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Percorrer ISCAP - CEOS - Artigos por assunto "Ação empreendedora"
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- Criação de novas organizações: impacto das barreiras socioculturaisPublication . Monteiro de Oliveira, Antonio; Lima Rua, OrlandoO objetivo fundamental deste estudo é avaliar o impacto das barreiras socioculturais que condicionam a criação de novas organizações. Os dados foram recolhidos de uma amostra longitudinal de 1985 a 2006, composta por 323 observações individuais de um universo de 569 potenciais empreendedores, de uma base de dados da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), tendo adotado uma abordagem metodológica quantitativa com recurso a técnicas de estatística descritiva e inferencial. Os resultados permitem concluir que 69.0% dos inquiridos não criaram qualquer tipo de organização e destes 12.6% alegaram barreiras socioculturais. Conclui-se, ainda, que estas barreiras têm um impacto estatisticamente significativo, em função da intensidade do envolvimento do indivíduo, do desenvolvimento do projeto e das razões pessoais para a criação de uma nova organização.
- Impacto das barreiras económico-financeiras na criação de novas organizaçõesPublication . Monteiro de Oliveira, Antonio; Lima Rua, Orlando; dias pinto ribeiro, maria claraPropósito: Este estudo tem como objetivo fundamental avaliar o impacto das barreiras económico-financeiras que condicionam a criação de novas organizações. Metodologia/abordagem: Os dados foram recolhidos de uma amostra longitudinal de 1985 a 2006, composta por 323 observações individuais de um universo de 569 potenciais empreendedores de uma base de dados da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), tendo adotado uma abordagem metodológica quantitativa com recurso a técnicas de estatística descritiva e inferencial. Resultados: Os resultados permitem concluir que 69.0% dos inquiridos não criaram qualquer tipo de organização e destes 85.2% alegaram as barreiras económico-financeiras como justificação, contrariando os resultados que se esperavam, tendo em conta os Relatórios GEM Portugal. Evidencia-se, ainda, a importância da intervenção do Estado, sendo estatisticamente relevante o efeito, fortemente penalizador, no número de novas organizações criadas após a reposição das barreiras. Conclui-se finalmente, que as barreiras económico-financeiras têm impacto, estatisticamente significativo, em função do maior ou menor envolvimento do indivíduo no processo, no tempo necessário para criar a organização, na estrutura de financiamento e da maior ou menor disponibilidade de fontes de financiamento pessoal. Limitações da investigação: Amostra por conveniência respeitante exclusivamente a base de dados nacional da ANJE. Implicações práticas: Fornece orientações aos indivíduos com intenção empreendedora para a necessidade de encontrar fontes de financiamento que lhes possibilitem ultrapassar as barreiras económico-financeiras, assim como, fundamentação para a alteração das orientações políticas e institucionais de apoio ao desenvolvimento e promoção do empreendedorismo em Portugal. Originalidade/valor: Estudo pioneiro em Portugal que, face à sua natureza e amplitude, estimula o estudo desta problemática.
- Impacto das barreiras normativas e regulamentos na criação de novas organizaçõesPublication . Monteiro de Oliveira, Antonio; Lima Rua, OrlandoO principal objetivo deste estudo é avaliar o impacto das barreiras normativas e regulamentares que se interpõem no processo que decorre entre a intenção e a ação empreendedora e que condicionam a criação de novas organizações. Assumimos uma abordagem pós-positivista e um método de pesquisa de levantamento, do qual emergiram as hipóteses de investigação que possibilitam enquadrar o objetivo proposto. Procedeu-se assim a um estudo empírico fundamentado na complementaridade entre metodologias de investigação qualitativa e quantitativa. Na recolha de dados utilizou-se um questionário a partir da base de dados da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) composta por 569 potenciais empreendedores, com intenção empreendedora expressa, construindo-se uma amostra longitudinal (1985 a 2006) composta por 323 observações (56.8% do total). Através da aplicação do método CHAID – Chi-square Automatic Indentificator Detector, concluiu-se que 69% dos inquiridos não criaram qualquer tipo de organização, sendo que destes 2.2% para o Grupo 1 e 1.1% para o Grupo 2 não o fazem alegando barreiras normativas e regulamentares. Estas conclusões são significativamente distintas em função, por um lado, do envolvimento do indivíduo no processo e, por outro, da maior ou menor facilidade de acesso a recursos financeiros.
