ESMAE - Dissertações/Projetos/Relatórios de Mestrado
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- Composição com autómatos celularesPublication . Van Ransbeeck, Samuel; Pereira, José Miguel RibeiroOs autómatos celulares são interessantes modelos teóricos para a modelagem de processos complexos, tornando-os mais fáceis de entender. Estes modelos têm sido utilizados em diversos ramos das ciências. Tal como outros modelos matemático-teóricos, os autómatos celulares têm potencial para ser utilizados em meios musicais. Esta Tese introduz o leitor, de forma abrangente, no universo dos autómatos celulares. Primeiramente, são explicadas as bases dos autómatos celulares, seguidas por exemplos de aplicações nas ciências. A segunda parte centra-se sobre as aplicações musicais de autómatos celulares, numa abordagem teórica, enquanto a terceira parte apresenta três casos de estudo que usam os processos teóricos definidos anteriormente.
- Um modelo de transformação harmónica, hierarquizada com base no intervalo de quinta perfeitaPublication . Moreira, Daniel Filipe Pinto; Resende, Eugénio Manuel de AmorimO objectivo fundamental desta tese é definir um modelo de transformação harmónica. Este modelo procura sistematizar alguns aspectos da minha prática compositiva recente, centrada na utilização estrutural da harmonia no quadro de uma concepção dinâmica da forma musical, enquanto fluxo inteligível de tensão e distensão. Dois aspectos têm sido centrais nesta abordagem da harmonia: a utilização de uma ampla variedade de tipos de estruturas harmónicas; a sua hierarquização estrutural em função de pontos de referência de relativa estabilidade, associados à força harmónica do intervalo de quinta perfeita. A tese começa por enquadrar a questão num âmbito mais abrangente, investigando sistematicamente as várias dimensões envolvidas na ideia de transformação (ou progressão) harmónica, por um lado, e caracterizando algumas das abordagens mais relevantes existentes na literatura, por outro. Seguidamente, é então definido e caracterizado o modelo de transformação harmónica hierarquizada com base no intervalo de quinta perfeita, o qual: i) é definido num espaço musical cromático; ii) apresenta a transformação harmónica em dois níveis estruturalmente diferenciados (transformação de acordes e de campos harmónicos, ou seja, respectivamente, progressão harmónica e modulação entre campos harmónicos); iii) define o espaço musical de modo dual (como um espaço harmónico e um espaço de condução de vozes); iv) procura sintetizar elementos teóricos associados a um paradigma transformativo e a um paradigma modulatório. Por fim, são apresentadas várias aplicações analíticas deste modelo, com base em música de vários compositores do século XX e numa minha peça recente, composta durante o período de frequência do Mestrado.
- A Parideira - relatório de produçãoPublication . Pereira, Vasco Josué da Silva; Campos, Jorge Manuel Costa; Susigan, Cristina; Ferreira, José Manuel de Oliveira QuintaTendo em vista a apresentação do trabalho de Produção do filme de curta-metragem de ficção A Parideira, no âmbito do projecto de Mestrado em Comunicação Audiovisual, com Especialização em Produção e Realização, da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto, procedeu-se à redacção deste relatório de produção. O presente relatório descreve todas as tarefas desenvolvidas pelo autor, na qualidade de Produtor do filme, naquela que é a aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso de mestrado e, também, da sua experiência profissional, enquanto realizador de televisão. Os resultados obtidos mostram tratar-se mais de um relato das experiências vivenciadas do que de uma divagação teórica e retórica de como resolver as inúmeras questões levantadas ao longo do processo de produção de um filme.
