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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O tempo de espera, nas salas de espera, em serviços de saúde, particularmente em fisioterapia, é um fator crítico que pode influenciar de forma decisiva a perceção de qualidade e a satisfação global dos utentes. Períodos prolongados de espera podem gerar frustração, desconforto físico e emocional, comprometendo a motivação e a adesão ao tratamento. Este estudo teve como objetivo analisar a influência do tempo de espera na satisfação dos utentes em fisioterapia, propondo estratégias práticas para otimizar a experiência em contexto hospitalar. O estudo foi realizado no Hospital Lusíadas Porto, seguindo uma abordagem quantitativa. A recolha de dados foi efetuada através da aplicação do questionário PTOPS (Physical Therapy Outpatient Satisfaction Survey), na sua versão portuguesa, complementado com um questionário adicional especificamente direcionado à avaliação do tempo de espera. A amostra incluiu 117 utentes em tratamento de fisioterapia. Verificou-se uma correlação negativa estatisticamente significativa entre o tempo de espera percecionado e a satisfação geral, indicando que maiores tempos de espera estão associados a níveis mais baixos de satisfação. A análise fatorial exploratória apoiou a estrutura de três fatores do PTOPS (satisfação, insatisfação e localização), confirmando a sua adequação ao contexto em estudo. Este estudo reforça que uma gestão eficaz e humanizada do tempo de espera pode contribuir de forma significativa para a melhoria da satisfação global e da adesão ao tratamento em fisioterapia. A adoção de estratégias que conciliem eficiência operacional com uma comunicação empática e personalizada revela-se essencial para promover uma experiência mais positiva e centrada no utente.
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Palavras-chave
Adesão ao tratamento Experiência do utente Fisioterapia Gestão do tempo de espera PTOPS
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