ISEP – CIDEM – Artigos
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Entradas recentes
- Automatismos programáveis: 1.ª PartePublication . Santos, Adriano A.; Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] INTRODUÇÃO Durante longos anos os sistemas de controlo e de automatização de processos foram desenvolvidos recorrendo a elementos mecânicos e eletromecânicos constituídos, basicamente, por relés e comutadores. Com o surgimento dos semicondutores, por volta dos anos 50, abriram-se novos horizontes que levaram ao desenvolvimento de componentes eletrónicos capazes de substituir as, até então, tradicionais ligações físicas dos sistemas de controlo cablados. Estes novos elementos apresentavam uma série de vantagens das quais se distinguem a eliminação do desgaste mecânico, normalmente associado aos relés, diminuição do tamanho do componente e, principalmente, maiores velocidades de funcionamento. No entanto, estes elementos apresentavam também alguns inconvenientes associados essencialmente ao aumento do custo, à necessidade de pessoal especializado e à incompatibilidade das tensões utilizadas nos processos.
- Karnaugh maps approach to understanding control implantation behind digital pneumatics: Part 2Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel; Silva, António José Ferreira da[Excerpt] IV. IMPLEMENTING CONTROL FROM KARNAUGH MAPS At this point, the control of the study case is presented in the form of electrical pneumatic control (relay technology), a pure pneumatic control and an electro pneumatic control made in Ladder Logical diagram under a programmable logical controller.
- i5.0: revolução industrial e visão artificialPublication . Almeida Santos, Adriano ManuelNuma sociedade de informação onde a infoexclusão ainda é uma realidade, associada a uma aliteracia, de muita da população idosa e de uma grande parte da mais nova, termos como revolução industrial 4.0 ou outros, estão longe de ser compreendidos. Por outro lado, a indústria portuguesa ainda mal se refez das transformações preconizadas pela Indústria 4.0 e, em muitas dela nem cogitada foi, somo bombardeados com uma hova e utópica revolução social dita de 5.0. Vivemos ainda na influência da nossa grande revolução, a 4.2, a 5º ou a 10º de muitas revoluções que os portugueses travaram ao longo dos tempos. Se, por um lado vivemos uma grande revolução social em 1974, com grande esperança de melhoria de vida e de direitos sociais, de igualdade e tudo o mais, algo parecido com a Sociedade 5.0, ainda muito teremos de fazer pela saúde, pelo ensino, pelos jovens e idosos, e ainda muito mais pelas nossas políticas sociais e governamentais.
- Automatismos programáveis: 2ª PartePublication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] PROGRAMAÇÃO DE PLCS As linguagens de programação são o modo como os PLEs manipulam as instruções responsáveis pela realização das funções lógicas, do cálculo, da temporização e das contagens realizadas pelo CPU. Estas linguagens encontram-se estandardizadas mediante a Norma internacional IEC 61131-3, que define as diversas linguagens de programação de autómatas que podem ser constituídas por linguagens em formato texto e em formato gráfico, podendo ser combinadas e complementadas entre si. No entanto, poderão ser observadas outras nomenclaturas proprietárias dos fabricantes que, como poderá ser deduzido, não cumprem, na totalidade, com os requisitos da referida norma. As 4 linguagens referidas anteriormente e preconizadas na norma são designadas de Lista de Instruções (IL), Linguagem de Contactos (LD), Linguagem de Funções Lógicas (FBD) e GRAFCET (SFC).
- Automatismos programáveis: 3ª PartePublication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA EM LADDER O desenvolvimento de programas utilizando a linguagem Ladder tem por base a utilização de uma estrutura em Networks, segmentos, de inserção da lógica do circuito. A programação apresentada no seguimento deste texto terá como base de desenvolvimento o TIA Portal e, com tal, o suporte de hardware, 57 1200.
- Programação gráfica: 1ª PartePublication . Almeida Santos, Adriano ManuelINTRODUÇÃO O desenvolvimento de um programa passa pela definição de uma série de instruções utilizadas para, de forma condicional, executá-lo ou repeti-lo um determinado número de vezes. Para isso, poderão ser utilizadas várias representações de código que passam pela escrita de texto estruturado, pela representação gráfica de elementos lógicos, por blocos função ou por estruturas que encerram no seu interior parcelas de código como é o caso das estruturas do LabVIEW.
- Construção de automatismos, lógica básica: Parte 1Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] INTRODUÇÃO Atualmente a automação é considerada como uma das áreas tecnológicas mais relevantes para o desenvolvimento de processos industriais. Sendo assim há que definir o que se entende efetivamente por automação. Naturalmente que a definição aqui apresentada não será consensual, no entanto, pode-se dizer que automação ou automatização deve ser considerada como uma área do conhecimento onde os processos, industriais, comerciais, hospitalares, entre outros são controlados e executados, sem a intervenção humana direta, por meio de equipamentos mecânicos ou eletrónicos. A materialização deste conceito resulta na concretização, de uma forma automatizada, de um qualquer processo que funciona sem intervenção do ser humano.
- Fundamentos de controlo e programação: Parte 1Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] INTRODUÇÃO Para que se possa efetuar a gestão de um qualquer sistema de controlo é fundamental que se conheçam todos os parâmetros de controlo bem como os tempos de atuação. Para os sistemas de rega o controlo tem, também ele, que obedecer a parâmetros fundamentais que possam determinar o momento mais adequado para regar e a quantidade de água a aplicar em função, entre outros fatores, do estado de humidade do solo e da planta e da uniformidade da distribuição de água pelo sistema.
- Lógica sequencial, registos e contadores: Parte 3Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] Flip-flops T Os flip-flops do tipo T são flip-flops com uma única entrada (T). O comportamento deste tipo de flip-flops é equivalente ao comportamento de um flip-flop do tipo J-K com as entradas J e K unidas. Deste modo, se a entrada T apresentar uma entrada de nível baixo “0” o dispositivo encontra-se no seu modo de memória, mas pelo contrário, se a entrada T se encontrar a um nível alto “1” o dispositivo muda de estado, isto é, a saída alterna. Na Figura 19 mostra-se a sua representação simbólica e a tabela de verdade caraterística de um flip-flop T.
- Lógica sequencial, registos e contadores: Parte 4Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] TRANSFERÊNCIA DE REGISTOS Os registos de transferência ou deslocamento são constituídos por um conjunto de flip-flops utilizados em aplicações que necessitam de armazenar e transferir dados dentro de um sistema digital. O registo será então um circuito digital com funcionalidades básicas de armazenamento e de movimento de dados, pelo que o armazenamento temporário de n bits será formado por n elementos biestáveis.
