ESEIG - DM - Finanças Empresariais
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Percorrer ESEIG - DM - Finanças Empresariais por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Ciências Sociais::Economia e Gestão"
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- A análise discriminante como instrumento preditivo de fracasso das pequenas entidadesPublication . Adegas, Cristiana Sofia Duro; Albuquerque, EduardoEsta dissertação tem por base a aplicação do modelo de previsão de fracasso empresarial desenvolvido por Edward I. Altman ao tecido empresarial português, tentando perceber até que ponto o modelo por si desenvolvido apresentará resultados tão satisfatórios como aqueles que por ele foram alcançados aquando da realização dos seus estudos. Atendendo às diferentes características e especificidades de cada setor de atividade, decidiu-se aplicar o modelo às empresas que integram a Classificação Portuguesa das Atividades Económicas (rev.3) 55 – Alojamento. Numa primeira parte far-se-á uma caracterização deste setor de atividade de forma a entender o tipo de empresas que serão analisadas no estudo para posteriormente ser aplicado o Z-Score Model a essas empresas. Os resultados obtidos, tendo por base a metodologia adotada para a seleção da amostra, revelam que o modelo de Altman não tem na sua totalidade uma boa capacidade preditiva para as empresas portuguesas analisadas apesar de comportar satisfatoriamente em parte do estudo.
- Causas e consequências do empreendedorismo no concelho de Vila do Conde entre 2005 e 2011Publication . Monteiro, Marta Sofia Ferreira; Silva, ArmandoA economia portuguesa regista nos últimos anos uma enorme “turbulência”, que foi em grande parte motivada pela constante transformação dos mercados, sobretudo dos financeiros. Torna-se então, fundamental que as empresas apostem na modernidade, na competitividade e na inovação. A atual crise económica faz “disparar” os níveis de desemprego e nesta perspetiva o empreendedorismo pode assumir um papel fundamental na compensação do mesmo. Este fenómeno pode ser visto como um elemento de desenvolvimento que contribui de uma forma positiva para o aumento da competitividade na economia, gerando riqueza e emprego. Por outro lado, pode também originar estabilidade social, uma vez, que se foca na política económica e industrial, abrangendo quer a criação de novos negócios quer o desenvolvimento de novas oportunidades de negócio em organizações já existentes. O espirito empresarial é também um grande impulsionador da inovação. O objetivo deste trabalho é analisar as causas e as consequências do empreendedorismo no Concelho de Vila do Conde entre os anos de 2005 e 2011, para se identificarem os aspetos que assumem particular relevância. Quanto à metodologia usada para estudar as causas deste fenómeno, optamos pela elaboração de um inquérito a todos os empreendedores atrás referidos, quanto à metodologia utilizada para estudar as consequências, optamos pela elaboração de um estudo económico-financeiro comparativo entre empresas de criação recentes e empresas de criação mais antiga. Com a realização deste estudo, verificamos que, no que concerne às causas, o empreendedorismo não está associado a um mecanismo de refúgio para os desempregados e ainda que a auto-realização é a principal motivação para a criação dos novos negócios. No que concerne às consequências, observamos que as empresas mais recentes apresentam pior performance económico-financeira que as mais antigas.
