ESS - RADT - Comunicações em eventos científicos
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- Analyses of pharyngeal constrictor muscles doses in radiotherapy of head and neck cancer patientsPublication . Guerra, Jéssica; Khouri, Leila; Ferreira, BrigidaLate dysphagia is a radiotherapy (RT) side-effect that may develop up to 3 years after treatment and could be related to the irradiation of the Pharyngeal Constrictor Muscles (PCM) in RT. To quantify the radiation dose delivered to the PCM in head and neck (H&N) cancer patients with and without dysphagia.
- Analysis of the cochlear dose in head and neck cancer radiotherapyPublication . Afonso, Jennifer; Khouri, Leila; Ferreira, BrigidaInternal hearing damage induced by radiotherapy (RT) can lead to sensorineural hearing loss (hypoacusia) due tumor’s proximity with the auditory apparatus. Furthermore, the concurrent use of RT with chemotherapy (cisplatin) is known to increase toxicity. To quantify the radiation dose delivered to the (ipsilateral and contralateral) cochlea in head and neck cancer patients with and without hypoacusia.
- Apparent diffusion coefficient in the analysis of prostate cancerPublication . Adubeiro, Nuno; Nogueira, Luísa; Ribeiro, Eduardo; Alves, Sandra; Ferreira, Hugo; La Fuente, JoséThe multiparametric magnetic resonance imaging (MPMRI) approach, has allowed the diagnostic performance in the detection and characterization of prostate cancer (PCa). Diffusion-weighted imaging (DWI), is an important technique in the MPMRI, that provides qualitative and quantitative biological information regarding water diffusivity in a non-invasive manner. The apparent diffusion coefficient (ADC) measures water mobility and can be quantified from the signal intensity loss between two or more b-values. Different studies reported that ADC values are directly associated with microvessel density and cellularity. One of the main aspects that is in discussion is the b-values that must be used in the DWI sequence in order to compute ADC.
- Avaliação das doses de Cone Beam Computed Tomography (CBCT) em pediatriaPublication . Sá, Ana Cravo; Campos, Guilherme; Fernandes, Paulo; Di Maria, SalvatoreO CBCT é o tipo de imagem mais utilizado em radioterapia, no entanto não existem recomendações para os diferentes protocolos [1]. As doses provenientes das imagens diárias poderão atingir 1-3% da dose prescrita, aumentando o risco de tumores radio-induzidos, sendo importante aferir para doentes pediátricos [2]. Pretende-se avaliar as doses de CBCT em doentes pediátricos. As medições realizaram-se em dois sistemas de CBCT, com recurso a um fantoma computed tomography dose index (CTDI) e câmaras de ionização de 100 mm [2]. Os protocolos de cabeça, tórax e pélvico foram considerados num total de 60 medições. Utilizou-se o fantoma TOR 18 FG para avaliar a qualidade da imagem. Avaliou-se a razão sinal ruído (RSR) com voltagens entre 40 kV até 150 kV e 25 mA e um tempo de exposição de 50 ms. As simulações Monte Carlo foram realizadas com o software PENELOPE e com recurso a dois fantomas femininos pediátricos de 10 e 15 anos. Entre os dois sistemas de CBCT verificaram-se diferenças de 1,5 mGy por CBCT para o protocolo de cabeça, 10,7 mGy para o protocolo pélvico e 1,5 mGy para o protocolo de tórax. Obteve-se o melhor rácio de RSR para 60 kV. A máxima diferença foi obtida no útero, com uma redução de dose de 93% face aos valores dos parâmetros fornecidos pelo fabricante. Atualmente, existem várias recomendações sobre os parâmetros de aquisição do CBCT e estes variam entre os diferentes países [3]. Vários estudos [2,4] demonstram estratégias de redução de dose dos CBCT que corroboram os nossos resultados. Obteve-se uma redução de dose de 29% para o protocolo de tórax, 39% para protocolo de cabeça e 42% para o protocolo pélvico para uma voltagem de 60 kV.
