Browsing by Author "Faria, Paula Cristina"
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- Análise de competências dos educadores clínicos do curso de Terapia da Fala da ESTSPPublication . Faria, Paula CristinaPortugal a Educação Clínica nos cursos de licenciatura em Terapia da Fala, corresponde a aproximadamente um quarto do tempo de formação dos Terapeutas da Fala. Para suportar o conhecimento e as competências dos orientadores nos contextos da prática clínica, após a implementação do processo de Bolonha e perante os novos paradigmas da educação, é necessário verificar as suas áreas fortes e emergentes para promover programas de desenvolvimento destas últimas. Desenvolveu-se um estudo observacional descritivo, transversal e quantitativo com a questão de partida: Qual a percepção dos orientadores das unidades curriculares de Educação Clínica do 4º ano do curso de Terapia da Fala da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto, face às suas competências no papel de orientadores?, subdividida em dois objectivos: 1) Determinar o nível de competências dos orientadores por domínio, numa auto perspectiva; 2) Identificar as competências dos orientadores, por domínio, alvo de valores baixos numa auto perspectiva. O questionário de autopreenchimento escolhido foi o adoptado num estudo longitudinal actualmente em curso e é composto por dois grupos de questões de auto preenchimento. O primeiro permite caracterizar a amostra e o segundo responder aos dois objectivos acima referidos, através da utilização de uma escala de Likert com cinco valores e mais um para Não Aplicável. Da população de 46 Educadores Clínicos, obteve-se uma amostra de 22 que orientaram estágios no ano lectivo 2010-2011. Esta amostra apresenta valores médios por domínio e por competência (item) de quatro. Na média individual por sujeito também obtêm o mesmo valor. Isto indica que na percepção dos Educadores Clínicos estes consideram-se competentes para desempenhar o papel que lhes é atribuído na formação de Terapeutas da Fala em Portugal. Quatro dos domínios onde se identificaram valores baixos correspondem, juntamente com mais um, aos que surgiram com a reformulação da ASHA em 2008 das Capacidades e Competências dos Educadores Clínicos, de acordo com as mudanças do sistema educativo, sendo por isso os mais indicados para o início da criação de programas de formação para os mesmos em Portugal.
- Clinical Education - a fundamental curricular unit for all health practitionersPublication . Patrício, Brígida; Magina, Eugénia; Nunes, Helena; Faria, Paula Cristina; Araújo, André; Cunha, Maria JoãoClinical education is recognized as being crucial for the training of health professionals. This subject is debated amongst teachers, students and professionals. Besides the clinical and research skills, we look for other competencies such as oratory, creative thinking or leadership. We present the results of a study with 4th graders. It’s a exploratory study; the main purpose was to evaluate the outcomes of a unit of clinical education prepared according a new set of competencies and methodologies. The competencies were seen as valuable. Organization, leading or supporting a colleague, rethinking a program to serve client and family are equally important.
- O Coaching como ferramenta no ensino superior: o estudante como ator principalPublication . Faria, Paula Cristina; Pinto, MartaO sucesso académico do estudante está cada vez mais ancorado à demonstração da aquisição de competências e à capacidade da sua utilização na resolução de problemas. O estudante deve assumir um papel ativo na sua aprendizagem saindo de mero recetor de conteúdos, para a busca ativa e efetiva de conhecimentos relevantes para os desafios encontrados. No curso de Terapia da Fala da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico do Porto, na unidade curricular de Educação Clínica II, temos vindo a implementar o modelo de Orientação Tutorial, como metodologia ativa para a aprendizagem, onde se pretende que o estudante analise criticamente as suas competências enquanto são implementadas ferramentas que potenciam o seu crescimento individual. O objetivo foi verificar o impacto da utilização de ferramentas de Coaching com os estudantes, numa abordagem qualitativa que enfatisa a perceção dos estudantes sobre as suas competências instrumentais, sistémicas, interpessoais e intrapessoais. Utilizou-se para análise documental as suas reflexões individuais, realizadas em dois momentos distintos. No segundo momento verificou-se um aumento de referenciação mais significativo das competências instrumentais e intrapessoais. Considera-se relevante continuar a investigar a perceção dos estudantes relativamente ao desenvolvimento das suas competências.
- Desenvolvimento de um programa de estratégias de comunicação para profissionais de saúdePublication . Pereira, Liliana Patrícia; Araújo, André; Faria, Paula CristinaMuitas das pessoas em Cuidados Paliativos (CP) vêem as suas capacidades comunicativas alteradas/limitadas pela progressão da patologia. Considera-se fundamental que os profissionais de saúde (PS) utilizem estratégias de comunicação adequadas para promover o conforto, autonomia e funcionalidade destes doentes, no entanto a maioria não tem conhecimento ou formação específicos para o uso da comunicação com pessoas com dificuldades comunicativas (PDC). O terapeuta da fala é o profissional de saúde com maior preparação para facilitar a comunicação, por ser da sua competência profissional a intervenção com PDC, bem como a habilitação dos seus principais interlocutores, sendo reconhecida a relevância da sua intervenção com familiares e PS. Seguindo os princípios básicos dos CP, o presente estudo focou-se na problemática da comunicação entre PS e PDC.