- Consultoria financeira e apoio financeiro ao comércio: apoios financeiros à modernização do comércio: relatório de estágio na Associação Empresarial da Póvoa de VarzimPublication . Moreira, Patrícia Alexandra da Costa; Silva, ArmandoO presente Relatório de Estágio é um resumo do estágio curricular que decorreu ao longo de vinte e sete semanas na Associação Empresarial da Póvoa de Varzim (AEPVZ), no âmbito do Mestrado em Finanças Empresariais, da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão do Instituto Politécnico do Porto. O estágio fez parte dos requisitos a cumprir para a obtenção do grau de Mestre em Finanças Empresariais, conferido pelo Instituto Politécnico do Porto e tem por objetivo, proporcionar aos mestrandos um contexto real de experiência e desenvolvimento, onde possam pôr em prática, de uma forma integradora, os conhecimentos, competências e metodologias adquiridos em ambiente curricular e o desenvolvimento de competências profissionais, sociais e pessoais. Assim, na Primeira Parte deste relatório, no Capítulo 1, irei apresentar o conceito de empreendedorismo e de criação de empresas, uma vez que estava previsto, ao longo do estágio a criação de uma empresa unipessoal por quotas que seria detida a 100% pela AEPVZ, para execução dos serviços de contabilidade, auditoria, consultoria e gestão às empresas associadas que assim o entendessem (contudo, este objetivo não se cumpriu por motivos internos à AEPVZ). Relativamente ao Capítulo 2, explicarei em pormenor dois projetos de modernização do comércio – “Projeto Comércio Investe”, tanto o projeto individual como o conjunto; desde a sua definição, entidades beneficiárias, montante do incentivo não reembolsável, entre outras especificidades do projeto. Quanto ao Capítulo 3, falarei das particularidades de um programa de qualidade e inovação nas PME – “Programa QI PME Norte 5ª Edição”, que abrange tanto formação como consultoria em empresas da Região Norte de Portugal (neste caso em concreto). No que diz respeito à Segunda Parte, farei um enquadramento da entidade de acolhimento (AEPVZ), apresentarei um cronograma com as atividades que desenvolvi ao longo do estágio, sobretudo que estão mais relacionadas com os projetos e ainda, uma listagem global e subdividida por temas, onde apresentarei as atividades gerais desenvolvidas ao longo do estágio. Analisarei ainda casos concretos de empresas que se envolveram nos projetos referidos anteriormente. No final deste relatório farei ainda, uma pequena apreciação crítica ao valor acrescentado que cada projeto trouxe para a empresa. Relativamente às tarefas planeadas ao longo do estágio, nem todas foram executadas, devido a alterações decorrentes de necessidades da entidade acolhedora do estágio.
- Cultura organizacional e desempenho: o impacto da cultura organizacional no desempenho financeiroPublication . Araújo, Flávia Raquel da Costa; Castro, Conceição; Ferreira, Fernanda A.Esta dissertação visa o estudo da influência da cultura organizacional no desempenho financeiro das organizações. Nesse contexto, procuramos analisar qual a cultura predominante das organizações, de forma a estabelecer posteriormente uma relação entre a cultura e o desempenho das empresas. Para isso a metodologia seguida foi a realização de um inquérito por questionário a empresas da região Douro de Portugal no sentido de obter, através de uma adaptação ao instrumento desenvolvido por Cameron e Quinn (2006), a cultura predominante da empresa, os indicadores financeiros necessários ao nosso estudo assim como, uma caracterização da amostra recolhida. Para análise e tratamento dos dados recolhidos através do inquérito por questionário foi utilizada a ferramenta estatística SPSS que nos permitiu retirar ilações sobre as características da amostra, assim como sobre a relação existente entre cultura organizacional e desempenho financeiro, esta relação foi avaliada através de testes de correlação e regressão linear múltipla. Os resultados sugerem que as variáveis culturais, cultura adocrática, mercado e hierárquica e o número de colaboradores explicam em cerca de 20% o resultado líquido ajustado. Também se verificou um efeito positivo da cultura adocrática e de mercado, embora o efeito da cultura de mercado seja mais forte que o da adocrática, e o efeito negativo da cultura hierárquica, ainda que estes resultados não sejam estatisticamente significativos. Não existem evidências que os tipos de cultura analisados (adocrática, de mercado e hierárquica) estão significativamente associados ao desempenho financeiro, avaliado pelos resultados líquidos ajustados, das empresas analisadas, quer pelos testes de correlação quer pelos resultados da estimação do modelo de regressão linear múltipla.
