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Orientador(es)
Resumo(s)
A fadiga muscular pode ser definida como a incapacidade do músculo-esquelético gerar elevados níveis de força muscular ou manter esses níveis no tempo. O consumo máximo de oxigénio (VO2 máx.) é considerado um parâmetro válido para classificar a capacidade aeróbia do individuo (Astrand et al., 2003), podendo dar indicação sobre a manifestação de fadiga muscular fisiológica. A nível ocupacional, trabalhos musculares dinâmicos e isométricos em conjunto com duras exigências de produtividade e longas horas de trabalho necessitam de um valor de VO2 máx. elevado, para evitar a ocorrência de patologias e lesões (Yoopat et al., 1998). Alguns estudos referem que a fadiga muscular se encontra na génese das Lesões Músculo-esqueléticas Relacionadas com o Trabalho (LMERT)(Ma et al., 2009; Soo et al., 2009). A repetitividade é um dos fatores de risco determinante e mais aceite para o aparecimento de LMERT (Occhipinti, 1998). Além disso, segundo Chad & Brown (1995), ambientes térmicos quentes têm um impacto significativo na termorregulação e na fadiga muscular em trabalhadores. A indústria automóvel caracteriza-se por uma elevada exposição a fatores de risco que favorecem o desenvolvimento de LMERT, nomeadamente, durante a execução de trabalhos de montagem, habitualmente, repetitivos (Landau et al., 2008) e também a exposição ao calor. O presente estudo tem como principal objetivo verificar se o tipo de tarefa e as condições térmicas existentes nos postos de trabalho influenciam as respostas fisiológicas de trabalhadores na Indústria Automóvel.
Descrição
Palavras-chave
Fadiga muscular Indústria automóvel VO2 máx.
Contexto Educativo
Citação
Vieira, R., Moreira, C., Santos, J., & Vieira Da Silva, M. (2013). Respostas fisiológicas em diferentes condições de trabalho: Um estudo preliminar na Indústria Automóvel. Proceedings book of the International Symposium on Occupational Safety and Hygiene - SHO2013, 1, 574–576.
