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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A indústria da castanha gera uma quantidade significativa de resíduos, como casca e ouriço, que podem conter vários compostos bioativos com potencial antimicrobiano. Este estudo teve como objetivo avaliar a atividade antibacteriana de extratos de resíduos de castanha (ouriço e casca) contra várias estirpes bacterianas. Prepararam-se extratos por extração subcrítica e liofilização, que foram posteriormente dissolvidos em meio Muller-Hinton a diferentes concentrações. A atividade antimicrobiana foi avaliada através de diluições seriadas e contagem de Unidades Formadoras de Colónias após incubação a 36 °C por 24 horas. Obtiveram-se Concentrações Mínimas Inibitórias (CMI), com o extrato de casca e de ouriço, respetivamente, de 36 mg/mL e 18 mg/mL, para Staphylococos epidermidis, e de 27 e 36 mg/mL, para Serratia marcescens. No caso das estirpes Staphylococos aureus e Escherichia coli obteve-se uma CMI de 18 mg/mL para ambos os extratos, bem como para a Pseudomonas aeruginosa, com CMI menor do que 6 mg/mL. Conclui-se que os resíduos da castanha têm potencial como fontes de compostos antibacterianos, com aplicações promissoras na indústria alimentar e farmacêutica. Futuros estudos são necessários para isolar os compostos ativos e avaliar a toxicidade.
Descrição
Palavras-chave
Extratos vegetais antimicrobianos Resíduos da castanha atividade antibacteriana
