Browsing by Author "Lopes-dos-Santos, Pedro"
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- A avaliação das necessidades de apoio no desenvolvimento de planos individuais de transiçãoPublication . Santos, Miguel; Sanches-Ferreira, Manuela; Silveira-Maia, Mónica; Martins, Susana; Alves, Sílvia; Lopes-dos-Santos, PedroUma sociedade inclusiva assenta na garantia e defesa dos direitos humanos e é caracterizada pela participação de todos os cidadãos nas várias dimensões e contextos da vida. Neste ensaio, demonstraremos como a avaliação das necessidades de apoio dos jovens com incapacidade intelectual, e especificamente a avaliação através da Supports Intensity Scale (SIS - Escala de Intensidade de Apoios), constitui um passo essencial no desenvolvimento de Planos Individuais de Transição numa perspetiva centrada na pessoa, que pragmatiza os princípios de uma sociedade inclusiva.
- DEHB DEGERLENDIRME SÜRECIPublication . Sanches-Ferreira, Manuela; Santos, Miguel; Lopes-dos-Santos, Pedro; Vale, Maria do Carmo
- A desconstrução do conceito de Deficiência Mental e a construção do conceito de Incapacidade Intelectual: de uma perspetiva estática a uma perspetiva dinâmica da funcionalidadePublication . Sanches-Ferreira, Manuela; Lopes-dos-Santos, Pedro; Santos, Miguel Augustoas questões em torno da deficiência, da incapacidade e da funcionalidade tornaram-se, nas últimas décadas, importante foco de discussão e de elaboração conceitual, com a produção de um corpo de saberes que confere legitimidade científica a uma visão mais positiva e dignificante das condições de deficiência e de incapacidade. A premissa base dessa produção de conhecimento é a assunção da reciprocidade das relações indivíduo/meio, enquanto unidade nuclear de análise, onde a incapacidade é encarada, não como característica intrínseca da pessoa, mas como o resultado do desajustamento entre as funcionalidades do indivíduo e as solicitações dos cenários onde ele é chamado a participar. É nesta base que, neste artigo, nos propomos examinar as implicações que tais posicionamentos tiveram na desconstrução do construto de deficiência mental (mental retardation) e subsequente mudança para a designação incapacidade intelectual (intellectual disability), pela American Association of Intellectual and Developmental Disabilities. Para atingir esse propósito discutiremos a evolução do conceito de deficiência mental, explorando o território conceitual que o instituiu e aquele que contribui para a sua desconstrução. Por último, a enunciação teórica deste artigo pretende contribuir para demonstrar a interdependência existente entre modos de pensamento e modos de ação, e que no caso da Educação Especial é corporizado na aceitação progressiva do paradigma da inclusão.
- Dimensões ambientais e produtos e tecnologias influentes na participação e inclusão de alunos com incapacidadePublication . Silveira-Maia, Mónica; Lopes-dos-Santos, Pedro; Sanches-Ferreira, Manuela; Alves, Sílvia; Parada, Ana
- Estrutura e produtividade narrativa numa amostra de estudantes surdosPublication . Alves, Cidália; Lopes-dos-Santos, Pedro; Barbosa, SusanaNeste estudo pretendeu-se explorar o desempenho na produção de textos narrativos de 22 estudantes surdos oriundos de duas escolas de referência que frequentavam o 3º ciclo do ensino básico. Procurou caracterizar-se a coerência e a produtividade dos textos escritos produzidos, eliciados através de um livro de imagens sem texto que ilustra uma história considerada prototípica do ponto de vista da coerência narrativa. Os resultados evidenciaram que alguns dos participantes revelaram dificuldade com o conceito de narrativa e com os elementos estruturais alocados ao princípio, meio e (m da história. Os pares das estruturas tempo/espaço e problema/resposta interna revelaram uma forte associação entre si. o que pode ter implicações a nível da educação da competência narrativa. As medidas de produtividade, bem como o número de elementos de estrutura, mostraram ser sensíveis ao contexto educativo onde as crianças aprendiam. A discussão enfatiza as potenciais implicações dos resultados a nível do ensino de competências narrativas.
- Estudo das Actividades e das Interacções Educativas em três Unidades de Apoio Especializado a Alunos com MultideficiênciaPublication . Marques-da-Silva, M. J.; Sanches-Ferreira, Manuela; Lopes-dos-Santos, PedroEsta pesquisa examina as actividades e interacções educativas de 24 alunos com multideficiência em três Unidades de Apoio Especializado à Multideficiência. A observação mostra que os alunos com um nível global de competência mais elevado têm mais oportunidades de aprendizagem do que os seus colegas com um nível global de competência mais baixo. Por outro lado, os alunos com menos competência estão mais tempo envolvidos em actividades não funcionas, recebem menos interacções dos professores e permanecem menos tempo na tarefa.Os nossos resultados sugerem que as Unidades de Apoio Especializado devem aumentar as oportunidades de participação de todos os alunos que frequentam este espaço educativo.
