ISCAP - Dissertações de Mestrado
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- A adoção da contabilidade de gestão nas pequenas e médias empresas portuguesasPublication . Carvalho, Catarina Filipa Monteiro; Oliveira, Helena Maria da Costa; Maldonado, Isabel Alexandra Neves; Maldonado, Isabel Alexandra NevesA contabilidade de gestão constitui uma ferramenta essencial de apoio à decisão, ao controlo e ao planeamento estratégico, assumindo especial relevância para as Pequenas e Médias Empresas (PME), que representam a maioria do tecido empresarial português. A pertinência deste tema decorre do facto de estas organizações enfrentarem limitações de recursos humanos e financeiros que dificultam a adoção das práticas estruturadas de gestão. O objetivo central deste estudo consistiu em analisar fatores organizacionais e contextuais que influenciam a adoção de práticas de contabilidade de gestão (PCG) nas PME portuguesas, bem como os principais desafios enfrentados e os benefícios obtidos, avaliando o seu impacto no desempenho organizacional. A investigação recorreu a uma metodologia quantitativa, baseada na aplicação de um questionário a gestores e contabilistas certificados de PME portuguesas selecionadas através do Sistema de Análise de Balanços Ibéricos (SABI). Os dados recolhidos foram analisados através da modelagem de equações por mínimos quadrados parciais (PLS-SEM), técnica adequada para modelos complexos em amostras de dimensão moderada. Os resultados demonstram que fatores internos, como cultura organizacional, recursos e competências técnicas, assim como a maturidade dos sistemas e processos, influenciam positivamente a criação de sinergias internas e a percepção de benefícios associados às PCG. Em contrapartida, obstáculos como resistência à mudança e escassez de recursos aumentam os desafios e reduzem a eficácia da implementação. Conclui-se que os benefícios desempenham um papel mediador decisivo, permitindo que a adoção de PCG se traduza em melhorias efetivas no desempenho das PME. O estudo contribui para a literatura ao oferecer evidências empíricas atualizadas sobre o contexto português, ainda pouco explorado, e apresenta originalidade ao propor e validar um modelo conceptual integrado que explica o processo de adoção das PCG em PME.
- A adoção do teletrabalho nas gerações Y e ZPublication . Reis, Inês Moreira Pinto dos; Rodrigues, Ana Cláudia MoreiraCom a pandemia de COVID-19, a implementação dos modelos de trabalho híbridos e remotos foi expandida, sendo agora essencial estudar a sua utilização e motivações das diferentes gerações. Este estudo visa analisar as preferências das Gerações Y e Z - as gerações mais presentes no mercado de trabalho atualmente - relativamente ao teletrabalho, centralizando o estudo em fatores sociais e profissionais, como decisivos para a satisfação com os modelos híbridos e remotos de trabalho. Foi utilizada a metodologia quantitativa, sendo os dados recolhidos através de questionário. Obteve-se uma amostra válida de 153 participantes. O questionário visou analisar a satisfação no trabalho, recorrendo à utilização de parte da escala de Paul Spector, (1985) Job Satisfaction Survey (JSS), a questões relativas ao modelo de trabalho actual e preferencial e a questões de variáveis sociodemográficas. Os resultados revelam que ambas as gerações - Millennials e Gen Z - manifestam maior satisfação no trabalho quando lhes é dada maior flexibilidade e a opção de modalidades de trabalho híbridos e remotos. Estes resultados sublinham a importância das organizações possibiltarem a flexibilidade para a satisfação no trabalho, independentemente da geração. Este estudo contribui para a literatura ao trazer uma análise comparativa das preferências de teletrabalho entre gerações, oferecendo dados concretos que orientam empresas a adaptar políticas de trabalho flexíveis para promover maior satisfação e retenção de colaboradores, num ambiente alinhado com as exigências modernas.
- A avaliação do sucesso da implementação de um ERP: um estudo de caso numa Câmara MunicipalPublication . Pedrosa, Cátia Filipa Cunha; Rodrigues, Luís António da SilvaA crescente adoção de Sistemas de Informação (SI) por parte das organizações para o desenvolvimento das suas atividades é uma realidade indiscutível. Contudo, muitas organizações implementam SI que não são suficientemente capazes de responder às suas necessidades organizacionais. Perante este problema, na literatura emergiram diversas abordagens para avaliação do sucesso da implementação de SI, cruciais para medir o seu impacto nas organizações. Os sistemas ERP (Enterprise Resource Planning), um dos tipos de SI mais adotados, são reconhecidos pela sua capacidade de integrar toda a informação numa única base de dados e suportar diferentes áreas do negócio. Vários estudos sobre este tipo de SI têm recorrido ao modelo de DeLone & McLean (2016) para avaliar o sucesso da sua implementação. Neste sentido, considerou-se relevante utilizar os pressupostos desse modelo para avaliar o sucesso da implementação de um ERP num caso de estudo numa Câmara Municipal pertencente à região norte de Portugal. Para este fim, optou-se por utilizar uma abordagem metodológica quantitativa, de carácter descritivo, realizada através de um estudo de caso e da aplicação de um questionário para a recolha de dados. Dos seis constructos utilizados, verificou-se que o Uso/Intenção de Uso foi o mais bem avaliado, sendo a Qualidade do Serviço e a Satisfação do Utilizador os menos apreciados.
