ESE - DPRM - Ensino de Inglês no 1º ciclo do Ensino Básico
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- A abordagem multissensorial no ensino de inglês do 1º Ciclo do Ensino Básico: o uso da gamificaçãoPublication . Pinto, Catarina dos Santos; Cruz, Mário Rui Domingues Ferreira daO ensino de inglês no 1º Ciclo de Ensino Básico requer dedicação, motivação e interesse por parte dos docentes e alunos. Pela atenção à idade dos alunos e às suas necessidades individuais, requer também atividades mais lúdicas e/ou que apelem mais aos seus interesses. Partindo da pedagogia de uma abordagem comunicativa experiencial de Fernández-Corbacho (2014) aliada à gamificação (Foncubierta & Rodríguez, 2015; Fortunato, 2017; entre outros…), procurou-se com este projeto mostrar a importância destes conceitos dentro da sala de aula de ensino de inglês. Este projeto teve como objetivo: a) analisar se e de que maneiras poderá ser levada a cabo uma pedagogia multissensorial, interativa, significativa e também inclusiva no processo de ensino e aprendizagem do 1º CEB; b) analisar o papel da gamificação no âmbito de consecução de práticas baseadas numa pedagogia multissensorial; c) verificar os impactos do uso de uma abordagem multissensorial no âmbito do processo de ensino e aprendizagem de Inglês como língua estrangeira no 1ºCiclo do Ensino Básico, no que diz respeito a desenvolvimento de competências, interesse e motivação. O presente estudo é um estudo de natureza etnográfica e com contornos de investigação-ação (Mattos, 2011) e decorreu num Agrupamento do Grande Porto, com alunos do 4º ano. Os resultados obtidos através dos diferentes instrumentos de recolha de dados (focus group, trabalhos/projetos desenvolvidos pelos alunos, notas de campo, entre outros) são positivos e parecem mostrar que os dois conceitos aqui abordados apresentam uma contribuição para a aprendizagem de uma língua estrangeira, quando aplicado a alunos do 1º Ciclo de Ensino Básico.
- Abordagens ativas no ensino de inglês como língua estrangeira a crianças no 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Cainelli, Júlia Arruda; Cruz, Mário Rui Domingues Ferreira daAs abordagens ativas na educação buscam envolver os alunos de forma participativa, incentivando-os a assumir um papel ativo em seu próprio processo de aprendizagem. Essa abordagem estimula a interação, a colaboração e o pensamento crítico, proporcionando uma experiência de aprendizagem mais significativa para as crianças. Neste contexto, os alunos são estimulados a desenvolver uma cidadania proativa, através de um engajamento ativo dos alunos em questões sociais, culturais e comunitárias, como é o caso da importância de práticas ecosustentáveis, promovendo a compreensão dos desafios ambientais, mas também incentiva a busca por soluções e a adoção de comportamentos sustentáveis no dia a dia. Neste estudo, procuraremos compreender como as abordagens ativas, ancoradas na abordagem de storytelling, com recurso a picture books, podem desenvolver tanto competências de compreensão e de produção nos alunos de inglês do 1º Ciclo do Ensino Básico, assim como permitir que eles se conectem emocionalmente com os personagens e as situações apresentadas nas histórias, fomentando competências essenciais à criação da sua cidadania, como o pensamento crítico e a criatividade. Para tal, recorremos a uma metodologia de índole etnográfica, em que realizámos uma análise documental dos percursos didáticos criados e dos dados recolhidos, como questionários e trabalhos desenvolvidos pelos alunos. Os resultados demonstram que os alunos desenvolveram competências como o pensamento crítico e criatividade e, ainda, um forte sentido de consciência eco-comportamental.
- An Analysis on Adapting EFL Coursebooks in the 1st Cycle of Basic EducationPublication . Teixeira, Cláudia Isabel Sousa; Esteves, Vanessa ReisEste Relatório Final de Estágio reflete numa Investigação Ação conduzida durante um estágio focado na adaptação dos manuais escolares no 1º Ciclo do Ensino Básico. O presente estudo investigou a eficácia dos manuais escolares no contexto de sala de aula, particularmente a sua adaptabilidade aos diversos estilos de aprendizagem, assim como o seu papel em promover um processo de ensino mais inclusivo. Através da recolha de dados como notas de campo, questionários e planos de aula, foram obtidas informações sobre as perceções dos alunos e os níveis de envolvimento com os materiais disponibilizados pelos manuais escolares. A investigação também sublinha o valor dos recursos suplementares, como as atividades interativas e as adaptações personalizadas.