- Ensino de ferramentas de coaching e programação neurolinguística a estudantes de licenciatura em Terapia da Fala: a perspetiva dos estudantesPublication . Patrício, Brígida; Araújo, André; Faria, Paula Cristina; Pinto, Marta; Ribeiro, CarolinaO ensino de soft skills a estudantes do ensino superior tem-se revelado muito importante. No Curso de Licenciatura em Terapia da Fala da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico do Porto (ESS-P.Porto), este ensino é feito, também, através da utilização de ferramentas de Coaching e Programação Neurolinguística. No último ano de formação os estudantes implementam processos de intervenção diretamente com clientes, pelo que este ensino é feito de forma explícita, empoderando os estudantes para usá-las consigo próprios, com clientes, supervisores e equipa. Neste estudo são identificadas, na perspetiva dos estudantes: a) vantagens; b) desvantagens c) ferramentas mais importantes d) ferramentas utilizadas e d) dificuldades na utilização. A metodologia é qualitativa, com análise documental de peças reflexivas dos portefólios de Educação Clínica III. Foram analisados 56 portefólios, identificadas 32 peças sobre a temática e analisadas 16. Os estudantes identificaram vantagens para o desenvolvimento de competências intrapessoais e interpessoais. Não foram identificadas desvantagens. As ferramentas mais importantes e mais usadas foram as perguntas poderosas. A maior dificuldade foi a necessidade de treino. Esta prática pedagógica é útil no desenvolvimento de soft skills dos estudantes de ensino superior, em particular, dos estudantes de terapia da fala.
- O Coaching no processo de ensino-aprendizagem: O estudante como ator principal na sua aprendizagem – descoberta de um caminhoPublication . Faria, Paula Cristina; Pinto, MartaO sucesso académico está cada vez mais ancorado à demonstração efetiva da aquisição de competências e à capacidade de utilização dessas competências na resolução de problemas reais. O estudante deve assumir cada vez mais um papel ativo na sua aprendizagem saindo da atitude de mero recetor de conteúdos, para a busca ativa e efetiva de conhecimentos relevantes para os desafios encontrados e os objetivos da aprendizagem. O papel ativo dos estudantes na aprendizagem e no trabalho em equipa favorecem o desenvolvimento de competências fortemente valorizadas pelas entidades empregadoras, como a comunicação, o trabalho individual e em equipa, o pensamento crítico e a tomada de decisão (competências transversais ou soft skills). No curso de Terapia da Fala, na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico do Porto (P.Porto), mais especificamente na Unidade Curricular de Educação Clínica II, temos vindo a implementar o modelo de Orientação Tutorial (OT) como metodologia ativa para a aprendizagem. Nas aulas de tipologia OT pretende-se que os alunos façam uma análise crítica sobre as suas competências enquanto são apresentadas ferramentas que potenciam objetivos para o crescimento individual enquanto estudantes de terapia da fala. O objetivo deste estudo é verificar o impacto da utilização do Coaching, durante o processo de OT com os estudantes, a partir da análise das suas reflexões individuais. O estudo que aqui se apresenta assenta numa abordagem qualitativa e coloca a ênfase na perceção dos estudantes do 3º ano de Terapia da Fala ao nível das competências definidas: competências intrapessoais, competências interpessoais, competências sistémicas e competências instrumentais. Com os resultados obtidos pela análise das reflexões individuais dos estudantes pretendemos contribuir para apoiar e orientar os docentes na melhoria das suas práticas pedagógicas com modelos ajustados às necessidades atuais.
- Reflective practices in speech and language therapy degreePublication . Gonçalves, Maria João; Faria, Mónica; Araújo, André G. M.; Faria, Paula Cristina; Pinto, Marta JoanaSpeech and language therapists are health professionals working with people with communication and swallowing-related problems. The scope of practice includes competences that go far beyond clinical and technical abilities. As in other fields, inter and intrapersonal competences are crucial to develop and establish quality health services and a well-succeeded career. Reflective practices are used to achieve a professional profile aligned with 21st century competences, with strong soft skills, and capacity to develop new competences during professional lifetime. This chapter presents the experience of a Portuguese health school where several tools and strategies have systematically been used for the last 15 years in a Speech and Language Therapy degree, as tutorials, portfolio, reflective reports, self- and peer assessments, simulations, and clinical practicum. The outcomes are relevant and may be inspiring for other allied health professions' education, including students, teachers, and clinical educators.