Browsing by Author "Cardoso, Catarina"
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- Empreender no feminino em Portugal: motivações e obstáculosPublication . Bernardino, Susana; Freitas Santos, José; Cardoso, CatarinaPropósito: Este artigo tem como objetivo estudar a prática do empreendedorismo feminino (EF) em Portugal, em particular compreender o que leva as mulheres empreendedoras a criarem o seu próprio negócio e identificar os principais obstáculos com que se deparam na criação e gestão dos seus negócios. Desenho/metodologia/abordagem: A metodologia adotada é qualitativa, realizada com base em estudos de caso a seis empreendedoras portuguesas de diferentes áreas de atividade residentes no norte do país. Resultados: Os resultados mostram que a maioria das entrevistadas empreende pela possibilidade de se tornar dona do seu próprio destino e de poder gerir livremente o tempo ao seu dispor. No entanto, a maioria das entrevistadas consideram que quando estavam empregadas era mais simples conciliar a vida familiar com a vida profissional. A questão burocrática foi a mais referida como barreira ao início da atividade. Verifica-se ainda que a maioria das empreendedoras não sente qualquer discriminação de género. Limitações da investigação: Como principais limitações apontam-se a natureza exploratória da investigação e a concentração das entrevistas no norte do País. Implicações práticas: O conhecimento sobre o EF é importante para que os poderes públicos possam conceber políticas que estimulem de uma forma eficaz a criação de novos negócios. Originalidade/valor: O EF é uma área com enorme potencial em termos de criação de valor. No entanto, os estudos empíricos existentes sobre as motivações e obstáculos para a prática do EF são ainda escassos. Este artigo oferece um estudo em profundidade do tema, com base no testemunho de mulheres empreendedoras.
- Manipulação de anticorpos monoclonais em tratamentos oncológicos: revisão sistemática de diretrizes internacionais e avaliação com AGREE-IIPublication . Cardoso, Catarina; Henriques, Inês; Santos, Marlene; Moreira, Fernando; Moreira, Fernando; Santos, MarleneEm 2020, a incidência de cancro foi de 19,3 milhões de casos em todo o Mundo. Em 2040 perspetiva-se um aumento para 28,4 milhões de novos casos diagnosticados anualmente. Apesar de ser a primeira linha de tratamento, na maior parte das situações no momento do diagnóstico, a quimioterapia é considerada, muitas vezes, insuficiente. Neste sentido, a imunoterapia baseada em anticorpos tem-se apresentado como uma terapia complementar promissora. Os anticorpos monoclonais (MAbs) têm sido utilizados para aumentar os efeitos da quimioterapia para muitos tipos de cancro. A manipulação de MAbs suscita algumas questões aos profissionais por não haver uma definição clara da posição que esta classe de fármacos ocupa entre os medicamentos citotóxicos e os medicamentos considerados não perigosos («ISOPP Standards for the Safe Handling of Cytotoxics», 2022). Este fator, associado ao facto de não se conhecerem todos os riscos associados à sua manipulação, dificulta a formulação de orientações relativas à manipulação segura destes medicamentos. Este estudo teve como principais objetivos compilar as principais recomendações emanadas pelas diretrizes internacionais sobre a correta manipulação de MAbs e identificar e avaliar a sua qualidade.
- Reabilitação Cardíaca: Relação entre padrão alimentar e composição corporal em indivíduos com doença arterial coronáriaPublication . Vieira, Ágata; Cardoso, Catarina; Noites, AndreiaA prática de exercício físico num contexto de reabilitação cardíaca e a adoção de padrões alimentares corretos, parece influenciar as variáveis da composição corporal e diminuir o risco de doenças cardiovasculares. O estudo tem como objetivo analisar a relação entre o padrão alimentar e os valores de composição corporal e a influencia da reabilitação cardíaca nestas variáveis. Estudo experimental e transversal, cuja amostra foi constituída por 25 indivíduos, distribuídos pelo grupo 1 (n=14), o qual esteve inserido na fase de manutenção da reabilitação cardíaca e, pelo grupo 2 (n=11), que não esteve inserido num programa de reabilitação cardíaca. Foi utilizada a balança de bioimpedância Tanita InnerScan Model BC545 TM para a mensuração do peso; a fita métrica para a medição da altura e perímetros e o adipómetro para a medição da gordura subcutânea. Através destes instrumentos, foi possível calcular o IMC e a percentagem de gordura corporal. Caraterizou-se, ainda, o padrão alimentar de cada participante através do Questionário de Frequência Alimentar. A análise estatística foi feita através do software SPSS23, com nível de significância de 5%. Verificou-se que, quanto à composição corporal, ambos os grupos encontraramse acima dos valores de referência de risco, exceto na gordura subcutânea. Quanto ao consumo alimentar, o grupo 2 apresenta um maior consumo, em quantidades, do que o grupo 1 em todas as variáveis, exceto nas calorias, hidratos de carbono e fibra alimentar. Apenas nas variáveis idade e hidratos de carbono é que se verificou diferenças significativas (p=0,000 e p=0,042, respetivamente). Quanto às outras variáveis, estas não apresentaram diferenças significativas (p >0,05). Observou-se uma correlação positiva (forte) entre as variáveis da composição corporal. Nesta amostra, os valores da composição corporal e o padrão alimentar, não diferem com a prática de atividade física.