- A cadeia de abastecimento humanitária em situações de desastrePublication . Martins, Rita Correia; Lopes, Isabel Cristina da SilvaAs cadeias de abastecimento humanitárias constituem sistemas logísticos cruciais em situações de desastre. Estas operam sob condições de imprevisibilidade, escassez de recursos, danos infraestruturais e elevada exigência quanto aos tempos de resposta, obrigando todos os intervenientes a partilharem informação e cooperarem entre si para obterem uma intervenção eficaz e eficiente. As operações desenvolvidas por estas cadeias de abastecimento articulam processos de planeamento, procurement, armazenamento, transporte, distribuição e gestão de informação no decorrer do ciclo operativo humanitário – mitigação, preparação, resposta e recuperação. Neste contexto, a logística assume-se como elemento estruturante para garantir a continuidade do fluxo de bens essenciais, minimizar disrupções e assegurar a eficiência das operações no terreno. A análise de 26 456 desastres registados na EM-DAT entre 1920 e 2025 evidencia os efeitos destes acontecimentos na dimensão humana e material, expressa em mortos, feridos, desalojados, afetados e danos económicos. A magnitude destas consequências demonstra que, sempre que a cadeia de abastecimento falha seja por atrasos, incapacidade ou rutura, aumentam os níveis de mortalidade, de desalojamento prolongado e de agravamento das condições de sobrevivência. Assim, a capacidade logística determina a rapidez da assistência, a continuidade do abastecimento e a mitigação de impactos. O estudo dos sismos do dia 6 de fevereiro de 2023, que atingiram a Turquia e a Síria, permitiu compreender a importância e o desenrolar das ações das quatro fases do ciclo operativo da cadeia de abastecimento humanitária. Tornando clara a urgência de uma situação de emergência e a elevada exigência logística esperada. Assim, concluiu-se que os intervenientes, os procedimentos e as operações desta cadeia de abastecimento são a garantia da sobrevivência e subsistência dos afetados por desastres. E que quanto maior for a capacidade de atuação, mais eficiente e eficaz serão as intervenções, e menor será o sofrimento e impacto sentidos pelos indivíduos e comunidades afetadas.
- A cadeia de abastecimento na logística humanitáriaPublication . Loureiro, Margarida da Silva; Monteiro, Sérgio Gottling Oliveira; Costa, Nuno Ulisses Rosalino daA eficiência e eficácia das cadeias de abastecimento assumem, atualmente, um papel central no sucesso de qualquer organização, seja ela de natureza comercial ou humanitária. A articulação fluída entre todas as etapas do processo, a definição rigorosa dos procedimentos e a minimização do desperdício são fatores determinantes para garantir o bom funcionamento destas cadeias e o cumprimento dos seus objetivos. O presente trabalho tem como finalidade analisar a cadeia de abastecimento do Banco Alimentar Contra a Fome do Porto (BACF Porto), procurando compreender os principais desafios logísticos, operacionais e organizacionais inerentes à sua atuação humanitária. A análise fundamenta-se numa revisão da literatura sobre a logística humanitária e cadeias de abastecimento humanitárias, destacando as suas especificidades e desafios face às cadeias comerciais, nomeadamente a imprevisibilidade dos fluxos, a limitação de recursos e a forte dependência de apoios externos. Com base neste enquadramento teórico, foi desenvolvido um estudo de caso sobre o BACF Porto, que descreve detalhadamente as diferentes etapas da sua cadeia de abastecimento – desde a origem das doações até à distribuição final de alimentos às instituições apoiadas. Esta análise permitiu identificar os principais constrangimentos que afetam o desempenho das operações, evidenciando oportunidades de melhoria e de reforço da eficiência global do sistema. A partir do diagnóstico efetuado, são apresentadas propostas de melhoria orientadas para a otimização dos processos logísticos, o reforço da coordenação entre os diferentes agentes e a gestão estratégica e otimizada dos recursos disponíveis. Por fim, são sugeridas medidas de desempenho adaptadas à realidade humanitária do BACF Porto, que visam apoiar uma gestão mais eficiente, sustentável e orientada para resultados, favorecendo uma atuação logística humanitária mais eficaz no combate à fome e ao desperdício alimentar.
