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- Condição feminina no império colonial portuguêsPublication . Centro de Estudos InterculturaisAusentes ou mitificadas, silenciadas ou vitimizadas, as mulheres da História de Portugal são exemplo do papel desempenhado pelo discurso historiográfico e pelo crivo da ideologia e da memória colectiva na formação das identidades, das suas práticas e representações. A ausência da mulher emerge em especial no momento de analisar a condição feminina no vasto cenário do espaço colonial e metropolitano, do Brasil ao Extremo Oriente, passando pela Europa, África e Índia, entre o início da expansão do século XVI e a devolução das colónias. Descrevendo com seriedade científica as vivências e os (pre)conceitos de que as mulheres foram sujeitos e objectos, esta obraconvoca uma multiplicidade de disciplinas, para que as perspectivas e a selecção das fontes e metodologias sejam isentas e plurais, e acolhe as mais diversas origens nacionais, para que se façam ouvir em sintonia as várias memórias intervenientes na saga global, bem como as diferentes versões da história do império colonial português.
- Women in the portuguese colonial empire: the theatre of shadowsPublication . Centro de Estudos InterculturaisWomen in the portuguese colonial empire: the theatre of shadows
- From here to diversity: globalization and intercultural dialoguesPublication . Centro de Estudos InterculturaisFrom Here to Diversity: Globalization and Intercultural Dialogues sees interculturalism as movement, transit, travel, the dynamics between cultures. Contemporary intercultural travel is a global journey, a circumnavigation at the speed of light that underwrites all the comings and goings, the departures and arrivals, the transmissions and receptions that are implicit in this title. Hence, From Here to Diversity examines the motivations, characteristics and implications of cultural interactions in their perpetual movement, devoid of spatial or temporal borders, in a dangerous but stimulating indefinition of limits. In the contemporary intercultural dialogue, new voices are making themselves heard, as valuable sources of study: the voices of women; non-occidentals; the non-powerful; forgotten narratives of a past that was as intercultural as the present (after all, what is colonialism other than a perverse form of interculturality?); global entertainment; tourism; oral literature; diaries; mythical narratives; the cinema; ethnography; new teachings, among so many others. Because this project is also intercultural at its source and subject, From Here to Diversity: Globalization and Intercultural Dialogues adds to the coherence of the project by including contributions from the most wide-ranging backgrounds and nationalities, without fear of the alterity that, after all, we propose to study.
- Diálogos interculturais: os novos rumos da viagemPublication . Centro de Estudos Interculturais; Santos, Clara Maria Laranjeira Sarmento eDiálogos Interculturais: Os Novos Rumos da Viagem é um título simultaneamente ambíguo e claro, tão original e fértil em significados potenciais, como previsível e estéril na forma como estes são tantas vezes explorados. O termo ‘intercultural’ proporciona uma infinitude de interpretações e assim entrou na moda. A ‘interculturalidade’ evoca uma reunião de autores de origens mais ou menos exóticas, com um passado colonial nem sempre bem resolvido, de preferência com um nome invulgar e vestes a condizer. De uma publicação ‘intercultural’, em autoria e conteúdo, espera-se que verse temas polémicos e origine textos plenos de verbos modais. O termo ‘viagem’, esse então pode abranger por definição todo o globo e mais além. Mas, no caso presente, trata-se d’A Viagem, uma viagem com artigo definido e com Novos Rumos. Desenha-se uma tarefa duplamente difícil, não só na ‘novidade’ que propõe, mas também na pesada herança que uma edição portuguesa assim intitulada necessariamente recebe, tendo em conta o passado histórico português, pleno de viagens pioneiras. Impõe-se, logo à partida, uma definição conceptual. Diálogos Interculturais: Os Novos Rumos da Viagem opera com um conceito de interculturalidade enquanto mobilidade, trânsito, dinâmica entre culturas. Um conceito que justifica os movimentos de ida e de volta, de partida e de chegada, de emissão e de recepção implícitos nos Diálogos e na Viagem do título, e que convoca o auxílio da tradução cultural e da cartografia epistemológica. Estudam-se as causas, as características e implicações da dinâmica intercultural, em perpétuo movimento, sem fronteiras espaciais nem temporais, numa tão perigosa quanto estimulante indefinição de limites. Compare-se, sem qualquer (des) valorização ou hieraquia, a noção de ‘multiculturalidade’, enquanto espaço identificável, delimitado, onde coabitam diferentes culturas. O espaço multicultural será consequência do movimento intercultural e, como tal, será também aqui referido. Qualquer discurso contemporâneo que verse a temática da interculturalidade insere- -se numa realidade de novos destinos e de novos portos de chegada e de partida, que se cruzam e interiorizam na normalidade das práticas quotidianas. O Portugal do século XXI é um país em trânsito constante, de chegada e de partida, migrante, emigrante e imigrante. Mas a viagem mais atribulada de Portugal, uma viagem que ainda ruma ao desconhecido, continua a ser aquela que Portugal fez-faz-fará dentro de si próprio...