- Aprendizagem socioemocional no ensino do inglês do 1º Ciclo: Uma abordagem essencial para o desenvolvimento integral dos alunosPublication . Leal, Gonçalo Henrique Moreira; Araújo, Sofia Maria Cruz de MeloO presente relatório resulta da Prática de Ensino Supervisionada (PES) realizada no 1.º Ciclo do Ensino Básico e centra-se na integração da Aprendizagem Socioemocional (ASE) nas aulas de inglês. O estudo procurou compreender de que forma a ASE pode ser incorporada intencionalmente na prática pedagógica e de que modo contribui para o desenvolvimento emocional e para o envolvimento dos alunos. A investigação seguiu uma abordagem qualitativa, enquadrada na metodologia de investigação-ação, recorrendo a instrumentos como planificações, diário de bordo, registos de aula e focus groups. Os resultados evidenciam que a inclusão da ASE favoreceu a motivação, a participação e a confiança dos alunos, especialmente em atividades de expressão oral. As estratégias implementadas — como storytelling, jogos cooperativos e dinâmicas de reflexão — permitiram trabalhar emoções, promover a empatia e desenvolver competências relacionais, contribuindo igualmente para a criação de um clima de sala de aula mais seguro, positivo e acolhedor. Observou-se também que os alunos passaram a encarar o erro como parte do processo de aprendizagem, demonstrando maiores níveis de autorregulação e abertura à comunicação. Conclui-se que o ensino do inglês constitui um contexto privilegiado para promover competências socioemocionais, potenciando aprendizagens mais significativas e integradas. O estudo reforça a importância de práticas educativas que valorizem a dimensão emocional no processo de ensino-aprendizagem e destaca o papel do professor como mediador de experiências que promovem o bem-estar e o desenvolvimento integral das criança
- O Audiovisual como ferramenta de aprendizagem de Inglês Língua Estrangeira num contexto desfavorecido do 1º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Nogueira, Cláudia Patrícia Vasconcelos; Araújo, Sofia Maria Cruz de MeloCom o presente estudo, realizado no âmbito do Relatório Final de Estágio em Ensino de Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico, proponho-me perceber se, e de que forma, o audiovisual é de alguma forma útil na aprendizagem no Inglês Língua Estrangeira num contexto desfavorecido do 1º Ciclo do Ensino Básico. O estudo assenta na convicção de que alunos integrados em contexto desfavorecido beneficiarão do uso dos audiovisuais no ensino da língua Inglesa sendo que o audiovisual é capaz de influenciar o comportamento, o interesse e a motivação. O estudo desenvolvido aproxima-se de um paradigma interpretativo baseado numa metodologia humanista-interpretativa com a utilização de uma técnica qualitativa descritiva e quantitativa numa perspetiva de investigação-ação (Alarcão, 2001). É através dos resultados obtidos que se constatou que a utilização do audiovisual permite um maior envolvimento dos alunos nas atividades propostas e promove a melhoria do processo de ensino/aprendizagem ao contribuir para o aumento da motivação e do interesse.
- CLIL e recursos hipersensoriais personalizados: simbiose perfeita de ensino e aprendizagem de Inglês no 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Figueiredo, Maria Virgínia Pereira de; Cruz, Mário Rui Domingues Ferreira daO presente estudo, realizado em contexto de estágio integrado do Mestrado em Ensino de Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico, é o resultado da observação de aulas de Inglês do 1.º CEB e de aulas lecionadas na Prática de Ensino Supervisionada (PES), surgindo da inevitabilidade de querer compreender de que forma o conhecimento, saberes e experiências dos alunos, adquiridos em contexto escolar, bem como aqueles adquiridos no contexto familiar, social e cultural são integrados e conjugados no ensino e aprendizagem de Inglês como disciplina obrigatória do 1.º CEB. Desta forma, foram definidos três fatores a ter em consideração para este estudo com contornos de investigação-ação: a Metodologia, os Recursos usados durante a Prática de Ensino Supervisionada e o Grupo-Turma. Da pesquisa e análise documental efetuadas para este estudo resultou a adoção da Metodologia Content and Language Integrated Learning (CLIL) –, a qual segue a recomendação do Ministério da Educação e Ciência e está em linha com as recomendações da União Europeia (UE) e do Conselho da Europa (CE), que recomendam ainda vivamente a utilização de estratégias que favoreçam a utilização da língua em contexto, tais como o designado CLIL, que consiste no estudo integrado de uma língua estrangeira com conteúdos de outras disciplinas. A metodologia CLIL oferece aos alunos a oportunidade de usarem uma Língua Estrangeira (LE) num contexto natural (Cruz et al., 2019, p.150). Aliada à escolha da Metodologia CLIL e, também, com