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- O Investigador - A batalha por publicaçõesPublication . Coelho, Tiago; Coelho, TiagoPublicar em revistas científicas com revisão por pares é desafiante. Para além de elaborar um artigo que descreva minuciosamente o processo e os resultados da sua investigação, os autores devem ser capazes de selecionar a revista mais adequada para submissão, tendo em conta fatores como âmbito, indexação, impacto, tempo médio de resposta, política de acesso às publicações, possíveis taxas de processamento e diretrizes editoriais. Além disso, os autores devem estar preparados para analisar as observações dos revisores e ajustar o trabalho conforme necessário, bem como lidar com a possibilidade de rejeição. Isto requer não só proficiência científica, mas também resiliência e capacidade de adaptação ao longo do árduo percurso até publicação. Com o objetivo primordial de preparar estudantes de ensino superior e investigadores em início de carreira para o processo de publicação de artigos em revistas científicas e desafios frequentemente associados a esta experiência, foi desenvolvido um recurso didático inovador: um jogo sério, de tabuleiro, intitulado “O Investigador - A Batalha por Publicações”. A presente publicação para além de explorar as dificuldades inerentes à publicação científica, também apresenta a descrição detalhada do processo de desenvolvimento do jogo, as suas instruções e material pedagógico complementar. Com o objetivo principal de preparar estudantes de ensino superior e investigadores em início de carreira para o processo de publicação de artigos em revistas científicas e desafios frequentemente associados a esta experiência, foi desenvolvido, por Tiago Coelho, um recurso didático que se trata de um jogo sério, de tabuleiro, designado como “O Investigador - A Batalha por Publicações”. A presente publicação refere-se às instruções do jogo e material pedagógico complementar.
- Envelhecer em casa - Manual para adaptar a casa à pessoa idosaPublication . Coelho, Tiago; Coelho, Tiago; GASPORTONesta década 2021-2030 dedicada ao Envelhecimento Saudável apresentamos a 2ª edição do Manual para Adaptar a Casa à Pessoa Idosa e, com ele, pretendemos projetar condições e expandir oportunidades para que as pessoas idosas tenham possibilidade de viver em casa com dignidade, segurança, saúde e participação.
- Inovação e Empreendedorismo Social em Terapia OcupacionalPublication . Trigueiro, Maria João; Coelho, Tiago; Almeida, Raquel Simões de; Campos, Carlos; Coelho, Tiago; Simões-Silva, Vítor; Simões-Silva, Vitor; Campos, CarlosNeste manual serão abordados alguns aspetos que pretendem clarificar o conceito de empreendedorismo social e inovação social e como podem ser utilizados na prática da terapia ocupacional.
- Programa de desenvolvimento da readinessPublication . Marques, António; Campos, Filipa; Almeida, Raquel Simões de; Simões de Almeida, Raquel; Campos, FilipaO desenvolvimento da readiness, é uma das possíveis etapas a explorar com a pessoa quese encontra em processo de recovery após a realização da avaliação da prontidão motivacional. Caso a pessoa não se sinta preparada ou esteja insegura na definição do seu objetivo global de reabilitação e em fazer mudanças na sua vida, deve ser envolvida em programas específicos para o desenvolvimento de competências que permitem ultrapassar essas barreiras. O programa de desenvolvimento da readiness permite aumentar o seu conhecimento sobre o recovery, o seu autoconhecimento e também oconhecimento dos recursos de suporte disponíveis que a poderão ajudar neste processo. Aumentar esse conhecimento sobre os contextos onde vive e sobre ela própria irá potenciar a sua motivação e a esperança para a recuperação e a curto prazo para a necessidade de mudar. Após este programa é esperado que a pessoa se sinta preparada econfiante para definir o seu objetivo de reabilitação e com base no mesmo a equipa terapêutica possa desenvolver todo o processo de avaliação e intervenção necessário à persecução do mesmo.No final deste processo será importante reavaliar-se a prontidão motivacional e caso os resultados sejam favoráveis partir para a delineação do objetivo global de reabilitação.Estão planeadas 10 sessões de caráter individual ao longo das quais serão abordados como principais temas: o que é a recuperação pessoal, testemunhos e recursos de suporte à recuperação, exploração e iden-tificação de interesses pessoais, valores, preferências e ambientes. Todas as sessões têm disponíveis fichas de reflexão, e alguns recursos, contudo o terapeuta poderá acrescentar outros materiais didáticos que potenciem o envolvimento e se aproximem mais à realidade de cada caso.É também possível que o terapeuta trabalhe em contexto de grupo alguns tópicos relevantes para as sessões individuais, caso a pessoa já se encontre a frequentar alguma atividade de grupo. Ao longo de todo o trabalho desenvolvido a pessoa é convidada a preencher os seus próprios registos como meio de fomentar a sua participação e envolvimento ativos.