- Investigação e Intervenção em Recursos HumanosPublication . Araújo, Manuel; Martins, DoraColectânea seleccionada de artigos de Investigação e Intervenção no âmbito da área de recursos Humanos, oriundos da conferência "Investigação e intervenção em Recursos Humanos: Gestão para a Cidadania" (CIIRH11), promovida pelo Núcleo de Investigação e Desenvolvimento de Recursos Humanos pertencente à Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão do instituto Politécnico do Porto.
- A Correspondência luso-brasileira: narrativa de um trânsito interculturalPublication . Santos, ClaraO artigo explora a experiência intercultural entre Portugal e o Brasil, entre 1807 e 1823, de duas famílias oriundas da pequena nobreza rural do Norte de Portugal, com especial atenção ao percurso intercultural feminino. A Correspondência é uma representação polifónica de um movimento de transculturação pessoal, familiar, social e grupal, ao longo de quase duas décadas, e funciona como uma tradução por vezes consecutiva, outras vezes simultânea, dos eventos históricos testemunhados. O conceito de tradução intercultural aqui utilizado baseia-se no pensamento de Boaventura de Sousa Santos (2006; 2008). Esta análise da Correspondência articula os contextos concretos e situados do seu objecto de estudo, com o propósito de construir o conhecimento de diferentes momentos históricos, racionalidades e mundividências.
- In permanent transit: discourses and maps of the intercultural experiencePublication . Santos, Clara; Buraca, Sara; Sousa, SílviaIn Permanent Transit: Discourses and Maps of the Intercultural Experience is a transnational project by authors from Portugal, Brazil, Macao, Canada, the Netherlands and the United States of America, that voices a truly intercultural dialogue. This compilation of essays from multiple origins, both in geographical and academic terms, covers an unexpected collection of areas often ignored by mainstream academia. It also tries to build effective epistemological bridges between anthropology, historiography, and gender, cultural, communication, literary, media, legal, and translation studies. The various colleagues invited to participate in this project created an interdisciplinary approach to the examination of migrations, traffics, technologies, communication, regulations, the media, and numerous other intercultural processes, in the context of past and present times. This is why In Permanent Transit offers a convergence of perspectives, combining conceptual and empirical work by sociologists, anthropologists, historians, linguists, educators, lawyers, media specialists, and literary studies writers, in their shared attempt to understand the many shades of the intercultural experience. In Permanent Transit: Discourses and Maps of the Intercultural Experience and its authors see the ‘intercultural’ as a movement, a journey, as a dynamic between cultures. Contemporary intercultural travel is indeed a global journey, a circumnavigation powered by the speed of new technologies. This concept of ‘intercultural’ underwrites all the comings and goings, the transmission and reception of information that are implicit in the communication, in the diversity and in the transit that the prefix ‘inter’ suggests, from the perverse intercultural dialogue of colonialism to the current cultural heteroglossia of the internet. This is why we examine the motivations, characteristics and regulations of cultural interactions in their perpetual movement, devoid of spatial or temporal borders, in a dangerous but stimulating indefinition of limits. Normative practices of modern research in the vast field of the Humanities do not privilege relations of permanence any longer, to the detriment of relations of movement, a perspective which changed as a result of the endless mobilities that travel the world today, constructed and mediated in multiple ways. As Stuart Hall (1994) states, the notions of belonging and homeland are now being reconceptualised