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Realidade virtual no tratamento da esquizofrenia

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Orientador(es)

Resumo(s)

A realidade virtual tem sido aplicada com eficácia em tratamentos de patologias psiquiátricas como os transtornos de ansiedade, nomeadamente fobias e stress pós-traumático, e na depressão (Arbona et al., 2007; Richard & Richardson, 2012). O ambiente virtual pode provocar emoções positivas e proporcionar ao paciente diversos obstáculos e problemas a resolver, bem como produzir experiências que mesclem o mundo real e o mundo virtual de maneira envolvente. Tem como principal característica a imersão de quem a utiliza num mundo perceptivo, dando a sensação de o indivíduo estar realmente no ambiente projectado e a interagir com este (Costa & Carvalho, 2004; Dores et al., no prelo; Ku et al., 2003; Machado, Moraes & Nunes, 2009). Na esquizofrenia, o uso da realidade virtual é maioritariamente direccionado para a avaliação, de défices cognitivos e desabilidades sociais. Apesar de alguns autores realçarem (Costa & Carvalho, 2004; Dores et al., no prelo; Ku et al., 2003; Machado, Moraes & Nunes, 2009) a potencialidade da tecnologia, poucos programas de reabilitação são encontrados, demonstrando escassez da aplicação desta tecnologia no tratamento da esquizofrenia e a lacuna no uso das possibilidades tecnológicas para este âmbito.

Descrição

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Macedo, M., Marques, A. J., Queirós, C., & Rodrigues, S. (2013). Realidade virtual no tratamento da esquizofrenia VIII Simpósio Nacional da APP, Aveiro.

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Associação Portuguesa de Psicologia

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