Percorrer por autor "Pinto, Rafael Moreira"
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- O envolvimento dos encarregados de educação na aprendizagem e estudo do pianoPublication . Pinto, Rafael Moreira; Fonseca, Ana Maria Liberal da; Sandu, Constantin; Pintão, Rui; Amado, IrmaNo presente relatório apresenta-se o trabalho desenvolvido no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada, realizada no Conservatório Regional de Gaia durante o ano letivo de 2024/2025. Paralelamente, inclui um projeto de investigação centrado no envolvimento dos encarregados de educação no processo de aprendizagem e de estudo do piano. No primeiro capítulo, procede-se a uma breve contextualização e caracterização da instituição escolar onde decorreu o estágio. Já o segundo capítulo reúne as planificações e observações de aulas realizadas, culminando com uma reflexão crítica acerca da experiência adquirida enquanto estagiário e futuro docente. Por fim, o terceiro capítulo apresenta o projeto de investigação, cujo principal objetivo consistiu em compreender as perspetivas dos professores de piano e dos encarregados de educação relativamente ao envolvimento destes no processo de aprendizagem e estudo do piano de alunos do ensino básico e secundário. Os dados foram recolhidos através da administração de um inquérito por questionário.
- Memória ou partitura na performance musical: estudo comparativo com intérpretes portugueses de excelênciaPublication . Pinto, Rafael Moreira; Fonseca, Ana Maria Liberal daNa presente dissertação foi realizado um estudo comparativo entre músicos portugueses com uma carreira de excelência, sendo o objetivo principal analisar as motivações que os levam, em recitais a solo, a tocar de memória ou com partitura. Para isso, foram selecionados oito intérpretes, de seis instrumentos diferentes – piano, violoncelo, violino, tuba, clarinete e canto –, com base nos critérios de excelência definidos por Talbot-Honeck & Orlick (1998). A recolha de dados foi efetuada através de uma entrevista estruturada, desenhada para o efeito, feita a cada um dos músicos selecionados. Os resultados obtidos apontam para que o hábito de tocar de memória esteja mais presente nos instrumentos com maior tradição de ensino formal, como o violino, violoncelo, piano e canto; que o tempo necessário, ou a falta dele, para a preparação de uma performance pode condicionar/dificultar o processo de memorização; cantar ou tocar de memória possibilita uma maior espontaneidade e liberdade durante a execução, para os cantores, para o tubista e para a violoncelista; que os cantores preferem cantar de memória pelo contacto visual que conseguem estabelecer com o público; e, que cada músico deve ter a liberdade de escolher se prefere tocar/cantar de memória ou com partitura.
