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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
As cicatrizes mamárias são das mais frequentes em mulheres, seja por estética ou necessidade de reconstrução. Complicações pós-cirúrgicas podem ser controladas e atenuadas pela fisioterapia, embora o impacto no quotidiano possa ser alheio à intervenção. Analisar diferenças na auto-perceção da qualidade da cicatriz e seu impacto na qualidade de vida, considerando a realização de fisioterapia após cirurgia mamária. Realizou-se um estudo observacional analítico transversal, de 70 mulheres com cicatriz mamária, selecionadas de modo não probabilístico, por conveniência e voluntariamente através de um questionário online partilhado pela investigadora. Este, incluiu a Escala de Avaliação de Cicatrizes do Paciente e Observador (POSAS), Índice de Qualidade de Vida Dermatológico (IDQV), o Questionário Breve de Atividade Física (BPAAT) e avaliou características pessoais, hábitos de vida e o período pós-cirúrgico. Considerou-se α=0,05 para a regressão linear, testes de Qui-Quadrado e testes mão paramétricos: Mann-Whitney e Kruskal Wallis. Verificou-se que a fisioterapia tem influência na qualidade da cicatriz (p=0,002), contudo, não tem impacto na qualidade de vida (p=0,065). Constatou-se ainda forte correlação entre a qualidade da cicatriz e a qualidade de vida (p‹0,001 e r=0,811). A fisioterapia influencia a qualidade da cicatriz, porém sem efeitos diretos na qualidade de vida reportada.
Descrição
Palavras-chave
Cicatriz mamária Fisioterapia no pós-operatório Processo de cicatrização Qualidade de vida
