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Cervejas artesanais: avaliação da atividade antioxidante e potencial utilização em formulações cutâneas

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Dissertação_ MFA_Maria João Pereira_V. Final.pdf31.03 MBAdobe PDF Ver/Abrir

Resumo(s)

A cerveja artesanal é uma matriz com potencial benéfico cutâneo. Contudo, carece de evidência científica. Assim, pretende-se avaliar atividade antioxidante, fotoprotetora e protetora (em células HaCaT), incorporando-se na cerveja artesanal mais promissora um extrato aquoso e etanólico (70% V/V) de Pranus avium Lapins. Da análise dos resultados, a cerveja ALM-IPA apresentou o maior teor de compostos fenólicos (8,96 ± 0,64 mg de equivalentes de ácido gálhico/g), capacidade em neutralizar 50% dos radicais ABTS + (55,21 ± 4,68 µg/mL) e H2O2 (23,54 ± 1,53 µg/mL), o maior poder antioxidante da redução do ião ferro (53,74 ± 1,27 µmol de equivalentes de trolox/g) e o maior fator de proteção solar (48,85 ± 0,39). Genericamente, as cervejas não apresentaram citotoxicidade até à concentração 250 µg/mL após 24H e 48H de incubação. A incorporação de extratos de cerveja apenas se revelou vantajosa no ensaio de pré-incubação com tert-butilhidroperóxido, garantindo ação comparável ao controlo positivo no extrato aquoso e, promovendo a diferenciação celular até à concentração 250 µg/mL (Ƿ˂0,001) no extrato etanólico. Em suma, constata-se os potenciais benefícios dos extratos de cerveja na pele, sendo essencial mais estudos para corroborarem as descobertas e garantirem a segurança dos extratos.

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Palavras-chave

Cerveja artesanal Antioxidante Fotoproteção Queratinócitos Prunus avium Lapins

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