- O desempenho dos métodos de avaliação discounted cash flow e avaliação relativa: o estudo das empresas não financeiras cotadas na Euronext Lisbon de 2006 a 2012Publication . Vale, Tiago Filipe Gonçalves Costa Simões do; Machado, Ricardo BahiaO mundo empresarial apresenta fatores de complexidade que obrigam os seus intervenientes a diversas análises. A competitividade, a incerteza, o risco e a rentabilidade são alguns dos fatores cruciais na perspetiva de quem toma decisões a nível estratégico. Para tal deve-se ter em atenção que metodologias e de que maneira se avalia as empresas. Esta investigação procura explicar como se seleciona os métodos de avaliação, qual é o múltiplo que apresenta o melhor desempenho e que método é o mais eficiente, o Múltiplo de EBITDA ou Discounted Cash Flow. Desta forma, foram avaliadas 30 empresas não financeiras que estão cotadas na Euronext Lisbon, entre o ano de 2006 a 2012. Após a análise das demonstrações financeiras e o cálculo dos métodos de avaliação, espera-se obter os valores intrínsecos de cada avaliação. Na primeira questão de investigação, como escolher os métodos de avaliação, é importante ter em consideração a atividade operacional das empresas antes de serem submetidas a qualquer análise sobre o seu valor intrínseco. Além da sua operacionalidade é necessário ter em conta as características da indústria e dos seus pares. O segundo problema de investigação procura responder qual é o múltiplo que apresenta uma previsão de erro inferior, desta forma, estimou-se o valor intrínseco das empresas através da avaliação de alguns múltiplos. Após encontrar-se o valor intrínseco de avaliação estimou-se o desempenho de cada múltiplo através da previsão de erro relativo e absoluto. Os resultados estimados foram comparados com estudo de Lie e Lie (2002) e verificou-se alguma coerência científica. O último problema de investigação procura responder qual é a metodologia de avaliação mais eficiente, o DCF ou Múltiplo de EBITDA. Após a avaliação das empresas pelos métodos encontraram-se os valores intrínsecos, em seguida comparou-se a relação entre as variáveis, o modelo utilizado foi a regressão linear simples. O valor de mercado das empresas corresponde à variável dependente e os valores intrínsecos das avaliações foram usados como variáveis independentes. No estudo verificou-se que existe correlação entre as variáveis. Para avaliar e comparar o desempenho entre os dois métodos utilizou-se a previsão de erro relativa e absoluta. Os resultados demonstraram que o modelo do Discounted Cash Flow tem um desempenho superior ao modelo do Múltiplo de EBITDA, estes resultados são coerentes com resultados estimados por Kaplan e Ruback (1995). Pode-se apontar algumas limitações ao cenário estável e com projeções de crescimento da economia. Ou por exemplo, a liquidez do índice, o índice Euronext Lisbon, em comparação com outros índices, apresenta um volume de transações muito reduzido. Após a conclusão do trabalho deixa-se em aberto novas investigações que poderão ser exploradas no futuro, assim sendo, novos métodos deverão ser avaliados e comparados, por exemplo, o “modelo composto” e a análise das empresas deverá ser efetuada pela sua dimensão.