- A comunicação de crise: o quê, quem, quando e como proceder. O caso da denúncia de praxes na escola navalPublication . Soares, Inês Sofia da Silva; Oliveira, Adriana José Veloso deA comunicação é um fator determinante para o sucesso das organizações, assumindo-se como um elemento-chave na construção de relações sólidas e na promoção de confiança junto dos diferentes públicos. Por isso, mensagens consistentes e alinhadas são fundamentais para alcançar uma comunicação eficaz. Este cenário é sentido no atual panorama institucional, marcado por uma crescente digitalização e interconectividade, onde a comunicação se transforma numa poderosa ferramenta para estimular o interesse do público e reforçar o valor de produtos ou serviços. Acelerada pela disseminação de informações nas redes sociais, esta dinâmica traz novos desafios às organizações, que necessitam de proteger a sua imagem e manter uma boa reputação, mas sem esquecer de que nem só do digital vive a comunicação das instituições. Neste contexto, a rapidez e a imprevisibilidade das crises no ambiente digital tornaram a capacidade de resposta e a gestão estratégica de crises uma prioridade essencial para as empresas, sendo um fator decisivo na preservação da sua credibilidade. Tendo em vista estas questões, este trabalho procura responder à seguinte pergunta de investigação: Como foi conduzida a comunicação de crise pela Marinha Portuguesa no caso da denúncia de praxes na Escola Naval e qual o seu papel na reputação da instituição? Com o estudo a centrar-se no caso da denúncia de praxes abusivas na Escola Naval da Marinha Portuguesa, definiram-se como objetivos específicos os seguintes: Identificar a tipologia de crise inerente ao caso em estudo; Identificar as etapas da crise, compreendendo as estratégias e ações implementadas antes, durante e após o surgimento do problema; Identificar o tipo de resposta à crise utilizado pela Marinha Portuguesa; Identificar as estratégias proativas adotadas pela Marinha Portuguesa para prevenir e preparar a sua comunicação de crise; Analisar as estratégias reativas implementadas pela Marinha Portuguesa na resposta à crise. Para atingir estes objetivos, será adotada uma metodologia qualitativa, com os dados a serem recolhidos através de uma entrevista semiestruturada. Os resultados evidenciaram que o brand equity sólido da Marinha contribuiu para a confiança dos stakeholders na comunicação institucional durante a crise, reforçando a credibilidade da organização. A comunicação de crise revelou-se eficaz na proteção da reputação, mostrando que uma gestão estruturada e ágil permite enfrentar situações inesperadas sem comprometer a imagem institucional. Reconhece-se, contudo, que o estudo se limitou a uma única situação de crise, recomendando-se a análise de outros casos em futuras investigações para ampliar a compreensão da temática.
- A comunicação digital como motor dos festivais de música em PortugalPublication . Silva, Daniela Andreia Leal da; Pinto, Susana Mónica da CruzApós estudar a visão de alguns autores, foi possível concluir que a comunicação digital e a utlização de canais digitais é uma crescente inegável. Tendo, desde há vários anos, desempenhado um papel de grande importância na vida quotidiana e, neste caso específico, na divulgação de empresas, negócios e eventos, a comunicação tem evoluido ao longo dos anos. Os canais de comunicação mais utilizados passaram a ser os digitais e a comunicação adaptou-se ao ambiente on-line. Já no que toca aos festivais de música, estes são cada vez mais (em número) e cada vez mais importantes (em relevância). Existem inúmeros festivais que são marcos anuais nas cidades em que se desenvolvem e, inclusive, no país. Alavancam consigo mediatismo, marcas e, alguns deles, milhares de pessoas. Assim surge a ligação entre estes dois tópicos e o estudo aprofundado dos mesmos. O objetivo deste estudo é, assim, perceber se a comunicação digital consegue influenciar os festivaleiros a frequentar festivais de música em Portugal como um motor dos mesmos. Tendo por base um estudo descritivo, de natureza quantitativa, seguindo um modelo hipotético dedutivo, por meio de um inquérito por questionário a uma amostra de 233 inquiridos (189 com respostas válidas) aprofundou-se, assim, o estudo com o tema “A comunicação digital como motor dos festivais de música em Portugal”. Os resultados deste estudo demonstram, desta forma, se as conclusões retiradas da revisão da literatura se confirmam e de que forma.