in contexts of migration, deterritorialization, diaspora, virtuality, digitalization, and other features of the globalised world. Thus, cultural identities are not fixed, but fluid; not given but performed. In this way we cross the first great border to intercultural transit—the frontier created by the concept of culture itself—avoiding the commonplace notion of the intercultural as simply ‘us’ versus ‘them’, and steering clear of the fundamental error of an interculturalism that ignores the diversity and dynamism contained in its own definition. A book like this generates an interdisciplinary dialogue between fields that have traditionally ignored each other, because it is also intercultural at its source and subjects, not just in the objects that are examined. Because this book does not fear the alterity that, after all, it proposes to study. In Permanent Transit: Discourses and Maps of the Intercultural Experience functions as a sort of third space, to quote from Homi Bhabha (1999). A third space for hybridity, subversion, transgression. Hybridity—and cultural translation, which Bhabha regards as a synonym for hybridity—is politically subversive. Hybridity is the space where all binary divisions and antagonisms, typical for modernist political concepts, including the old opposition between theory and politics, do not work anymore. They don’t work in these pages either. New research centres, modern universities and evolving polytechnics have promoted cultural relationships and dynamics otherwise unimaginable. Present day converging interests are evident in the expectations of both publishers and the reading public and in the relations of power that shape stereotypical academic life. These notions and expectations persistently transform the output of young researchers, to the extent that they tend to adapt their practices and creative capabilities to professional and economic pressures. However, many of those young researchers often respond to such pressures with their own strategies, innovations and subversions, and seldom do they remain passive within the process of incorporation in large scale political and academic systems. Networks and echoes emanating from the international academic community spread rapidly throughout the globe and their multiple forms of cultural interaction bring with them their own forms of manipulation and subversion of power. These actions carried out in the ‘peripheries’—and which are, in turn, central in the lives and experiences of individuals—can be designated and described, more or less metaphorically, as “borderzones” (Bruner, 1996: 157-79), “intersecting discursive fields” (Tsing, 1993), academic diasporas, or “spaces on the side of the road” (Stewart, 1996), all of them reflecting the dialogic nature of culture.
- 7ª Conferência Ibérica de EmpreendedorismoPublication . Negas, Mário Carrilho; Rodrigues, Carolina; Ribeiro, João; Castilho, Olímpio; Rua, Orlando; Oliveira, António José Monteiro de; Pereira, Benjamime 9 de junho de 2017, organizada pela EMPREEND - Associação Portuguesa para o Empreendedorismo, pelo Instituto Politécnico do Porto/ Instituto Superior de Contabilidade de Administração do Porto (ISCAP) e pela Câmara Municipal de Esposende, transformando esta cidade no centro Ibérico de empreendedorismo. A Conferência Ibérica de Empreendedorismo (Ciem), tem como objetivo fundamental reforçar sinergias entre o universo científico e o empresarial com o desígnio de partilhar conhecimento, capacidades e experiências, contribuindo assim para melhorar e alavancar as relações entre os pares que investigam na área do Empreendedorismo e assegurando a transferência de conhecimento para aqueles que atuam no mercado global através da inovação e da criatividade. Tal contribuirá para a dinamização da economia reforçando assim a triple hélice entre empresas, governos e academia. A Ciem2017 pretende igualmente ser um espaço de convívio, partilha de experiências, conjugação de esforços e