- Estudo das reacções do recém-nascido ao som de uma voz humana nas primeiras 48 horas de vida pós-partoPublication . Lopes-dos-Santos, Pedro; Sanches-Ferreira, Manuela; Ferreira Alves, José; Carmona, Carla; Leite, Cristiana PintoQuarenta bebés de termo (metade dos quais nascidos há menos de 24 horas e a outra metade tendo entre 24 e 48 horas de vida pós-parto) foram subme tidos a duas séries de apresentação do som de uma voz feminina. Cada série durava 24 segundos e o plano estava organizado de forma a que surgissem alternadamente em dois amplificadores situados um à direita e o outro à esquerda da cabeça dos sujeitos. As medidas foram colhidas por 3 observa dores de acordo com uma técnica que permitia a representação da sequência temporal de cada unidade de comportamento. Observou-se que o som da voz exerceu um efeito activador sobre a conduta dos bebés que no início da estimulação rcvrlaviun níveis baixos de activação e uma influência apazi guadora sobre os n ém-nasddos que manifestavam índices de activação mais elevados. Verificaram-se também respostas de orientação em direcção ao som e movimentos de abertura da boca provocados pela voz. Só os bebés com mais de 24 hora-; responderam ao estímulo sonoro através de compor tamentos de abertura dos olhos, e constatou-se que a probabilidade de ocor rência desta resposta foi superior após deslocações da cabeça orientadas para o som. A partír dos resultados, discute-se a importància do canal acústico nas interacções sociais entre o recém-nascido e o adulto; sustenta-se igualmente a existência precoce de uma estrutura de processamento central que articula entre si as informações provenientes das várias modalidades sensoriais.
- How individualised are the Individualised Education Programmes (IEPs): an analysis of the contents and quality of the IEPs goalsPublication . Sanches-Ferreira, Manuela; Lopes-dos-Santos, Pedro; Alves, Sílvia; Santos, Miguel; Silveira-Maia, MónicaIt is widely accepted that students with additional support needs benefit substantially from the implementation of individualised, intentional and planned interventions (e.g. Pretti-Frontczak and Bricker 2000; Wolery 2000). These interventions are usu- ally reported in the Individualised Education Programme (IEP) that constitutes the educational map for students with disabilities (Ruble et al. 2010) and contributes to ‘bridge (…) “what is” and “what can be”’ in students’ life (Thompson et al. 2009, 138). These geographical metaphors are pertinent because they suggest a parallel between a journey and the three central dimensions of an IEP (Bateman and Herr 2006; Lee-Tarver 2006): (a) a specific departure point – the child’s present level of performance; (b) a personal destination – measurable goals; (c) an individualised route and vehicle – needed supports and services. Individualisation, therefore, has been described as the nuclear factor for intervention effectiveness (Wolery 2000).
- How the use of the International Classification of Functioning, Disability and Health for Children and Youth changed the Individualized Education Programs in PortugalPublication . Silveira-Maia, Mónica; Lopes-dos-Santos, Pedro; Sanches-Ferreira, Manuela
- Monitoring, Evaluating & Assessment of ADHDPublication . Santos, Miguel; Sanches-Ferreira, Manuela; Lopes-dos-Santos, Pedro; Vale, Maria do CarmoDespite the existence of relatively clear diagnostic guidelines (APA, 1994), establishing a diagnosis is a difficult matter (Anastopoulos & Schaffer, 2001; Neul, Applegate & Drabman, 2003). Children with Attention Deficit Hyperactivity Disorder (ADHD) are generally characterized by their inattention, impulsivity, and hyperactivity. Nevertheless, these characteristics may vary a lot, according to the child, the situation and the circumstances. They may occur in different degrees of severity, affecting students in different ways, and may be associated with other disorders. The authors conclude that any assessment of ADHD must be comprehensive and multidimensional in nature, to capture variations and differences in all situations and settings. To identify any co-morbid features and the impact on home, school and social functioning (op. cit, 2001). There is, to date, no single diagnostic test to identify ADHD. Professionals should rely on a battery of measures and data to diagnose ADHD and to organise an intervention plan. This battery varies according to different authors. Wright (2002) proposes that the battery should consist of documentation of general educational interventions, parent and teacher interviews, behaviour rating scales and classroom observations. Resnick (2005) suggests that evaluation of ADHD should be based on the following sources: (a) Psychological, developmental, and social history, including employment and educational history for adults; (b) School records, including report cards, achievement tests, teacher/school reports, and special services / special education testing along with Individual Education Plans (IEP’s); (c) Teacher ratings; (d) Parent ratings; (e) Computerized Assessment Tests, measuring inattention, distractibility, and impulsivity (ex: Conner’s Continuous Performance Test); (f) Mental Status Exam, observing the person for symptoms of ADHD while ruling out other diagnoses. We are going to review some of the data sources mentioned above, paying special attention to measures that should be obtained in school or at home, and that are particularly important to the organisation of a behavioural intervention plan. Specifically, we are going to talk about: Interviews, Behaviour Rating Scales, Clinic-based Measures and Direct Observation. We are going to pay special attention to a method called Functional Behaviour Assessment, very useful for understanding behavioural sequences that are affecting the behaviour of the child.