- Os determinantes do crédito comercial: um estudo sobre as empresas industriais portuguesasPublication . Santos, Juliana Marisa Ferreira de Araújo da Silva; Silva, ArmandoO presente trabalho procura testar empiricamente algumas teorias sobre os motivos pelos quais as empresas concedem e recebem crédito comercial. Para este efeito usa- se um painel de 11040 empresas portuguesas, das quais 360 são grandes empresas e 10680 são PME, para o período compreendido entre 2003 e 2009. Apesar da relevância do crédito comercial como fonte de financiamento empresarial, o tema está longe de se considerar esgotado, sobretudo porque não existe uma teoria geral sobre este assunto. Assim, o nosso trabalho procura contribuir para a literatura que estuda os determinantes para a concessão e recebimento de crédito comercial. Adicionalmente, e porque esta temática não têm sido muito estudada em Portugal, pretendemos analisar o papel do crédito comercial como fonte de financiamento das empresas portuguesas. No presente trabalho conclui-se que as grandes empresas (com maior acesso ao mercado de crédito) servem como intermediários financeiros para os seus clientes com menor acesso ao financiamento. Para além disso, observou-se que as empresas fornecedoras utilizam o crédito comercial como um meio legal de discriminação de preços. Por fim, as empresas financeiramente constrangidas, principalmente em momentos de crise financeira, recorrem ao crédito comercial como fonte alternativa de financiamento, corroborando a hipótese de substituição entre o crédito comercial e o crédito bancário.
- Os determinantes da estrutura de capital das empresas exportadoras portuguesasPublication . Lopes, Cátia Marlene Oliveira; Silva, ArmandoEste trabalho tem como objetivo verificar os determinantes da estrutura de capital das empresas exportadoras portuguesas, comparando, sempre que possível, os resultados obtidos com outros trabalhos já desenvolvidos sobre o tema. Aplicando o Modelo dos Efeitos Fixos (MEF) a uma amostra de 7.001 empresas no período 2007-2013, concluiu-se que os determinantes com maior significância no nível de endividamento empresarial são: a rendibilidade, a dimensão, o crescimento e ainda os outros benefícos fiscais. Em relação às exportações, verificou-se através da variável dummy “exportar”, que o facto de as empresas terem exportações superiores a 10% das vendas totais, têm uma relação positiva com o endividamento de médio e longo prazo mas negativa com o endividamento de curto prazo. Perante estes resultados admitimos que as empresas exportadoras ao diversificarem (na fase inicial) o seu portfólio de clientes conseguem maiores níveis de cash-flows, o que as dispensa de algum endividamento de curto prazo, mas no médio e longo prazo as necessidades de investimento para fazer face a mercados muito competitivos está associada a um maior nível de endividamento. Relativamente à importância explicativa das variáveis “peso das vendas para o mercado comunitário” e “peso das vendas para o mercado extra comunitário”, curiosamente, apresentam resultados diferentes; o peso das vendas para o mercado extra comunitário não revela relação significativa com o endividamento mas já o peso das vendas para o mercado comunitário tem uma relação positiva com endividamento a curto prazo e negativa com o endividamento de médio e longo prazo.
- A dinâmica do planeamento, gestão e execução do orçamento Relatório de Estágio no Departamento Financeiro do Regimento de Transmissões - Exército portuguêsPublication . Oliveira, Luísa Maria da Costa; Silva, ArmandoO presente relatório tem como base o estágio curricular que decorreu no departamento financeiro do Regimento de Transmissões, unidade pertencente ao Exército Português, com a duração de 6 meses e decorreu desde 3 de novembro de 2014 até 1 de maio de 2015. O objetivo com a realização do estágio é a aquisição de competências teórico-práticas em ambiente empresarial tendo em vista o desempenho de uma atividade profissional no âmbito das finanças. Ao longo do estágio as principais funções desempenhadas foram nas áreas de contabilidade, controlo de gestão, gestão orçamental, Planeamento e controlo interno. O objetivo do relatório é fazer uma elucidação do conteúdo prático do estágio, tornando necessária uma breve explicação dos principais conceitos, estudos publicados e bibliografia. Neste âmbito e por força da Reforma da Administração Financeira do Estado e do Plano Oficial de Contabilidade Pública é apresentada a importância de um sistema ERP, nomeadamente do SIG para a gestão, Planeamento e controlo orçamental de uma entidade do Ministério da Defesa Nacional, bem como descrito pelos normativos legais vigentes, o processo de despesa e receita inerente, dando ainda enfoque ao importante Planeamento orçamental e à Prestação de Contas que tanto contribuem para a correta gestão dos dinheiros públicos. Por último, é elaborada uma descrição detalhada das tarefas/atividades desempenhadas ao nível do Planeamento orçamental, Prestação de Contas à DGO, e feito um escrutínio de todo o processo de despesa e receita inerente à dinâmica orçamental de qualquer entidade pública.