base em pesquisas documentais, observação direta, notas de campo e consulta ao Grupo-Turma, foi efetuada uma seleção e elaboração de Recursos feitos à medida do Grupo-Turma. O trabalho desenvolvido ao longo desta PES teve em consideração o facto de que cada aluno é um indivíduo e visou sempre uma atuação em concordância com o que está definido no documento Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (Martins et al., 2017), cujo o objetivo não é tentar uniformizar, mas sim atuar em conformidade com o quadro de referência criado, que pressuponha a liberdade, a responsabilidade, a valorização do trabalho, a consciência de si próprio, a inserção familiar e comunitária e a participação na sociedade que nos rodeia. Os principais resultados obtidos tendem a mostrar que a Metodologia CLIL é integradora, abrangente e inclusiva e que a seleção de recursos variados e hipersensoriais utilizados nas diversas atividades motivam os alunos e fomentam o seu interesse, participação e criatividade na aprendizagem, aquisição e construção das novas aprendizagens da Língua Estrangeira, que no caso desta PES é a Língua Inglesa. A construção de novas aprendizagens sobre os conhecimentos que os alunos já possuem – scaffolding – e a inclusão da diversidade dos contextos dos alunos, na Metodologia CLIL funcionam como uma mais-valia e são o elo de ligação com as novas aprendizagens na aquisição de uma nova língua. O projeto CLIL, que não é muito comum nas escolas, mas que é um dos projetos da Escola onde se desenrolou esta PES, prova que “while translanguaging work in schools is still in its infancy and is sometimes even contested in bi/multilingual education programmes, we are beginning to see that all children are capable of competence in additional languages” (Ching & Lin, 2019, p.104), como pudemos verificar pela recetividade dos alunos à Metodologia CLIL adotada na planificação e consecução dos objetivos a que nos propusemos.
- A competência musical como trampolim para a aprendizagem mais eficaz da língua inglesa no 1º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Braga, Inês Mendes; Cruz, Mário Rui Domingues Ferreira daEste estudo analisa o potencial da música como ferramenta pedagógica para apoiar a aprendizagem de inglês como língua estrangeira entre alunos do ensino básico em Portugal, com base numa experiência de prática de ensino supervisionada. Os estudos referenciados permitem entender a relação existente entre a música e a linguagem e apresentar os benefícios que a música tem no ensino e aprendizagem. Neste sentido, é demonstrado como este elemento proporciona um ambiente pedagógico mais dinâmico e motivador, como desperta a atenção dos alunos e fomenta a assimilação do vocabulário e estruturas frásicas, contribuindo para uma aprendizagem significativa. As metodologias de investigação aplicadas são de variável mista, pelo envolvimento ativo da investigadora neste processo e pela diversidade de instrumentos utilizados para a recolha de dados, sendo neste âmbito os seguintes: a) registos das práticas (fotografias e vídeos); b) diário de bordo; c) inquérito por questionário a alunos. Deste modo, os resultados evidenciam o impacto positivo da música na motivação, retenção do vocabulário e desenvolvimento das competências linguísticas dos alunos.
- Comunicar para ensinar: Práticas inclusivas no ensino da língua inglesa a alunos com perturbação do espetro do autismoPublication . Oliveira, Hugo Filipe da Silva; Canha, Manuel Bernardo QueirozEste estudo analisa a relação entre o autismo, a linguagem e a comunicação, no âmbito da aprendizagem de uma língua estrangeira, designadamente do inglês. O autismo frequentemente apresenta desafios únicos na aquisição da linguagem e na comunicação, decorrentes de dificuldades em interação social, expressão verbal e processamento sensorial. Paralelamente, a aprendizagem de uma língua estrangeira introduz complexidades cognitivas e sociais adicionais, tais como: dupla carga cognitiva, processamento linguístico adicional, flexibilidade cognitiva, mudança de rotinas e imprevisibilidade, competência pragmática diferente e a exposição a ambientes sensorialmente exigentes. Esta pesquisa visa identificar e perceber estratégias de ensino adaptadas às necessidades dos alunos com autismo, promovendo as suas competências linguísticas e comunicativas em inglês. Como tal, esta investigação procura contribuir para os campos da educação linguística e da pedagogia inclusiva, propondo metodologias que atendam às dimensões linguísticas e sensoriais do autismo. Apesar da perturbação mencionada previamente envolver dificuldades nas competências comunicativas, o ensino de inglês pode surgir como uma mais-valia na vida destes alunos dado que promove a comunicação funcional, desenvolve competências sociais de forma segura e estruturada e estimula o desenvolvimento cognitivo. O