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Resumo(s)
A preservação dos tecidos em formol e parafina (FFPE) constitui o padrão-ouro em patologia, permitindo análises histológicas detalhadas. Contudo, este processo compromete a qualidade do DNA, dificultando a sua utilização em técnicas moleculares. Com o advento da patologia molecular, a qualidade do DNA extraído torna-se determinante, reforçando a necessidade de selecionar métodos de extração adequados às exigências de cada aplicação. Assim, este trabalho teve como objetivo realizar uma revisão sistemática da literatura sobre métodos manuais e automatizados de extração de DNA a partir de cortes FFPE e, em paralelo, avaliar a sua aplicabilidade em contexto laboral. Para tal, foram utilizadas amostras FFPE de tumores colorretais, cujo DNA foi extraído por um método manual (coluna de sílica) e automático (separação magnética), avaliando-se o rendimento, a pureza e a integridade do DNA obtido. Os resultados mostraram que a extração manual proporcionou maior quantidade de DNA, embora a integridade se tenha revelado limitada em ambos os métodos. O estudo destacou ainda a influência da desparafinação e das condições de lise na eficiência da extração, sugerindo que adaptações metodológicas podem melhorar a qualidade do DNA. A escolha do método deve considerar a finalidade da análise, o volume de amostras e os recursos laboratoriais disponíveis.
Descrição
Palavras-chave
FFPE Extração de DNA Extração automática Extração manual Qualidade
