ESE - DPRM - Administração das Organizações Educativas
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Percorrer ESE - DPRM - Administração das Organizações Educativas por assunto "1º CEB"
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- Da imaginação à realização. Práticas de expressão artística no Ensino BásicoPublication . Moreira, Cristiano César Ferreira; Teixeira, Maria Inês SilvaEm Portugal, a educação artística integra o currículo do primeiro ciclo do ensino básico (1ºCEB) e é considerada uma área fundamental para o desenvolvimento holístico das crianças, com destaque no desenvolvimento de algumas competências previstas no perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, como pensamento crítico e pensamento criativo, sensibilidade estética e artística, consciência e domínio do corpo e informação e comunicação. A educação artística, ao ser trabalhada em simultâneo com outras áreas numa ótica de integração curricular, acarreta inúmeros benefícios para a concretização de aprendizagens significativas. Mas, o que acontece nos contextos de prática profissional? Com o principal objetivo de compreender a importância da educação artística no desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças no 1º CEB, foi realizado um estudo de caso num agrupamento de escolas do distrito de Aveiro. Em termos metodológicos, optou-se por um estudo de natureza qualitativa, com recurso a entrevistas semiestruturadas a dez professoras do 1º CEB, três das quais com cargos de gestão intermédia. As principais conclusões apontam para: consenso entre os docentes participantes acerca da importância da educação artística na construção de uma visão integrada de diferentes áreas do conhecimento; escassez de práticas que corroborem a referida perspetiva; das práticas implementadas, os participantes evidenciaram uma sobrevalorização das artes visuais em detrimento de outras áreas artísticas; práticas de avaliação pouco diversificadas; inexistência de dinâmicas de trabalho colaborativo entre os docentes; falta de oportunidades de formação contínua específica nas diferentes áreas da educação artística; escassez de recursos humanos e materiais. Destas conclusões foi possível fazer um diagnóstico de necessidades a partir do qual foi traçado um plano de ação que visa a melhoria das práticas, reforçando o potencial da educação artística no desenvolvimento holístico das crianças e, consequentemente, na construção de uma base sólida para o sucesso pessoal, académico e profissional de cada indivíduo.
- A importância do tempo livre para o bem-estar subjetivo das criançasPublication . Rocha, Carla Bebiana de Azevedo; Teixeira, Maria Inês da SilvaNo 1º Ciclo do Ensino Básico, cada criança passa 7h diárias na escola, tempo que pode atingir as 8,5h no caso de frequentar atividades de enriquecimento curricular, ou até mais, caso permaneça na componente de apoio à família. Somando a estas horas, o tempo que dedicam a outras atividades não curriculares de caráter desportivo, artístico, linguístico, entre outros, que tempo lhes sobra para o verdadeiro usufruto do tempo livre? Que tempo lhes sobra para serem realmente crianças e poderem brincar livremente sem a orientação do adulto? Tendo isso em consideração, o principal objetivo desta investigação é compreender o significado atribuído ao tempo livre e se este está relacionado com o bem-estar subjetivo da criança. Trata-se de um estudo de natureza mista: aplicação de questionário a alunos e respetivos encarregado de educação (EE); realização de entrevistas a alunos e professores. O tratamento dos dados contemplou a análise estatística e a análise de conteúdo, respetivamente. As principais conclusões são: a) para crianças, EE e professores, tempo livre é sinónimo de brincar livremente, devendo as crianças escolher as atividades da sua preferência, situação que é considerada de extrema importância pois promove a proatividade da criança no desenvolvimento de capacidades e de competências e, sempre que ela desejar, pode descansar; b) crianças e professores consideram a existência de uma relação direta entre tempo livre e bem-estar subjetivo; c) os professores defendem um papel ativo das crianças nas suas aprendizagens; d) a grande maioria das crianças frequenta atividades de tempo livre de cariz desportivo.