a criação de parcerias entre universidades, empresas e outras organizações, com o objetivo de fortalecer e impulsionar o empreendedorismo transfronteiriço entre Portugal e Espanha. No ano passado realizou-se a CISI2016 – 1ª Conferência Internacional de Sustentabilidade e Inovação, em agosto, na Universidade Federal de Santa Maria – Santa Maria – RS - Brasil. A CISI é um evento técnico-científico anual, que visa Abordar a Sustentabilidade e Inovação como fator chave de crescimento económico; Impulsionar a investigação no domínio da Sustentabilidade e Inovação a nível internacional; Constituir uma referência internacional no âmbito do estudo de novas perspectivas da Sustentabilidade e Inovação, promovendo a ligação entre a academia e o mundo empresarial e, Promover a aproximação, a troca de experiências e, estabelecer alianças estratégicas entre a academia e o tecido empresarial internacional. Por fim, os nossos agradecimentos para todos os que directa ou indirectamente colaboraram com a Ciem2017: autores, comissões, patrocinadores, parceiros, etc., que de múltiplas formas ajudaram e contribuíram para o êxito do evento. Um agradecimento especial à Câmara Municipal de Esposende. Boa leitura! Esposende, junho de 2017 Mário Carrilho Negas Carolina Rodrigues João Ribeiro Olímpio Castilho Orlando Rua António Oliveira Benjamim Pereira
- 8ª Conferência Ibérica de EmpreendedorismoPublication . Oliveira, António; Hernández, Brizeida; Rodrigues, Carolina; Sánchez García, José Carlos; Negas, Mário Carrilho; Lobão, Maria de Fátima; Rua, OrlandoEste documento inclui os artigos científicos dos autores participantes na 8ª Conferência Ibérica de Empreendedorismo, Ciem2018, no Colégio Fonseca – Universidade de Salamanca, Salamanca, Espanha, de 14 a 16 de novembro de 2018, organizada pela EMPREEND - Associação Portuguesa para o Empreendedorismo, e pela Universidade de Salamanca, transformando esta cidade no centro Ibérico de empreendedorismo. A Conferência Ibérica de Empreendedorismo (Ciem), tem como objetivo fundamental reforçar sinergias entre o universo científico e o empresarial com o desígnio de partilhar conhecimento, capacidades e experiências, contribuindo assim para melhorar e alavancar as relações entre os pares que investigam na área do Empreendedorismo e assegurando a transferência de conhecimento para aqueles que atuam no mercado global através da inovação e da criatividade. Tal contribuirá para a dinamização da economia reforçando assim a triple hélice entre empresas, governos e academia. É com regozijo que a 8.ª Conferência Ibérica de Empreendedorismo (CIEM) e o Foro Ibérico de Empreendedorismo, promovidos pela Empreend – Associação Portuguesa para o Empreendedorismo e pela Cátedra de Empreendedores da Universidad de Salamanca e se associam à comemoração dos 800 anos da Universidad de Salamanca. Ao longo da sua existência a Ciem tem estimulado o espírito empreendedor de nações, organizações e indivíduos, “fazendo acontecer” vários projetos que muito têm contribuído para a exploração e consolidação de elos entre academia, organizações e governos, através do seu mais poderoso recurso – o Conhecimento. Destaca-se o contributo particular desta conferencia na promoção do empreendedorismo transfronteiriço entre Portugal e Espanha. A Ibéria, enquanto espaço disseminador e acelerador de empreendedorismo, tem sido o palco privilegiado para encetar uma série de iniciativas pioneiras, com repercussões políticas, económicas, sociais, tecnológicas, ambientais e legais, que têm positivamente impactado a melhoria do bem-estar do ser humano. O trabalho desenvolvido pela Empreend – Associação Portuguesa para o Empreendedorismo e pela Cátedra de Empreendedores da Universidad de Salamanca concorre, assim, para o desígnio anteriormente referido, dado permitir aos vários stakeholders do ecossistema...
- Gestão do talento em organizações da Península IbéricaPublication . Martins, Dora; Cruz, Rita MoreiraParte II − Boas práticas de gestão de talento
