Logo do repositório
 
A carregar...
Miniatura
Publicação

Identificação de substâncias estranhas em plantas medicinais secas comercializadas de Melissa officinalis L. e Mentha × piperita L.

Utilize este identificador para referenciar este registo.
Nome:Descrição:Tamanho:Formato: 
COM_Catarina Emílio.pdf256.46 KBAdobe PDF Ver/Abrir

Orientador(es)

Resumo(s)

O uso de Plantas Aromáticas e Medicinais (PAM) tem vindo a aumentar, por estarem associadas a propriedades terapêuticas e serem consideradas mais seguras que a medicina convencional. Assim, surge a necessidade de garantir a qualidade das PAM comercializadas, através da identificação dos fármacos, da sua pureza e atividade terapêutica, para assegurar a segurança do consumidor. A determinação das substâncias estranhas é um ensaio quantitativo, estando os limites para muitas PAM estabelecidos na Farmacopeia. A Food and Drug Administration define substâncias estranhas como qualquer corpo estranho em um produto associado a condições/práticas impróprias na produção, armazenamento, distribuição.Também inclui partes sem valor do material vegetal bruto, como caules. Determinar a percentagem de substâncias estranhas presentes em amostras comerciais secas de erva-cidreira (Melissaofficinalis) e hortelã-pimenta (Mentha piperita). Trabalho experimental com a aquisição de 5 amostras diferentes das plantas em estudo e,pesagem da quantidade de 20 g e 10 g de amostra para erva-cidreira e hortelã-pimenta, respetivamente. Nas plantas em estudo utilizam-se em terapêutica as folhas, como tal, identificou-se e pesou-se os elementos estranhos (caules), na quantidade de amostra pesada anteriormente, para cálculo da percentagem. Para a erva-cidreira obtiveram-se valores de percentagem de elementos estranhos entre5,2±0,3% (amostra 1) e 23,5±1,8% (amostra 4); e para a hortelã-pimenta valores entre 2,0±0,3% (amostra 2) e 59,5±1,5% (amostra 4). Na erva-cidreira apenas a amostra 1 e 5 permaneceram com valores dentro dos estipulados na Farmacopeia Portuguesa(valores máximos de 10%), e no caso da hortelã-pimenta apenas as amostras 2 e 5 (valores máximos de 5%). Resultados semelhantes têm sido encontrados com outras espécies[6]. Apesar da presença de substâncias estranhas e outros contaminantes nas PAM, estes poderão ser reduzidas com a utilização de boas práticas na cadeia de produção, armazenamento e distribuição dos produtos.

Descrição

Palavras-chave

Melissa officinalis Mentha x piperita Substâncias estranhas Farmacopeia

Contexto Educativo

Citação

Ascensão, A., Emílio, C., Santos, M., Barros, H., Silva, M., Ribas, M., … Pinho, C. (2026). Identificação de substâncias estranhas em plantas medicinais secas comercializadas de Melissa officinalis L. e Mentha × piperita L. Proceedings of Research and Practice in Allied and Environmental Health, 2(3), 6. https://doi.org/10.26537/prpaeh.v2i3.6800

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo