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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A avaliação acústica da voz inclui medidas acústicas de curto ou longo termo, sendo as primeiras as mais utilizadas na pratica clínica. Contudo, apresentam limitações, sobretudo na análise da fala encadeada. O objetivo desta investigação foi estudar a contribuição de tarefas de fala encadeada, medidas acústicas de longo termos e medidas combinadas para complementar a avaliação da qualidade vocal, tendo como referência medidas de curto e áudio-percetivas. Realizou-se um estudo analítico, observacional, quantitativo e transversal. Doze indivíduos, com e sem disfonia, foram sujeito a avaliação por ORL, gravação da voz (vogal sustentada e leitura em diferentes intensidades) e avaliação áudio-percetiva (por três peritos, usando a escala CAPE-V adaptada) ficando distribuídos por três graus: sem alterações, grau ligeiro e grau moderado de disfonia. Foram calculadas medidas de curto e longo termo e da análise estatística (correlação de Person) concluiu-se que tarefas de leitura em diferentes intensidades são importantes na avaliação acústica, verificando-se correlação inversa entre a dinâmica de intensidades, (H1-H2)ltas, CPPS fala e CPPSvogal e o grau de disfonia. Verificou-se também, a relevância dos índices DSI e AVQI na caracterização do grau de disfonia. Foram feitas considerações sobre as práticas de avaliação vocal pelos terapeutas da fala para uma melhor caracterização vocal.
Descrição
Palavras-chave
Disfonia Avaliação acústica Parâmetros acústicos de longo termo DSI AVQI