- Programa de avaliação da readinessPublication . Marques, António; Campos, Filipa; Almeida, Raquel Simões de; Pereira da Silva Marques, António José; Campos, Filipa; Simões de Almeida, RaquelA avaliação da readiness é um processo que envolve a pessoa na clarificação da sua prontidão motivacional para participar no projeto individual de reabilitação. Pode ser considerada uma pré-fase no processo de reabilitação, uma vez que possibilita a identificação da vontade e motivação para a pessoa se envolver no processo.Caso se verifique que a pessoa não está pronta para a mudança deve-se procurar alternativas que desenvolvam esta competência ou o encaminhamento para outros serviços.A determinação da prontidão da pessoa é crucial para decidir a direção mais adequada do processo reabilitativo para um indivíduo específico, sendo também usada para identificar as áreas que necessitam de maior desenvolvimento para promover uma total e ativa participação.Avaliar a readiness também é um processo de avaliação-ação que visa envolver a pessoa numa verificação dos fatores que influenciam o seu sentido de esperança, confiança e motivação em relação à recuperação de uma vida com significado, uma aprendizagem, um trabalho e/ou um papel social.Habitualmente este processo decorre em seis sessões de aproximadamente uma hora, contudo poderá estender-se por mais algumas sessões de acordo com as competências e necessidades do indivíduo.É também possível que o terapeuta trabalhe em contexto de grupo alguns tópicos relevantes para assessões individuais, caso a pessoa já se encontre a frequentar alguma atividade de grupo na organização de saúde mental onde irá ser desenvolvida esta avaliação.
- Can digital technologies change schizophrenia care?: Opportunities and challengesPublication . Simões de Almeida, Raquel; Silva, TiagoDigital technologies like mobile applications, chatbots, virtual reality, and other technological solutions are already revolutionizing mental health care, including schizophrenia care. Digital mental health interventions are not intended to replace mental health professionals, in fact, they are a contribution to enhance prevention, improve diagnosis, and democratize monitoring and treatment. These systems usually handle large-scale sensitive data and require modern solutions to safely process and store data. Cloud-based services can respond to this challenge, but it is important to be aware of the current technical boundaries as well of dangers of health data handling. This chapter provides a review on the subject, presenting several data-driven applications for schizophrenia care and addressing some concerns such as efficacy, privacy and confidentiality, data security, accountability, engagement, ethical implications, and education and training. Some recommendations on clinical integration are also presented.
- Uncovering the dynamics of burnout, stress, anxiety, and depression in office workers: an experience sampling approachPublication . Ferreira, Simão; Silva, Inês; Rodrigues, Matilde; Rocha, NunoStress, anxiety, depression, and burnout are recognized as prominent mental health challenges within the workplace, and there is evidence to suggest that several psychosocial risk factors may be associated with the occurrence of these mental health problems. However, few studies have relied on the experience sampling method. To address this lack of knowledge, the present study aimed to characterize these mental health challenges in office workers and identify risk factors associated with their occurrence. The study involved a sample of 31 knowledge workers from a large company. To address the variables of interest, questionnaires were administered to the participants. The results revealed that perceived productivity, level of challenge, level of competence, and level of sleepiness were positively correlated with daily stress levels, whereas psychosocial factors such as workload and time available to perform tasks were found to exacerbate stress. These findings highlight the need to consider these risk factors in prevention and intervention programs aimed at promoting mental health in the workplace. In the future, integrating these factors as predictors of mental health problems in automated detection tools for stress, anxiety, burnout, and depression may prove beneficial.
- Effective integration of artificial intelligence in medical education: Practical tips and actionable insightsPublication . Garcia, Manuel B.; Arif, Yunifa Miftachul; Khlaif, Zuheir N.; Zhu, Meina; Almeida, Rui Pedro Pereira de; Simões de Almeida, Raquel; Masters, KenWith the increasing popularity of artificial intelligence (AI) applications in medical practices, the integration of AI technologies into medical education has garnered significant attention. However, there exists a noticeable research gap when it comes to providing comprehensive guidelines and recommendations for its successful integration into this domain. Addressing this research gap is crucial as the responsible and effective incorporation of AI in medical education not only ensures that current and future healthcare professionals are well-prepared for the demands of modern medicine but also upholds ethical standards, maximizes the potential benefits of AI, and minimizes potential risks. The objective of this chapter is to fill this gap by offering practical tips and actionable insights for incorporating AI into medical education, encompassing practical, ethical, pedagogical, and professional implications. Consequently, it equips medical educators and learners alike with the knowledge and tools necessary to navigate the evolving landscape of medical education in the age of AI.
- Virtual reality therapy: the power of role-playing social skillsPublication . Soutelo, Ana Paula; Sousa, Ana Rita; Monteiro, Maria Luís; Fernandes, Ângela; Coelho, Tiago; Portugal, PaulaRole-play (RP) is a technique for teaching communication and training interpersonal skills, known for its effective way of transmitting learning, in which simulation is one of its main distinguishing features. Social skills, moreover, are behaviors that involve the interpersonal relationship carried out in each social context. Although social skills training is consensually considered one of the most beneficial approaches to improving social functioning in individuals with mental illness, long-term motivation deficits diminish its effectiveness. Virtual reality technology effectively solves the motivation problem, providing a realistic and immersive experience that allows for role-playing of social skills. They provide presence and allow individuals to practice and enhance their social skills. The benefits of both RP and VR technology are clear, and the combination of the two has even greater potential. However, there is still a limited amount of research on the impact of VR in the practice of RP, so further investigation is crucial.
- Virtual reality interventions to improve function after strokePublication . Pereira, Miguel; Oliveira, Patrícia; Gomes, Manuela; Fernandes, Ângela; Portugal, Paula; Coelho, TiagoStroke is the most common neurological disease and one of the most common fatal diseases in the world. Stroke patients suffer from several physical, cognitive, and sensory complications that impact their functionality and independence in daily activities and, consequently, can reduce their quality of life. Given this impact, it is important to assess the various ways to ensure effective and satisfactory rehabilitation for the stroke person. Virtual reality has been proven in recent times as a promising tool in stroke motor rehabilitation, being effective with its immersive elements and, at the same time, motivating patients. With all this in mind, this chapter aimed to analyze the current scientific evidence of Virtual Reality intervention for functional rehabilitation of stroke patients.
