ESS - TF - Terapia da Fala
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Percorrer ESS - TF - Terapia da Fala por assunto "Afasia"
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- Afasia em Portugal: o que sabem os profissionais de saúde?Publication . Moreira, Inês; Patrício, Brígida; Oliveira, Alexandra; Patrício, Brígida; Oliveira, AlexandraA afasia é uma perturbação que afeta a funcionalidade comunicativa e social da pessoa com afasia (Papathanasiou & Coppens, 2017). As pessoas com afasia necessitam de apoio especializado de vários grupos de profissionais de saúde, sendo crucial que estes tenham conhecimento sobre a patologia e utilizem estratégias comunicativas adequadas (Van Rijssen et al., 2021). Caracterizar o conhecimento sobre afasia dos profissionais de saúde por grupo profissional; comparar o conhecimento e as estratégias comunicativas utilizadas/importantes em função dos grupos profissionais; averiguar associações entre conhecimento e estratégias comunicativas com: (1) grupos profissionais e (2) género. Estudo descritivo, comparativo-correlacional transversal com 237 profissionais de saúde de Portugal (32,9% auxiliares de saúde; 21,9% enfermeiros; 12,7% psicólogos; 11,8% médicos; 9,3% terapeutas ocupacionais; 8,4% fisioterapeutas; 1,8% assistentes sociais e 1,3% psicomotricistas). Para a recolha de dados, utilizou-se um questionário adaptado de Santos & Patrício (2024), divulgado online. Utilizou-se estatística descritiva e correlacional para a análise de dados. A maioria dos profissionais (86,5%) ouviu falar sobre afasia. Todos os grupos têm baixo conhecimento sobre a maioria dos tipos de afasia. Os terapeutas ocupacionais são os que melhor sabem acerca da etiologia da afasia. Os auxiliares de saúde são o grupo com o nível mais baixo de conhecimento sobre afasia. Verificado bom conhecimento sobre estratégias importantes por todos os grupos. Como seria expectável, enfermagem utilizou mais adequadamente estratégias comunicativas. O género masculino sabe mais sobre afasia. Importante promover a literacia em saúde, em especial sobre as patologias da comunicação (e.g. afasia). Essencial aumentar a perícia na utilização das estratégias comunicativas. O tamanho amostral dos grupos profissionais e a falha de dados por necessidade de recodificação de formatos de resposta são limitações desta investigação. Propõe-se a elaboração de um estudo longitudinal acerca da associação entre conhecimento sobre afasia de profissionais de saúde e estudantes da área da saúde com a participação em programa de treino de parceiros comunicativos de formação contínua.
- Conhecimento dos estudantes finalistas dos cursos de enfermagem, fisioterapia, medicina e terapia ocupacional sobre afasiaPublication . Moreira, Inês; Patrício, Brígida; Silva, FátimaA afasia pode interferir com a capacidade de comunicar da pessoa, impactando negativamente na sua qualidade de vida (Patrício, 2015). Interlocutores preparados para comunicar com pessoas com dificuldades comunicativas podem ser um facilitador, nomeadamente profissionais de saúde que intervêm no processo de reabilitação (Hallowell, 2017). Existem poucos estudos que abordam o conhecimento que estes profissionais e os estudantes da área da saúde apresentam sobre afasia.
- Conhecimento dos profissionais de saúde de Cabo Verde sobre afasiaPublication . Fernandes, Adélcia; Patrício, Brígida; Silva, Maria de FátimaOs profissionais de saúde apresentam níveis baixos e básicos de conhecimento acerca da afasia. Esta falta de literacia relativamente à afasia tem impacto negativo no processo comunicativo entre os profissionais de saúde e a pessoa com afasia (PCA), na avaliação e adequação das respostas às reais necessidades da PCA e no acompanhamento e tratamento.
- Influência da comunicação na vida dos cuidadores de pessoas com afasiaPublication . Silva, Fátima; Patrício, BrígidaEste estudo tem como objectivo verificar se os cuidadores informais de pessoas com afasia consideram pertinente a sua participação no processo de habilitação/reabilitação do seu familiar, em terapia da fala, tendo em conta o impacto da afasia na sua vida. Foram entrevistados 7 cuidadores. Verificou-se que a sua qualidade de vida diminuiu, que houve alterações nos padrões de comunicação, nos papéis desempenhados e nos seus relacionamentos. É atribuída importância à terapia da fala na melhoria das competências comunicativas dos familiares e na relação entre ambos, considerando a sua participação pertinente, apesar de nem sempre conseguirem acompanhar o familiar às sessões.
- Sintomatologia depressiva em indivíduos com afasia: Proposta de linha de corte do Stroke Aphasic Depression Questionnaire-21Publication . Patrício, Brígida; Santos, Maria EmíliaEste estudo tem como objectivos: (1) determinar a linha de corte do Stroke Aphasic Depression Questionnaire-21 (SADQ- 21); e (2) verificar a incidência da sintomatologia depressiva em indivíduos com afasia crónica. Envolveu uma amostra de 33 indivíduos com afasia com mais de um ano de evolução e uma amostra de 66 sujeitos sem patologia incapacitante. A avaliação da sintomatologia depressiva foi feita através das versões Portuguesas da Center for Epidemiologic Studies Depression Scale (CES-D) e do SADQ-21. Os resultados mostraram que valores superiores a 17 na SADQ-21 são indicativos de sintomatologia depressiva importante, pelo que se determinou como linha de corte o valor 17. Verificou-se, ainda que indivíduos com afasia crónica tem significativamente mais sintomas depressivos do que indivíduos sem lesão cerebral (t = -6,023, gl = 97, p = 0,000).
- Validade e fiabilidade da versão portuguesa do Stroke Aphasic Depression Questionnaire-21Publication . Patrício, BrígidaO objectivo deste estudo é determinar as propriedades psicométricas da versão portuguesa do Stroke Aphasic Depression Questionnaire-21 (SADQ-21). Envolveu 120 sujeitos, 33 dos quais com afasia. Os resultados demonstraram que o SADQ-21 revela uma consistência interna muito elevada (α=0,87). A validade de construção identificou cinco domínios. A variância total explicada pelos factores foi elevada (65,85%). A correlação entre a medida de ouro e o SADQ-21 é estatisticamente significativa (p<0,05). Os indivíduos com afasia estão significativamente mais deprimidos que os sem afasia (p=0,0001). Conclui-se que o SADQ-21 é um instrumento adequado para a avaliação da sintomatologia depressiva em pessoas com afasia.