- Biomolecules in the relationship of cancer and obesityPublication . Almeida, Joana; Coelho, Pedro; Prudêncio, Cristina; Vieira, Mónica; Fernandes, Rúben; Fonseca, Magda; Soares, Raquel; Silva, Liliana; Faria, Isabel; Monteiro, Armanda; Pinto, Gabriela; Cea, V.; Galesio, M.; Noronha, J. P.; Diniz, M. S.; Sala, C.Obesity has been associated with various major causes of death and morbidity including malignant neoplasms. This increased prevalence has been accompanied by a worldwide increase in cutaneous melanoma incidence rates during the last decades, as well as gliomas, the most common primary malignant brain tumors in adults (Almeida et al., 2019). Although obesity aetiology is established, the implicated mechanisms remain unclear (Coelho et al., 2016). Melanoma is refractory to conventional therapies, and radiotherapy usage as an adjuvant therapy in cutaneous melanoma patients is ineffective, so it is extremely important to understand the antioxidant modulation of melanoma under an environment of obesity (Coelho et al., 2017; Oliveira et al., 2016). Moreover, the metastatic potential of some types of cancer is reduced or inhibited by obesity, which drives major concerns on the prognosis of metastasized patients (Fonseca et al., 2021). All of the studies disclose interesting models for the study of these tumors’ biology under an obese environment, that can be explored for the search of biomarkers, prognostic markers and therapeutic approaches.
- Comitês de ética na educação superior: da teoria à açãoPublication . Tavares, Diana; Cruz, Agostinho; Cabral, Ana Paula; Machado, Alberto; Sousa, Helena; Curado, Henrique; Faria, Isabel; Amorim, Manuela; Gonçalves, Maria João; Lopes, Paula; Monteiro, PedroAs Comissões de Ética são órgãos relativamente novos no dia-a-dia dos profissionais e investigadores da área da saúde. O Decreto-Lei n.º 80/2018 (15 / outubro) veio comprovar e validar a pertinência deste órgão nas Instituições de Ensino Superior. A Comissão de Ética da Escola Superior de Saúde tem alargado a sua atividade para além da avaliação de projetos de investigação. Os seus membros, enquanto profissionais e educadores, têm acompanhado a crescente e premente necessidade de humanização da saúde. Esta foi acentuada pela pandemia, devido ao agravamento da despersonalização do profissional e do paciente, mas igualmente enfatizada pelo desenvolvimento tecnológico, exigências burocrático-administrativas, implementação da inteligência artificial, entre outros. A nossa perceção é que a formação curricular em saúde não atende plenamente todas as necessidades, surgindo aqui a possibilidade de cada Comissão assumir um papel mais ativo na comunidade académica e profissional, promovendo uma formação contínua, passando da teoria à prática.
- Comparação dos efeitos secundários agudos da Radioterapia por intensidade modulada com a Radioterapia tridimensional conformada no carcinoma de próstataPublication . Pereira, A. V.; Fonte, D.; Alves, L.Introdução: Este trabalho tem como principal objectivo comparar os efeitos secundários agudos da Radioterapia por Intensidade Modulada (IMRT) e a Radioterapia Tridimensional Conformada (3 D-CRT) no carcinoma de Próstata; Materiais e métodos: Foram observados os processos clínicos de 30 doentes e analisados os efeitos colaterais da RT ocorridos no decurso do tratamento. Resultados: A percentagem de toxicidade aguda dermatológica foi superior no grupo tratado com 3D-CRT. Nenhum doente apresentou toxicidade aguda grave. Conclusões: O tamanho reduzido da amostra e a ausência de valores estatisticamente significativos, não permite concluir a influência da técnica de RT no desenvolvimento de efeitos secundários agudos.
- Estratégia preventiva da mucosite oral em doentes com tumores de cabeça e pescoço. Experiência com fosfato de cálcioPublication . Mousinho, Filipa; Costa Ferreira, Brigida; Khouri, Leila; Guardado, Maria João; Vale Marques, Rui; Rodrigues, Joana M.C.; Melo, GilbertoA mucosite oral é uma consequência frequente no tratamento de doentes oncológicos, nomeadamente de cabeça e pescoço. Refere-se a lesões eritematosas e ulcerativas da mucosa oral em doentes submetidos a radioterapia e/ou quimioterapia. Estas lesões são muitas vezes dolorosas e podem comprometer a nutrição, a hidratação, a higiene oral e ainda aumentar o risco de infecção sistémica. Infecções associadas a mucosite oral podem ser a causa de sepsis em doentes imunodeprimidos.
