ESEIG - Provas Públicas Estatuto Carreira Docente
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- Projecto de consultoria na área da gestão de recursos humanosPublication . Raposo, Maria João Assoreira
- Sistemas de avaliação de desempenho e gestão por objectivos: concepção, implementação e desenvolvimentoPublication . Correia, Rui Nuno Figueiredo
- Manual de boas práticas: recurso didáctico para formação intra-empresasPublication . Rodrigues, Ana C.
- A promoção/progressão em 2008 de Assistente do 1º triénio a Assistente do 2º triénio (ECPDESP) e a aplicabilidade ou não das Leis nºs 43/2005, de 29.08 e 53-C/2006, de 29.12Publication . Henriques, José Martins dos AnjosO Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico, aprovado pelo Decreto-Lei nº 185/81, de 1 de julho, compreendia a categoria de Assistente, incluindo nela o “assistente do 1º triénio” e o “assistente do 2º triénio. O estatuto remuneratório para aqueles docentes, aprovado pelo Decreto-Lei nº 408/89 de 10 de novembro, no Anexo nº 2, distingue duas categorias: o “Assistente do 1º triénio” e o “Assistente do 2º triénio”. Do confronto entre os dois estatutos sobressai a questão de saber se estamos perante uma ou duas categorias e se a passagem do 1º triénio para o 2º triénio é uma promoção ou uma progressão. Por outro lado, as Leis n.º 43/2005, de 29 de agosto e nº 53-C/2006, de 29 de dezembro, impedem a contagem do tempo de serviço para efeitos de progressão em todas as categorias, incluindo as integradas em corpos especiais, como é o caso. Importa analisar se a passagem ao 2º triénio configura uma progressão ou uma promoção e, assim, aplicar ou não as referidas leis.
- Turismo religioso: estudo de mercado e comunicaçãoPublication . Almeida, Sandra Patrícia
- Proposta de alteração ao Decreto-Lei 39/2008 e da Portaria 517/2008: RJAL - Alojamento LocalPublication . Ribeiro, Joaquim José PereiraEste trabalho é parte integrante do processo de candidatura para atribuição do título de especialista, de acordo com o Decreto-Lei n.º 206/2009, de 31 de agosto, publicado em Diário da República, 1ª Série – N.º 168, e com o Regulamento para Atribuição do Título de Especialista no Instituto Politécnico do Porto, publicado em Diário da República, 2ª Série – N.º 200 de 18 de outubro, através do Despacho n.º 14093/2011. O presente documento pretende apontar caminhos e propostas que melhorem significativamente o espírito da Portaria nº517/2008, de 25 de junho. Esta portaria regula processos, quer de licenciamento quer de operacionalidade, do alojamento local, que não corresponde às atuais necessidades e características da oferta. A Secretaria de Estado do Turismo tem vindo a consultar as associações da hotelaria e alojamento, no sentido de ser reunido o consenso com os Stakeholders, que permita a alteração da referida portaria, e este trabalho reflete a proposta por mim elaborada, e apresentada pela AHRESP, Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, de quem sou Presidente do Grupo de Setor da Hotelaria e Alojamento Local, proposta que espero venha a ser considerada, uma vez que se trata de uma reflexão importante que visa a simplificação de processos e a regulamentação de um setor importante da nossa oferta turística.
