendizagem da língua inglesa. Recorre-se, ainda, a uma abordagem reflexiva e investigativa, valorizando a prática pedagógica enquanto espaço de construção de conhecimento profissional. Conclui-se que a promoção de metodologias ativas, a gestão adequada do comportamento e o desenvolvimento emocional dos alunos são fatores determinantes para o sucesso da aprendizagem do Inglês no 1.º Ciclo.
- Aprendizagem colaborativa na promoção da autorregulação comportamental e da atenção sustentada no ensino do inglês no 1.º CEBPublication . Correia, Alexandra Custódio; Canha, Manuel Bernardo QueirozO presente estudo foi desenvolvido no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada, em contexto de ensino do inglês no 1.º ciclo do ensino básico, numa escola que dispõe de apenas uma turma por ano de escolaridade. A intervenção pedagógica incidiu sobretudo nas turmas do 3.º e do 4.º ano. Neste contexto, o estudo teve como principal objetivo analisar de que forma a aprendizagem colaborativa pode contribuir para a promoção da autorregulação comportamental e da atenção dos alunos nas aulas de inglês. A promoção da autorregulação do comportamento e da atenção constitui um dos principais desafios no ensino do inglês no 1.º ciclo do ensino básico, particularmente em contextos marcados por níveis elevados de energia, distração e heterogeneidade dos alunos. Neste cenário, o papel do professor assume um caráter central na criação de um ambiente de aprendizagem estruturado e significativo, que favoreça não apenas o desenvolvimento das competências linguísticas, mas também a construção de competências sociais e autorregulatórias. A aprendizagem colaborativa surge, assim, como uma estratégia pedagógica relevante, ao incentivar a participação ativa, a colaboração entre pares e a responsabilização dos alunos pelo seu comportamento e pela sua atenção durante as tarefas, contribuindo para um envolvimento mais consciente e regulado no processo de aprendizagem.
- Aprendizagem socioemocional no ensino do inglês do 1º Ciclo: Uma abordagem essencial para o desenvolvimento integral dos alunosPublication . Leal, Gonçalo Henrique Moreira; Araújo, Sofia Maria Cruz de MeloO presente relatório resulta da Prática de Ensino Supervisionada (PES) realizada no 1.º Ciclo do Ensino Básico e centra-se na integração da Aprendizagem Socioemocional (ASE) nas aulas de inglês. O estudo procurou compreender de que forma a ASE pode ser incorporada intencionalmente na prática pedagógica e de que modo contribui para o desenvolvimento emocional e para o envolvimento dos alunos. A investigação seguiu uma abordagem qualitativa, enquadrada na metodologia de investigação-ação, recorrendo a instrumentos como planificações, diário de bordo, registos de aula e focus groups. Os resultados evidenciam que a inclusão da ASE favoreceu a motivação, a participação e a confiança dos alunos, especialmente em atividades de expressão oral. As estratégias implementadas — como storytelling, jogos cooperativos e dinâmicas de reflexão — permitiram trabalhar emoções, promover a empatia e desenvolver competências relacionais, contribuindo igualmente para a criação de um clima de sala de aula mais seguro, positivo e acolhedor. Observou-se também que os alunos passaram a encarar o erro como parte do processo de aprendizagem, demonstrando maiores níveis de autorregulação e abertura à comunicação. Conclui-se que o ensino do inglês constitui um contexto privilegiado para promover competências socioemocionais, potenciando aprendizagens mais significativas e integradas. O estudo reforça a importância de práticas educativas que valorizem a dimensão emocional no processo de ensino-aprendizagem e destaca o papel do professor como mediador de experiências que promovem o bem-estar e o desenvolvimento integral das criança
- Comunicar para ensinar: Práticas inclusivas no ensino da língua inglesa a alunos com perturbação do espetro do autismoPublication . Oliveira, Hugo Filipe da Silva; Canha, Manuel Bernardo QueirozEste estudo analisa a relação entre o autismo, a linguagem e a comunicação, no âmbito da aprendizagem de uma língua estrangeira, designadamente do inglês. O autismo frequentemente apresenta desafios únicos na aquisição da linguagem e na comunicação, decorrentes de dificuldades em interação social, expressão verbal e processamento sensorial. Paralelamente, a aprendizagem de uma língua estrangeira introduz complexidades cognitivas e sociais adicionais, tais como: dupla carga cognitiva, processamento linguístico adicional, flexibilidade cognitiva, mudança de rotinas e imprevisibilidade, competência pragmática diferente e a exposição a ambientes sensorialmente exigentes. Esta pesquisa visa identificar e perceber estratégias de ensino adaptadas às necessidades dos alunos com autismo, promovendo as suas competências linguísticas e comunicativas em inglês. Como tal, esta investigação procura contribuir para os campos da educação linguística e da pedagogia inclusiva, propondo metodologias que atendam às dimensões linguísticas e sensoriais do autismo. Apesar da perturbação mencionada previamente envolver dificuldades nas competências comunicativas, o ensino de inglês pode surgir como uma mais-valia na vida destes alunos dado que promove a comunicação funcional, desenvolve competências sociais de forma segura e estruturada e estimula o desenvolvimento cognitivo. O presente relatório de estágio pedagógico integra o percurso formativo do Mestrado em Ensino de Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico e tem como contexto de investigação a PES que se realizou numa escola básica do 1º CEB do Grande Porto. O presente estudo seguiu o percurso escolar de 4 alunos com autismo – 1 aluno do 1º ano, um aluno do 3º ano e dois alunos do 4ºano. Pretende-se assim identificar os desafios e as estratégias relacionadas com o ensino de inglês a crianças com perturbação do espetro do autismo, bem como analisar as perceções dos docentes de ensino básico acerca da inclusão destes alunos. Foram realizados inquéritos por questionário, entrevistas e que juntamente com observação participante, lecionação de aulas, descrição de aulas e análise de planos de aula bem como notas de campo, constituem técnicas de recolha de dados posteriormente analisados e interpretados a fim de alcançar respost
- O professor como facilitador da aprendizagemPublication . Coelho, Maria Crsitina da Silva; Araújo, Sofia Maria Cruz de MeloEsta dissertação teve como objetivo analisar como a atuação do professor-facilitador influencia a motivação e o envolvimento dos alunos no ensino básico. A metodologia utilizada foi qualitativa, recorrendo à aplicação de questionários a alunos expostos a práticas centradas no estudante, focando a análise nas suas perceções de apoio, autonomia e interação. Os resultados demonstram que os alunos valorizam o papel do professor como um orientador que fomenta a participação, associando esta abordagem a um ambiente de aprendizagem mais positivo e motivador.