- Estudo experimental das doses por Tomografia Computorizada de Feixe Cónico em radioterapiaPublication . Bonito, André Filipe Anastácio; Sá, Ana Cravo; Ribeiro, Filipa; Campos, Guilherme; Moreno, Lília; Costa, Maria Jesus; Pontes, Miguel; Fernandes, Paulo; Di Maria, SalvatoreA Tomografia Computorizada por Feixe Cónico (TCFC) é usada para verificação dos tratamentos em radioterapia (RT). Contudo, a sua utilização implica uma dose adicional de radiação para o doente o que poderá potenciar preocupações sobre os efeitos tecidulares a longo prazo [1-4]. Objetivos: Pretende-se, avaliar as doses absorvidas por TCFC nos protocolos de cabeça, tórax e pélvico e entre três instituições visando a otimização da exposição do doente à radiação ionizante. Na revisão sistemática de literatura, utilizaram-se 73 fontes científicas. Posteriormente, realizaram-se medições nas instituições para os diferentes protocolos utilizados com recurso a um fantoma e duas câmaras de ionização. Para análise e comparação dos dados utilizou-se o programa Statistical Package for the Social Sciences, versão 29.0.2.0. Os resultados obtidos mostram que as doses nos protocolos pélvicos apresentam maior variabilidade entre as instituições (p=0.01), embora não se verifiquem diferenças significativas nas doses entre as duas câmaras de ionização. O protocolo pélvico demonstra ser o protocolo com maior dose nas três instituições (ẋ=14.45 mGye 𝞼= 2.883 mGy) contrariamente ao protocolo de cabeça (ẋ= 2.25 mGy e 𝞼= 0.997 mGy). Adicionalmente, observam-se diferenças nos parâmetros de aquisição de TCFC entre instituições para o mesmo protocolo sobretudo no valor de miliampere segundo (mAs)[5,6]. A variação dos parâmetros de aquisição entre instituições para o mesmo protocolo, especialmente nos valores de mAs, explica a divergência dos resultados obtidos. O estudo mostra que o protocolo pélvico apresenta uma grande dose e variabilidade entre instituições podendo esta variação ser explicada pela utilização de diferentes parâmetros de aquisição em cada instituição. Neste sentido, serácrucial realizar esta análise de dose para avaliar com exatidão as doses de TCFC em RT [5,6].
- Evaluation of radiotherapy doses in pediatric patients with Hodgkin Lymphoma: Monte Carlo SimulationsPublication . Mota, Inês; Sá, Ana Cravo; Costa, Fernando; Monteiro, Armanda; Aires, Fátima; Faria, IsabelHodgkin Lymphoma (HL) is one of the most common cancers in children, and radiotherapy (RT) is a crucial part of treatment. However, the risk of late effects, such as cardiotoxicity and secondary malignant neoplasms, is a concern due to radiation exposure to critical organs[2-8]. Advanced dose calculation methods, such as Monte Carlo Methods (MCMs), can improve dosimetry accuracy and help minimize these risks[9,10]. This study aims to assess organ doses in pediatric patients undergoing RT for HL. The research was structured into three main components: a systematic literature review, dose calculations using the Eclipse treatment planning system and simulations using the PRIMO software. Information was collected from the Pubmed database on the effect of doses on the organs of pediatric patients undergoing RT for HL. The search terms and the Boolean operator were used in the following search query: ((Hodgkin) AND (Late effects)) AND (Pediatric). A total of 17 articles were considered. PRIMO simulations showed greater accuracy with lower uncertainties than Eclipse. PRIMO calculated a heart dose of 1645 mGy, while Eclipse estimated 2142 mGy. For the breasts, PRIMO calculated 243 mGy versus 189 mGy in Eclipse. Though small, these differences may have clinical relevance, as studies indicate that doses above 20-30 Gy raise the risk of late effects like breast cancer and cardiotoxicity. PRIMO’s precision makes it more reliable for assessing pediatric radiation exposure, where accurate dosimetry is key to minimizing long-term risks. The comparative analysis showed that PRIMO, using MCMs offers more detailed and accurate dose calculations than Eclipse TPS. Incorporating MCMs into clinical protocols can improve the assessment of radiation risks and better protect critical organs, promoting safer and more effective treatment for pediatric HL patients.