- A ParideiraPublication . Moreira, José Miguel Martins; Campos, Jorge Manuel Costa; Ferreira, José Manuel de Oliveira Quinta; Susigan, CristinaEste trabalho pretende fundamentar a opção do uso de uma planificação analítica na realização da curta metragem A Parideira, ao mesmo tempo que constitui uma reflexão comparativa entre dois métodos de planificação, contrapondo o cinema analítico ao sintético, num trabalho enquadrado no contexto do projecto de mestrado em Produção e Realização Audiovisual. A opção pelo analítico é justificada, não pelo pretenso argumento dos que defendem ser este método análogo à forma como o ser humano observa a realidade (que depois reagrupa pela montagem no ecrã), mas por razões sobretudo estéticas. Digamos que, paradoxalmente, defendemos a planificação analítica para A Parideira, mas pelas razões daqueles que a atacam, quando defendem a sintética (André Bazin, por exemplo). E fizemo-lo porque nos interessava isolar o signo figurativo, provando que ele tem valor polissémico suficiente para conduzir à abstracção, aspecto fundamental quando se pretende realizar uma obra de expressão artística. Ou seja, pretendeu-se mostrar que o signo figurativo, ao ser isolado pela planificação analítica, é muito mais do que a representação quase fidedigna do objecto real que ele substitui no ecrã. Fizemo-lo igualmente, porque a partir do estudo do ícone (segundo a tricotomia de signos de Charles S. Peirce), quisemos identificar o símbolo como elemento nobre da ligação entre os mitos e o homem. Como A Parideira é mitológica na sua essência, para a narrar foi necessário fazê-lo através da linguagem figurativa e mediadora do símbolo. Concluindo, sem a planificação analítica a fragmentar a imagem, dificilmente se conseguiria sacralizá-la através do símbolo.
- Géneros da paisagem: o lugar da paisagem na fotografia documentalPublication . Pinho, Ana Catarina Gomes da Silva Ferreira de; Silva, Olívia Maria Marques da; Lemos, Aníbal; Melo, Cláudio César Ramalho de; Pereira, Maria de Fátima de Sá Guerra MarquesA partir de reflexões sobre o conceito de paisagem na fotografia e do lugar do documentário procura-se com esta pesquisa desenvolver um trabalho assente em bases teóricas sobre o conceito de paisagem, a narrativa na fotografia documental, juntamente com um registo fotográfico do espaço doméstico, onde as ideias de lugar, tempo, memória, identidade, funcionalidade vs simbolismo são os pontos relevantes para o discurso reflexivo levantado pelas imagens. Dada a ambiguidade do conceito de paisagem e das suas funções nas diferentes áreas pelas quais é explorado, pretende-se, neste projecto, analisar as rupturas conceptuais e consequentes transformações às quais foi sujeito, de uma maneira geral e a evolução que sofreu, ao longo das últimas décadas, passando de um estatuto de género ao de médium para a construção das mais diversas abordagens, na fotografia em particular. Nesta perspectiva, a relação entre a pesquisa efectuada e a narrativa visual apresentada resulta como uma possibilidade de interpretação assente no campo discursivo do qual o conceito de paisagem é objecto de estudo.
- A Parideira - direcção de fotografiaPublication . Morais, António Jorge Pereira; Campos, Jorge Manuel Costa; Susigan, Cristina; Ferreira, José Manuel de Oliveira Quinta; Vidinha, Francisco João PereiraEste relatório consiste numa reflexão, tendo em conta, a experiência vivida ao longo das fases de pré-produção, rodagem e pós-produção, do filme A Parideira, na posição de Director de Fotografia. O filme A Parideira surge no âmbito do projecto de Mestrado em Comunicação Audiovisual com especialização em Produção e Realização, da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto. Como em todos os projectos cinematográficos, este não é excepção no que toca à quantidade de departamentos, o que o distingue dos outros, é o volume da equipa muito mais reduzido, portanto às actividades são mais compartidas entre departamentos, por isso a ligação do departamento de imagem com todos os outros departamentos é bem patente neste relatório. Ao longo de todas as fases pelas quais o projecto passou, as funções atribuídas a cada uma das pessoas envolvidas na criação desta curta metragem, estiveram sempre ligadas entre si só assim poderia ser desenvolvida a coesão e coerência alcançadas. Como Parideiro, meu grifo, o trabalho que desenvolvi em redor dos elementos visuais do filme foi bastante intenso, desde reperador, aderecista, cenógrafo, operador de câmara e direcção de fotografia, é possível acompanhar todas as fases de produção através do desenrolar de todas estas actividades executadas por mim, e compartidas com os meus colegas de trabalho. Este relatório é testemunha disso.