- Projecto Vale do Minho digital: trabalho de natureza profissionalPublication . Lima, Manuel Jorge de Abreu Antunes
- Atividade tradutológica: a (r)evolução dos últimos 20 anosPublication . Pataco, TeresaA evolução científica e tecnológica alcançada nas últimas décadas do século XX e na primeira década e meia deste século proporcionaram avanços sociais, económicos, políticos e culturais de um alcance provavelmente incomensurável. Nunca como nos últimos cinquenta anos, a mente humana produziu em tão grande quantidade e com tanta qualidade. A importância da atividade tradutológica enquanto ferramenta potenciadora da comunicação intercultural num mundo “irremediavelmente” global não será elemento controverso: o impacto económico da indústria da língua está comprovado nas suas diferentes componentes (ensino/ aprendizagem de línguas estrangeiras e tradução). A partir da segunda metade do século passado, o domínio militar e económico da primeira potência mundial fomentou a expansão da sua língua nacional, o inglês, para níveis nunca antes alcançados por nenhum outro dos códigos que já tinham tido o papel de língua franca. Para quem não é oriundo de um país de língua oficial inglesa, a sua mobilidade internacional (ou de bens que pretenda exportar) depende, em grande parte dos casos, do domínio de um código linguístico outro que não a sua língua materna. A atratividade e o reconhecimento internacional das instituições de ensino superior portuguesas e da ciência que nelas se produz passa indubitavelmente pela capacidade que as mesmas tenham de comunicar na língua da cultura anglo-americana, imbuída cada vez mais de uma aura de hegemonia, que determina a inclusão em hierarquias de qualidade da produção científica. A “obrigação” de internacionalização dos programas de ensino, do corpo docente e discente conduziu à criação dos Gabinetes de Relações Internacionais do Instituto Politécnico do Porto, que fomentam os programas Erasmus, os estágios profissionais Leonardo da Vinci ou os programas de cooperação estabelecidos com outras instituições estrangeiras. A participação nestes programas enquanto entidade emissora ou anfitriã pressupõe a disponibilização de documentos oficiais e informação factual de acesso rápido e eficaz (designadamente através dos sítios web das unidades orgânicas), razão pela qual a ESEIG disponibiliza o seu sítio web, folhetos publicitários e brochura em português e inglês. Foi precisamente nesse projeto colaborativo de tradução em que participei, enquanto tradutora principal, coadjuvada pela Drª Gisela Soares (com o papel de “reviser”, tal como descrito na norma BS EN-15038 European Quality Standard) e pelo Dr. Steven Sarson (coordenador da Unidade Técnico-científica de Design da ESEIG, com o papel de “reviewer”, tal como descrito na norma BS EN-15038 European Quality Standard), como garantia de qualidade da versão inglesa. A análise deste projeto à luz da norma supra demonstra que, apesar da tradução para a L2 ser ainda considerada por muitos teóricos e profissionais ocidentais como uma prática indesejável, a verdade é que esta visão eurocêntrica pode ser posta em causa, e tem-no sido em vários estudos comparativos e longitudinais levados a cabo nas últimas duas décadas, bem como na atividade quotidiana de milhares de tradutores em todo o mundo.
- Desenvolvimento e implementação de um conceito de restauração comercialPublication . Azevedo, Daniel José Gaioso Vaz CarvalhoO trabalho agora apresentado – Desenvolvimento e implementação de um conceito de restauração comercial, no âmbito da candidatura à atribuição do Título de Especialista em Hotelaria e Restauração (área de formação 811), tem por base um projeto do Departamento de Desenvolvimento da empresa Ibersol, do qual o candidato era, há data, responsável. O projeto em questão foi desenvolvido no período compreendido entre Junho e Dezembro de 2006 sendo representadas neste trabalho as diferentes fases do processo de desenvolvimento e implementação de um Conceito de Restauração Comercial no âmbito do Portfolio de Conceitos da Empresa.
- Projecto de desenho para a identidade visual do Município de EsposendePublication . Serapicos, PedroIniciamos este estudo em peregrinação pelos deslumbramentos de uma região persistente na sua relação com o mar: Esposende. Motiva-nos a ideia de, através do Design, conseguir contribuir para a consolidação de um modelo contemporâneo de comunicação em que hoje se vêem implicadas as instituições autárquicas. Mediados pela análise da realidade local – história, fluxo populacional, artesanato, actividades económicas, arquitectura e geografia – aventuramo-nos pela experimentação de abordagens visuais, novas para o contexto actual do município, perspectivando a acessibilidade de memoração e capacidade de interacção sedutora com o cidadão. O projecto culmina numa ideia de identidade visual, corporativa, para a Câmara Municipal de Esposende, que procuramos além do expectável face à proximidade tradicional do folclore ou do típico convencional.