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O Fausto traduzido por A. F. Castilho: entre a tradução e a criação

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Resumo(s)

Com esta análise da tradução do Fausto de Goethe por Castilho pretendo tentar justificar historicamente a tradução de uma obra bastante aclamada na época, de uma língua que o tradutor não conhecia. Esta análise divide-se em duas partes e tem como base um corpus composto por: “Prólogo do autor”, “Diálogo Preliminar”, Quadros I e II. Porque não é a fidelidade da tradução que aqui está em causa (até por que ela não existe!) tentar-se-á descrever simplesmente os desvios e explicá- los, sem expressar qualquer juízo de valor. Afinal, toda a tradução, por mais ou menos “adequada” ou mais ou menos “aceitável”, tem valor, mais que não seja o de marcar o gosto, as tendências ou a sociedade de uma época.

Descrição

Polissema: Revista de Letras do ISCAP 2001/N.º 1 - Tradução

Palavras-chave

Tradução

Contexto Educativo

Citação

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Fascículo

Editora

Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto

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