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Biomarcadores de prognóstico e potenciais alvos terapêuticos no carcinoma epidermóide da orofaringe

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Resumo(s)

O carcinoma epidermoide da orofaringe (OPSCC) é o subtipo mais comum de carcinoma de cabeça e pescoço, sendo associado ao tabaco, álcool e ao vírus do Papiloma Humano (HPV). O microambiente tumoral e alterações moleculares, como a sobre-expressão da via PI3K/AKT/mTOR, presente em 90% dos casos, têm impacto prognóstico. Este estudo visa identificar biomarcadores prognósticos e terapêuticos no OPSCC. Foram analisadas 26 amostras de pacientes com OPSCC. Através de Imunohistoquímica (IHQ), Hibridização in situ e Reação de Polimerase em Cadeia, foi identificada a expressão CD3, CD4, CD68, PD-L1, CD8, p16, PIC3CA e HPV e mutações nos genes PIK3CA e AKT1. Foi avaliado o impacto destes biomarcadores na sobrevivência. Mutações na via PIK3CA/AKT1 foram encontradas em 46,5% dos pacientes. Pacientes com mutações PIK3CA apresentaram uma sobrevida superior (99 meses) comparada aos sem mutação (68 meses). A IHC para PIK3CA mostrou positividade em 14 pacientes, onde a maioria não apresentava mutações. O PD-L1 foi expresso em 23,1% dos casos e associado a um aumento de linfócitos T CD8+, reforçando o papel do microambiente tumoral no prognóstico. Mutações na via PIK3CA/AKT/mTOR podem ser potenciais biomarcadores, permitindo uma melhor estratificação dos pacientes OPSCC e, consequentemente, terapias mais direcionadas e eficazes.

Descrição

Palavras-chave

Carcinoma epidermóide da orofaringe (OPSCC) Vírus do papiloma humano (HPV) PD-L1 T CD8 PIK3CA

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