ISEP – CIDEM – Artigos
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Entradas recentes
- Redes de comunicação de dados: 2ª PartePublication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] De acordo com os conceitos definidos anteriormente, expor-se-á cada um dos pontos já referidos. Assim sendo, e independentemente da sua ordem passar-se-á a explicar cada um deles:
- Aquisição de dados, supervisão e controlo: 4ª PartePublication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] CRIAÇÃO DE RELATÓRIOS Os relatórios são “Reports” e podem ser gerados diretamente no LabVIEW. Estes podem ser guardados como ficheiros do tipo HTML ou enviados diretamente para uma impressora.
- Redes de comunicação de dados: 1ª PartePublication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] REDES DE DADOS Define-se uma rede de dados ou rede informática como sendo um conjunto de elementos (geralmente routers e switchs) ligados entre si segundo uma dada topologia que reflete os principais fluxos de dados que a possam percorrer. Esta é utilizada para transmitir informações entre os diversos equipamentos (computadores) interligados através de um sistema de comunicação digital.
- Automatismos programáveis: 1.ª PartePublication . Santos, Adriano A.; Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] INTRODUÇÃO Durante longos anos os sistemas de controlo e de automatização de processos foram desenvolvidos recorrendo a elementos mecânicos e eletromecânicos constituídos, basicamente, por relés e comutadores. Com o surgimento dos semicondutores, por volta dos anos 50, abriram-se novos horizontes que levaram ao desenvolvimento de componentes eletrónicos capazes de substituir as, até então, tradicionais ligações físicas dos sistemas de controlo cablados. Estes novos elementos apresentavam uma série de vantagens das quais se distinguem a eliminação do desgaste mecânico, normalmente associado aos relés, diminuição do tamanho do componente e, principalmente, maiores velocidades de funcionamento. No entanto, estes elementos apresentavam também alguns inconvenientes associados essencialmente ao aumento do custo, à necessidade de pessoal especializado e à incompatibilidade das tensões utilizadas nos processos.
- Karnaugh maps approach to understanding control implantation behind digital pneumatics: Part 2Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel; Silva, António José Ferreira da[Excerpt] IV. IMPLEMENTING CONTROL FROM KARNAUGH MAPS At this point, the control of the study case is presented in the form of electrical pneumatic control (relay technology), a pure pneumatic control and an electro pneumatic control made in Ladder Logical diagram under a programmable logical controller.
- i5.0: revolução industrial e visão artificialPublication . Almeida Santos, Adriano ManuelNuma sociedade de informação onde a infoexclusão ainda é uma realidade, associada a uma aliteracia, de muita da população idosa e de uma grande parte da mais nova, termos como revolução industrial 4.0 ou outros, estão longe de ser compreendidos. Por outro lado, a indústria portuguesa ainda mal se refez das transformações preconizadas pela Indústria 4.0 e, em muitas dela nem cogitada foi, somo bombardeados com uma hova e utópica revolução social dita de 5.0. Vivemos ainda na influência da nossa grande revolução, a 4.2, a 5º ou a 10º de muitas revoluções que os portugueses travaram ao longo dos tempos. Se, por um lado vivemos uma grande revolução social em 1974, com grande esperança de melhoria de vida e de direitos sociais, de igualdade e tudo o mais, algo parecido com a Sociedade 5.0, ainda muito teremos de fazer pela saúde, pelo ensino, pelos jovens e idosos, e ainda muito mais pelas nossas políticas sociais e governamentais.
- Automatismos programáveis: 2ª PartePublication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] PROGRAMAÇÃO DE PLCS As linguagens de programação são o modo como os PLEs manipulam as instruções responsáveis pela realização das funções lógicas, do cálculo, da temporização e das contagens realizadas pelo CPU. Estas linguagens encontram-se estandardizadas mediante a Norma internacional IEC 61131-3, que define as diversas linguagens de programação de autómatas que podem ser constituídas por linguagens em formato texto e em formato gráfico, podendo ser combinadas e complementadas entre si. No entanto, poderão ser observadas outras nomenclaturas proprietárias dos fabricantes que, como poderá ser deduzido, não cumprem, na totalidade, com os requisitos da referida norma. As 4 linguagens referidas anteriormente e preconizadas na norma são designadas de Lista de Instruções (IL), Linguagem de Contactos (LD), Linguagem de Funções Lógicas (FBD) e GRAFCET (SFC).
- Automatismos programáveis: 3ª PartePublication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA EM LADDER O desenvolvimento de programas utilizando a linguagem Ladder tem por base a utilização de uma estrutura em Networks, segmentos, de inserção da lógica do circuito. A programação apresentada no seguimento deste texto terá como base de desenvolvimento o TIA Portal e, com tal, o suporte de hardware, 57 1200.
- Programação gráfica: 1ª PartePublication . Almeida Santos, Adriano ManuelINTRODUÇÃO O desenvolvimento de um programa passa pela definição de uma série de instruções utilizadas para, de forma condicional, executá-lo ou repeti-lo um determinado número de vezes. Para isso, poderão ser utilizadas várias representações de código que passam pela escrita de texto estruturado, pela representação gráfica de elementos lógicos, por blocos função ou por estruturas que encerram no seu interior parcelas de código como é o caso das estruturas do LabVIEW.
- Construção de automatismos, lógica básica: Parte 1Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] INTRODUÇÃO Atualmente a automação é considerada como uma das áreas tecnológicas mais relevantes para o desenvolvimento de processos industriais. Sendo assim há que definir o que se entende efetivamente por automação. Naturalmente que a definição aqui apresentada não será consensual, no entanto, pode-se dizer que automação ou automatização deve ser considerada como uma área do conhecimento onde os processos, industriais, comerciais, hospitalares, entre outros são controlados e executados, sem a intervenção humana direta, por meio de equipamentos mecânicos ou eletrónicos. A materialização deste conceito resulta na concretização, de uma forma automatizada, de um qualquer processo que funciona sem intervenção do ser humano.