- A Parideira - concepção do desenho sonoroPublication . Monteiro, Diogo Manso Sinde; Campos, Jorge Manuel Costa; Susigan, Cristina; Ferreira, José Manuel de Oliveira QuintaA partir da ideia de que os elementos sonoros, som e música, configuram um modo de expressão autónomo face à imagem registada, o desenho sonoro do projecto A Parideira é proposto como exercício simultaneamente técnico e criativo. Reconhecendo que, em cinema, a música se encontra intimamente ligada às emoções, afirma-se a capacidade de os elementos sonoros manipularem as dimensões diagéticas e não diagéticas do filme. O projecto sonoro apresentado assenta, portanto, na possibilidade de inovação em termos de sonoplastia e de composição musical, a partir de um conjunto de conhecimentos teóricos e técnicos. Destacam-se a utilização das técnicas MS e duplo MS, em termos de captação, e a abordagem multicanal 5.1 em termos de mistura surround, bem como a criação de um suporte musical original.
- A Parideira - assistente de realizaçãoPublication . Cid, Arlindo Matias; Campos, Jorge Manuel Costa; Susigan, Cristina; Ferreira, José Manuel de Oliveira QuintaPartindo da vontade de experimentar o cinema de ficção surge a hipótese de o fazer enquanto assistente de realização no filme A Parideira, um projecto conjunto do mestrado em Produção e Realização Audiovisual. A função de assistente de realização é sobretudo um papel de organização. Este trabalho mostra o acompanhamento do assistente de realização desde o primeiro draft, na planificação e na rodagem. Com base em fundamentos teóricos partimos para o terreno mas é lá que surgem as verdadeiras dificuldades e a necessidade da colaboração de todos os membros da equipa. O filme A Parideira revelou-se sobretudo um trabalho fruto do bom entrosamento entre os membros do núcleo principal José Miguel Moreira, Vasco Josué, Diogo Manso, António Morais, Arlindo Cid e todos aqueles que deram o seu contributo na preparação do filme e no momento da rodagem. Considerando todo o processo de realização de um filme como uma cadeia multidisciplinar, este filme é mais um exemplo da capacidade de entrega que uma equipa teve para conseguir o objectivo de fazer esta curta metragem.
- Estágio na empresa Farol de IdeiasPublication . Ferro, Luís Guilherme Almeida; Campos, Jorge Manuel Costa; Susigan, CristinaEste documento diz respeito ao estágio efectuado na empresa Farol de Ideias, integrado no Mestrado em Cinema Documental, tendo como principais áreas de interesse as funções de operador de câmara e editor. Terminado o estágio, desenvolvi um projecto que consistiu na criação de um programa de televisão, à semelhança do dos programas realizados nesta empresa. O programa por mim desenvolvido trata-se de um programa de reportagem, dedicado ás bandas portuguesas de metal em todas as suas vertentes.
- "Same same but different"Publication . Silva, Joana Henriques Castelo da; Silva, Olívia Maria Marques da; Melo, Cláudio César Ramalho de; Lemos, Aníbal; Pereira, Maria de Fátima de Sá Guerra Marques; Durden, MarkActualmente, conhece-se o mundo através das imagens que chegam diariamente a um qualquer cidadão. Com elas visualizam-se realidades que nunca se experimentaram, ficando-se prisioneiro de pré-conceitos, de “uma verdade” criada pela visão de outros. “Same same but different” contrapõe à memória colectiva, consequência da mediatização da guerra do Vietname, a realidade actual, cujos sinais da globalização se fazem notar nas ruas e gentes de Ho Chi Minh. “Same same but different” é um projecto fotográfico que reflecte sobre a homogeneização cultural versus a cultura secular. As imagens deste projecto são o resultado de várias deambulações pela cidade. Algumas são reveladoras de uma realidade familiar particular, outras mostram situações comuns observáveis por qualquer um. As imagens são apresentadas sob a forma de instalação fotográfica e são acompanhadas por um ambiente sonoro. A utilização do som acrescenta ao universo visual o sentido auditivo, facultando ao espectador uma experiência íntima como se entrasse num universo novo. "Os meus primeiros heróis da infância chegaram pela cultura de massas. Queria crescer americano, comer hot-dog e arrotar coca-cola. Troquei o sabão de coco pelo shampoo." - “Utopia e barbarie” de Silvio Tendler (n.1950)