ISEP - DEE - Neutro à Terra - Revista Técnico-Científica
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- 2022 - O contexto atual das ITED/ITURPublication . Duarte, Jorge Manuel FerreiraNo ano de 2005, começou a obrigatoriedade de qualquer edifício ter uma infraestrutura ITED (Infraestrutura de Telecomunicações em Edifícios), quer seja na sua construção ou reconstrução. O ponto principal na elaboração do manual na sua primeira edição era de juntar a rede de pares de cobre com a rede de cabo coaxial e de fibra ótica. Por outro, dotar a nível de infraestruturas, mais concretamente a rede tubagens, para a entrada de vários operadores aos clientes, de forma que as infraestruturas não fossem o problema. Notar que, um dos objetivos principais, era que houvesse livre concorrência entre operadores e não houvesse barreiras físicas no fornecimento de serviços aos seus clientes.
- Abordagem na remodelação e aumento de capacidade de linhas aéreas de muito alta tensãoPublication . Silva, Nuno Miguel de Deus AnselmoA necessidade de otimização das instalações existentes torna-se uma prioridade antes de ponderar a construção de novas linhas aéreas. Atualmente, as empresas de transporte de energia estão a ser confrontadas com algumas dificuldades operacionais. Primeiro, a maior parte da sua infraestrutura de rede foi contruída nos anos 70 com tal, algumas redes estão em funcionamento há cerca de 50 anos. Segundo, essas instalações foram projetadas para um ciclo de vida económica e de engenharia de 50 anos, por isso, no presente requerem uma extensão do seu funcionamento, para conseguirem assegurar a devida qualidade do serviço.
- Accionamentos eficientes de força‐motriz. Nova classificaçãoPublication . Carvalho, José Beleza; Brandão, Roque Filipe MesquitaOs motores eléctricos, particularmente o motor assíncrono de indução, são o tipo de máquina mais utilizada na indústria em virtude da sua grande versatilidade, gama de potências, robustez, duração, reduzida manutenção, baixa poluição, facilidade de produção e custos de aquisição relativamente baixos. Como qualquer máquina, o motor eléctrico, responsável pela conversão de energia eléctrica em mecânica, apresenta perdas. O rendimento (ou eficiência) é definido como sendo a razão entre a potência de saída (ao nível do veio de saída do accionamento) e a potência eléctrica absorvida à entrada. A produção de energia mecânica, através da utilização de motores eléctricos, absorve cerca de 60% da energia eléctrica consumida no sector industrial do nosso País, da qual apenas metade é energia útil. Este sector é, pois, um daqueles em que é preciso tentar fazer economias, prioritariamente. Os sistemas de accionamentos têm que ser abordados como um todo, já que a existência de um componente de baixo rendimento influencia drasticamente o rendimento global. O êxito neste domínio depende, em primeiro lugar, da melhor adequação da potência do motor à da máquina que ele acciona. Quando o regime de funcionamento é muito variável para permitir este ajustamento, pode‐se equipar o motor com um conversor electrónico de variação de velocidade. Outra possibilidade é a utilização dos motores “ de perdas reduzidas”, de “alto rendimento”, ou “elevada eficiência”, que permitem economias energéticas consideráveis. Nos últimos anos, muitos fabricantes de motores investiram fortemente na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos com o objectivo de colocarem no mercado motores mais eficientes. O acordo voluntário obtido em 1999 entre a CEMEP (Associação Europeia de Fabricantes de Motores Eléctricos) e a Comissão Europeia sobre o rendimento de motores de 2 e 4 pólos, na gama de potências 1,1 a 90 kW, foi revisto em 2004. Os motores foram classificados de acordo com o seu rendimento: ‐ EFF1 – Motores de alto rendimento; ‐ EFF2 – Motores de rendimento aumentado; ‐ EFF3 – Motores sem qualquer requisito especial. No seguimento da directiva "Eco‐design Directive (2005/32/CE) “ publicada em 2005 para Produtos que consomem energia (EUP), a Comissão Europeia aprovou em Julho de 2009 um regulamento de aplicação dos requisitos de concepção ecológica para os motores eléctricos, com efeitos a partir de meados de 2011, dando aos fabricantes de cerca de 2 anos para garantir que seus produtos cumprem a referida directiva. O lote 11 da Directiva EUP (Energy Using Products) descreve as orientações de design, a compatibilidade ambiental, o impacte ambiental e o consumo de energia de máquinas / motores eléctricos rotativos de alto rendimento. A directiva abrange os motores de 2, 4 e 6 pólos, na gama de potências de 0,75 a 375 kW. Neste âmbito, os motores passam a ser classificados por: ‐ IE1 (igual a EFF2) – com utilização proibida; ‐ IE2 (igual a EFF1) – com utilização obrigatória; ‐ IE3 (igual a Premium) – com utilização voluntária; ‐ IE4 (ainda não aplicável a accionamentos assíncronos).