- As empresas com baixo nível de endividamento: indústria transformadora portuguesaPublication . Vilaça, Mário Rui Vaz Gomes; Silva, ArmandoSeguindo alguns estudos recentes sobre a temática do baixo endividamento empresarial, o objetivo desta dissertação é estudar os determinantes de uma política de baixo endividamento por parte das empresas portuguesas; para esse efeito, analisamos dados económico-financeiros das empresas da indústria transformadora em Portugal, entre 2010-2014. Verificamos, que cerca de 24 % das empresas estudadas seguem uma política de baixo endividamento no período analisado, bem como se nos referirmos ao grupo mais restrito de empresas sem dívida financeira, as mesmas correspondem em média a cerca de 13% da amostra, nos cinco anos estudados. Complementarmente, observamos também que cerca de 17% das empresas mantiveram, ao longo do período em causa, uma política financeira de baixo endividamento, traduzindo a constância de tal política ou situação. Utilizando uma base de dados em painel e um modelo econométrico do tipo Probit, fomos verificar quais as características das empresas que potenciam uma política de baixo endividamento. Registamos que as empresas que seguem uma política conservadora de endividamento, são mais antigas, pagam mais impostos, apresentam melhores rendibilidades e têm maior capital próprio do que as empresas com maiores rácios de endividamento. Por outro lado, verificamos que o ativo das empresas com baixo endividamento é menor do que o das restantes empresas, bem como apresentam menor taxa de crescimento no volume de negócios. Os nossos resultados são similares a anteriores estudos e parecem sugerir a observância, por parte das empresas, da adoção de estrutura de capital próximas da postulada pela teoria do pecking order.
- A estrutura de capital das empresas industriais da Área Metropolitana do Porto e o seu investimentoPublication . Florim, Ana Isabel Oliveira; Silva, ArmandoEste trabalho tem como objetivo analisar as determinantes principais da estrutura de capital das empresas do setor manufatureiro da Área Metropolitana do Porto, comparando sempre que possível com estudos realizados anteriormente. Para a realização do estudo foram recolhidos dados de 1.315 empresas do setor manufatureiro da Área Metropolitana do Porto, no período compreendido entre 2005 e 2014. Através da aplicação do Modelo de Efeitos Fixos chegou-se à conclusão de que as variáveis com uma relação significativa entre a estrutura de capitais e o investimento são a Taxa de Crescimento do Volume de Negócios, a Taxa de Endividamento, a Rendibilidade, o Imobilizado, a Dívida Financeira e o próprio Investimento desfasado de um período. Relativamente às variáveis relacionadas com a estrutura de capital das empresas e determinantes do investimento da empresa, concluiu-se que as empresas que registam uma maior taxa de crescimento do volume de negócios, que apresentam uma maior rendibilidade e um maior valor de dívida financeira, apresentam aumento da taxa de investimento. Pelo contrário, empresas com maior taxa de endívidamento e de imobilizado apresentam um decréscimo na taxa de investimento. Relativamente às variáveis de controlo, chegou-se à conclusão de que, como seria de esperar, a taxa de investimento diminui à medida que nos aproximamos dos anos de crise económica e financeira. A taxa de investimento adota um comportamento semelhante quando se analisa a variável relativa ao Código de Classificação de Atividade Económica, significando que quanto mais sofisticada tecnologicamente a empresa estiver, menor será a sua taxa de investimento. Relativamente ao concelho e dimensão, verifica-se que a taxa de investimento cresce à medida que nos aproximamos de concelhos com maior investimento e com empresas de maior dimensão.
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