Publicação
A ressignificação da fotografia vernacular – o ato de reescrever o arquivo fotográfico manipulando a memória
| datacite.subject.fos | Humanidades::Artes | |
| dc.contributor.author | Constantino, Emanuel Marques | |
| dc.contributor.author | Baptista, Adriana | |
| dc.contributor.author | Silva, Olivia Marques | |
| dc.contributor.author | Castro, Cristina | |
| dc.date.accessioned | 2026-10-07T17:38:49Z | |
| dc.date.available | 2026-10-07T17:38:49Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.abstract | A produção fotográfica não esteve desde o seu início acessível a todas as faixas sociais. As elites foram as primeiras precursoras daquilo que se denominou inicialmente de invento fotográfico. Pelo custo associado às técnicas vigentes à época, o passo para a democratização deste meio só foi possível pela intervenção de figuras hoje reconhecidas na história da fotografia, como André Disdéri e George Eastman. Todavia, a quantidade de acontecimentos evolutivos (sociais, económicos, tecnológicos) levou a que rapidamente se presenciasse um espoletar da criação imagética, mesmo que o panorama atual evidencie já uma enorme mudança. No que se refere à quantidade, a criação diária de imagens hoje corresponde, em média, àquela registada anualmente na metade do século passado; a noção de caos ruidoso foi incluída na produção de imagens de forma forçada, em parte, alimentada pela era do digital. Ainda assim, não deixa de existir a tentativa constante – e obcecada – do fotógrafo, em mostrar e criar aquilo que ainda não foi visto e explorado (vivendo constantemente numa “impossibilia”), com a consequência do depósito de mais imagens. Tornam-se necessárias soluções que desacelerem uma criação desenfreada, e, a manipulação criativa e plena de sentidos complexos de “found photography” por Joachim Schmid é um caminho plausível para uma hipótese de produção eivada de reciclagem fotográfica. Não só da estratégia de Schmid, mas essencialmente da ressignificação da fotografia vernacular, nasce um olhar promissor no combate à massificação da imagem. David Bate afirma que a fotografia, contrariamente à pintura, dá certezas de que algo aconteceu ou esteve presente. No campo do vernacular a manipulação da memória pessoal/coletiva pode tornar-se uma estratégia imprescindível para a reinterpretação e fusão de dois tempos, numa nova abordagem, por onde nos movimentamos experiencialmente, fazendo circular entre tempos e espaços memórias e momentos distintos de captação do real, criando pela sua sínquise, novos significados. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.22/32924 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.peerreviewed | n/a | |
| dc.publisher | Ao Norte, Câmara Municipal de Viana do Castelo | |
| dc.relation.hasversion | https://encontrosdecinema.pt/doc/13-conferencia-programa.pdf?v=24.02 | |
| dc.rights.uri | N/A | |
| dc.subject | Massificação imagética | |
| dc.subject | Memória | |
| dc.subject | Fotografia vernacular | |
| dc.subject | Herança | |
| dc.subject | Família | |
| dc.title | A ressignificação da fotografia vernacular – o ato de reescrever o arquivo fotográfico manipulando a memória | por |
| dc.title.alternative | The resignification of vernacular photography – the act of rewriting the photographic archive through the manipulation of memory | por |
| dc.type | conference poster | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.conferenceDate | 2024 | |
| oaire.citation.conferencePlace | Viana do Castelo, Portugal | |
| oaire.citation.endPage | 9 | |
| oaire.citation.startPage | 8 | |
| oaire.citation.title | 13.ª Conferência Internacional de Cinema de Viana | |
| oaire.version | http://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85 |