presente relatório de estágio pedagógico integra o percurso formativo do Mestrado em Ensino de Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico e tem como contexto de investigação a PES que se realizou numa escola básica do 1º CEB do Grande Porto. O presente estudo seguiu o percurso escolar de 4 alunos com autismo – 1 aluno do 1º ano, um aluno do 3º ano e dois alunos do 4ºano. Pretende-se assim identificar os desafios e as estratégias relacionadas com o ensino de inglês a crianças com perturbação do espetro do autismo, bem como analisar as perceções dos docentes de ensino básico acerca da inclusão destes alunos. Foram realizados inquéritos por questionário, entrevistas e que juntamente com observação participante, lecionação de aulas, descrição de aulas e análise de planos de aula bem como notas de campo, constituem técnicas de recolha de dados posteriormente analisados e interpretados a fim de alcançar respost
- Construir a cidadania através da consciência plurilingue e intercultural no ensino do Inglês no 1º CEBPublication . Pedrosa, Sónia Carla de Sousa Baptista; Araújo, Sofia Maria Cruz de MeloO ensino do Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico e o papel do professor, num mundo globalizado em constante mutação, passam pela educação transformadora, pois o mundo apresenta-se cada vez mais interconectado e interdependente. É crucial proporcionar aos alunos atividades que promovam o desenvolvimento dos valores humanos e sociais. Deste modo, procura-se formar cidadãos que respeitem não só a sua identidade, mas também a dos outros, encarando a diversidade linguística e cultural como uma fonte de enriquecimento mútua. Este estudo desenvolveu-se numa turma de 4º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico e procura compreender as potencialidades do ensino do Inglês para a formação pessoal e social do aluno enquanto futuro cidadão da sociedade do século XXI. Para delinear e estruturar este estudo, formulou-se a seguinte questão de partida: De que forma o professor de Inglês do 1º Ciclo do Ensino Básico poderá promover o desenvolvimento global do aluno enquanto cidadão da sociedade do século XXI? Tendo em conta a experiência adquirida ao longo da Prática de Ensino Supervisionada, este projeto constitui um estudo de caso, com recurso à análise documental (planificações didáticas, relatório de autoavaliação e documentos oficiais) e a uma abordagem fenomenológica e, como tal, qualitativa. A análise dos resultados sugere que as diversas atividades dinamizadas surtiram efeito, uma vez que estas aparentam ter proporcionado o enriquecimento pessoal e social dos alunos, desenvolvendo competências cruciais para o cidadão da sociedade contemporânea.
- As crianças da “Zona Cinzenta” e a aprendizagem de Inglês no 1º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Ferreira, Sónia Lisete Poças Soares; Cruz, Mário Rui Domingues Ferreira daAo longo dos anos a área da educação tem-se deparado com um sem número de obstáculos, alguns deles facilmente ultrapassáveis, outros nem tanto. Entre alguns destes problemas está a falta de inclusão de alunos com dificuldades na escola. Este trabalho foca-se, sobretudo, neste tema, em que se procura estudar abordagens e estratégias que podem ser mobilizadas no ensino de inglês como língua estrangeira, no contexto do 1º Ciclo do Ensino Básico, de modo a incluir estes mesmos alunos, tendo como pano de fundo o espírito de entreajuda e colaboração entre pares. O objetivo deste estudo foi o de levar a cabo um estudo centrado em práticas inclusivas equacionadas e implementadas no contexto de Prática de Ensino Supervisionada, de forma a que alunos sem enquadramento ao nível das necessidades adicionais de suporte sejam também verdadeiramente incluídos nas atividades de ensino e aprendizagem de inglês. Levei a cabo um estudo de natureza etnográfica com contornos de investigação-ação em que utilizei os seguintes instrumentos de recolha de dados: questionários a aplicar a alunos e professores, focus groups, fichas de trabalho adaptadas e notas de campo. Os resultados mostram que, relativamente aos questionários aplicados a alunos, o uso de metodologias variadas na sala de aula, constitui uma mais-valia não apenas na resolução de problemas de ensino aprendizagem de alunos com dificuldades de aprendizagem como na inclusão dos mesmos. A acrescentar aos variados recursos, a atribuição de tarefas a serem realizadas entre pares ou em grupos, de modo a promover não apenas a entreajuda, como também a colaboração dos elementos da turma, revelaram-se também profícuas. Dos questionários aplicados aos professores, e no que diz respeito ao Focus Group, concluo que todo o trabalho é realizado em equipa com os seguintes elementos: professores titulares de turma, professora do Ensino Especial, pais, incluindo sempre que possível outros elementos da área da educação.