- Análise Completa dos Motores Trifásicos Ligados em Triângulo sob Condições de DefeitoPublication . Azevedo, FilipeEste trabalho apresenta uma análise detalhada do comportamento de motores trifásicos com enrolamentos em configuração triângulo (Δ) sob diferentes condições de defeito. São estudados dois cenários específicos: a saída de serviço de um enrolamento do motor e a abertura de uma das linhas de alimentação (perda da fase B). Desenvolvemos o estudo comparando o regime equilibrado normal com os regimes desequilibrados resultantes de cada tipo de defeito. Todas as correntes e tensões são derivadas rigorosamente com demonstrações passo-a-passo, complementadas por diagramas fasoriais explicativos. São incluídos exemplos numéricos e uma análise comparativa dos diferentes regimes de funcionamento, destacando as implicações práticas de cada defeito no desempenho do motor, incluindo efeitos térmicos, mecânicos e a redistribuição das correntes no sistema. Este estudo é essencial para a compreensão dos efeitos dos desequilíbrios em motores trifásicos, possibilitando o correto dimensionamento de sistemas de proteção e diagnóstico de defeitos em instalações industriais.
- Análise da qualidade de energia: instalações elétricas com miniproduçãoPublication . Silva, Carlos; Brandão, RoqueA qualidade da energia como pilar do sistema elétrico nacional é um fator de elevada exigência quanto à sua gestão. Com a implementação da microgeração numa 1.ª fase (DL 363/2007) e a miniprodução numa 2.ª fase (DL 34/2011), a gestão da qualidade de energia na rede elétrica tornou-se ainda mais complexa, dificultando a ação dos players do SEN, desde a produção à entrega no cliente final.
- Análise dos Esforços Térmicos do Barramento Geral em Quadros de Média TensãoPublication . Figueiredo, Eduardo Rodrigues; Nogueira, Teresa Alexandra Ferreira Mourão PintoEste artigo apresenta uma análise dos esforços térmicos enfrentados pelos barramentos gerais em quadros de média tensão (MT) de subestações de distribuição primária – um tema crucial para a segurança e eficiência das redes elétricas atuais. Através do estudo de dois projetos de quadros de MT, o trabalho detalha o cálculo da corrente máxima admissível e a temperatura final atingida pelos barramentos, tanto em condições normais de operação quanto em cenários de curto-circuito. Os resultados comprovam que ambas as soluções avaliadas atendem aos requisitos de segurança, ao mesmo tempo em que oferecem alto desempenho operacional. O artigo apresenta recomendações práticas para o dimensionamento eficiente de barramentos. Ao fornecer diretrizes claras e aplicáveis, o estudo contribui para o desenvolvimento de sistemas de distribuição mais seguros, confiáveis e sustentáveis, consolidando-se como uma ferramenta valiosa para quem busca excelência técnica em projetos de energia elétrica.