- A comunicação digital e o futebol: o caso do Futebol Clube do Porto, Sporting Clube de Portugal e Sport Lisboa e BenficaPublication . Gonçalves, Domingos Costa; Carvalho, Milena Carla Lima de; Martins, Susana Alexandra da CostaA Comunicação digital, alavancada pela utilização das plataformas digitais como as redes sociais, tenho vindo a desempenhar um papel preponderante nas relações entre clubes e os seus respetivos adeptos. O presente estudo, apoiado em revisão da literatura e conduzido por meio de uma análise quantitativa (questionário), pretende perceber em que situações distintas a comunicação digital praticada pelos três maiores clubes futebolísticos portugueses – Futebol Clube do Porto, Sporting Clube de Portugal e Sport Lisboa e Benfica, consegue influenciar os seus simpatizantes e adeptos nas suas decisões, tanto em compra de merchandsing, aquisição de bilhetes para eventos, ou simplesmente uma maior aproximação emocional ao mesmo. O enquadramento teórico foca temas como a comunicação, o marketing de conteúdo e o papel da comunicação digital nas organizações, centrando-se, posteriormente, no universo futebolístico. A análise quantitativa tem por base os dados recolhidos por via de um questionário, destinado a sócios, adeptos e simpatizantes dos clubes mencionados acima. Com base na investigação desenvolvida estabelece-se a ligação entre o enquadramento teórico e os resultados do estudo empírico e comprova-se que a comunicação digital, através das suas ferramentas digitais, nomeadamente as redes sociais, consegue intensificar o laço emocional entre os clubes de futebol e os seus adeptos, principalmente entre os adeptos reconhecidos como mais jovens. Esta ligação emocional intensificada pela comunicação social pode, eventualmente, estimular um maior interesse no que consta a transações que beneficiam o clube, como aquisição de merchandising e bilheteira.
- A comunicação interna como aliada da Sustentabilidade organizacional: dois estudos de caso sobre a gestão de recursos humanos sustentávelPublication . Silva, Ana Rita Florentino; Rodrigues, Ana Cláudia Moreira; Ferreira, Marisa RorizA sustentabilidade e a responsabilidade social corporativa têm-se tornado preocupações centrais para as empresas, que cada vez mais reconhecem a necessidade de implementar práticas sustentáveis de gestão de recursos humanos (RH) no seu quotidiano. No entanto, para colocar em prática, é fundamental que as empresas comuniquem de forma clara e sejam coerentes no seu discurso. Este trabalho analisa o papel da comunicação interna na implementação de práticas sustentáveis de gestão de recursos humanos (RH). O objetivo é identificar boas práticas de responsabilidade social e sustentabilidade, mapear os canais de comunicação interna utilizados e avaliar como essas práticas são comunicadas nas organizações. Foram realizados dois estudos de caso, na Adidas Business Services e na Wipro, com recurso a uma abordagem qualitativa, baseada em análise documental e entrevistas. Os resultados mostram que ambas as empresas implementam diversas práticas sustentáveis de gestão de RH e que as comunicam internamente. No entanto, a utilização de canais específicos de comunicação interna para esse fim ainda está em desenvolvimento. É evidente o compromisso das organizações com a sustentabilidade e o esforço para comunicá-la internamente. A dissertação aplica um modelo de análise baseado em três abordagens da comunicação da sustentabilidade -de, sobre e para, distinguindo entre a forma como se comunica e o propósito da comunicação. A aplicação deste modelo aos casos estudados revela-se inovadora, contribuindo para o desenvolvimento teórico e oferecendo uma ferramenta útil para a análise empírica da comunicação interna em contextos de sustentabilidade.
- A comunicação interna na Associação Porto Business SchoolPublication . Sousa, Marta Alexandra Lopes de; Oliveira, Adriana José Veloso deA comunicação interna desempenha um papel fundamental no sucesso das organizações, influenciando a satisfação dos colaboradores, a produtividade e os resultados globais (Quirke, 2008). Atenta a estas questões, a Porto Business School (PBS) tem vindo a refletir sobre a comunicação interna da instituição, desenvolvendo um conjunto de ações, nomeadamente recolhendo a perceção dos colaboradores no que concerne à comunicação interna da instituição. Para isso, recorreu à aplicação do questionário «Índice de Excelência de 2022». Identificada necessidade de ser trabalha a comunicação interna, entendeu-se muito pertinente que a realização do estágio curricular fosse nessa área. Neste cenário, considerou-se pertinente a conceção do seguinte objetivo principal do estágio: definir um conjunto de ações visando ao melhoramento da comunicação interna na PBS. A metodologia adotada foi a investigação-ação, que combina intervenção prática com reflexão crítica. Assim, apresenta-se o respetivo relatório, que tem como intenção principal descrever o percurso desenvolvido ao longo do estágio na PBS na área da comunicação interna, nomeadamente as atividades realizadas para dar resposta ao objetivo que norteou o estágio. Atividade que passaram pela implementação de canais de feedback bidirecionais e a promoção de uma cultura organizacional mais transparente e inclusiva. As implicações deste estudo são significativas para a PBS, pois as recomendações propostas visam aumentar a satisfação e a produtividade dos colaboradores, melhorando o ambiente de trabalho e, consequentemente, o desempenho organizacional. Este relatório contribui para a literatura sobre comunicação interna, oferecendo um caso prático de aplicação de investigação-ação para resolver desafios organizacionais.