- Aparelhagem de proteção, comando e seccionamento de baixa tensão. Principais documentos normativosPublication . Gomes, António Augusto AraújoA atividade de técnico responsável das instalações eléctricas é, e será sempre, cada vez mais, uma atividade estimulante e com constante necessidade de atualização e evolução. Trata-se de uma atividade extremamente vasta e diferenciada, requerendo, por um lado, um profundo conhecimento, relativamente a normas, regulamentos, materiais, equipamentos, soluções técnicas e tecnologias e, por outro lado, a intervenção numa diversificada área de instalações. A constante e acelerada evolução técnica, tecnológica e conceptual de equipamentos e das instalações elétricas, faz com que o corpo normativo não possa ser estático, mas antes que possa evoluir de forma a poder contemplar e dar resposta a essas novas realidades. Para se poder ser, de uma forma cabal, responsável pelo projeto, execução e exploração de instalações elétricas é imprescindível o conhecimento exato dos diversos diplomas legais, em vigor, que enquadram a instalação e a actividade em questão. O presente artigo tem como objetivo principal, sistematizar e apresentar o corpo normativo relativo à aparelhagem de proteção, comando e seccionamento de baixa tensão.
- Aplicação de automação e microeletrônica na melhoria da eficiência energética em prédios públicosPublication . Luz, Paulo Dênis Garcez da; Neli, Roberto RibeiroEste artigo apresenta um estudo de consumo de energia elétrica no Brasil, levando-se em consideração o gasto público com este item. Atualmente é verificado um crescente aumento de demanda no setor elétrico brasileiro, o que acarreta em um investimento no setor de modo a atender os consumidores. Visto que a realidade do setor público, não diferindo dos outros consumidores, possui a energia eléctrica como a fonte energética mais utilizada atualmente, correspondendo a 87,4% comparado a outros tipos de fontes energéticas, por exemplo combustíveis fósseis (BEN, 2012). Cada vez mais procura-se meios para que se obtenha um sistema mais eficiente o que implica diretamente na redução dos custos relativos ao investimento no setor elétrico, redução na manutenção das instalações elétricas e consumo de energia elétrica.
- Aplicação de motores síncronos de ímanes permanentes e motores de indução em veículos elétricos: comparação e perspetivas de evoluçãoPublication . Melo, Pedro Miguel Azevedo de SousaOs sistemas de propulsão baseados em motores síncronos de ímanes permanentes (MSIP) têm sido considerados como a opção mais promissora para os veículos híbridos (VH) e elétricos (VE). A situação atual relativa às reservas e custos dos elementos de terras-raras poderá trazer algumas alterações nesta tendência; a opção por motores que prescindem destes elementos poderá trazer um novo estímulo à aplicação dos motores de indução neste domínio. Este artigo procura apresentar uma análise comparativa entre MSIP e motores de indução (MI) num espectro alargado de velocidades de funcionamento, com especial destaque para os seus desempenhos energéticos. Começa-se por abordar as características gerais de comportamento exigidas aos VE, que definem os múltiplos cenários de funcionamento que poderão ser impostos aos motores. Em seguida, são focadas as principais características de ambas as máquinas, procurando realçar as vantagens e desvantagens mais relevantes, no contexto dos VE. Com base nos regimes de funcionamento a que serão submetidos, analisam-se as diferenças dos rendimentos naturais de ambos os motores. Para os MI é também abordado o importante tema dos algoritmos de minimização de perdas, com vista ao aumento dos rendimentos em regimes de carga onde o desempenho destas máquinas é inferior.
- Aproveitamento hidroelétrico da bacia do Douro: um olhar críticoPublication . Moura, António Machado eNo presente artigo, faz-se uma breve resenha histórica da evolução do aproveitamento dos recursos hídricos nacionais em termos hidroelétricos, bem como uma análise da situação atual. Dá-se particular destaque à vertente hidroelétrica, mas não se limita a ela. Mostra-se a insuficiência das obras hidráulicas até agora realizadas a nível das nossas principais bacias, em particular no caso da bacia portuguesa do Douro, e alerta-se para as nefastas consequências que poderiam advir caso a situação não se alterasse. O PNBEPH aprovado em 2007 veio contribuir para relançar esta importante temática, a qual pareceu inexplicavelmente esquecida durante quase duas décadas, por parte das entidades às quais competia zelar pelo interesse público e pela salvaguarda dos legítimos direitos e expectativas das populações nacionais.
