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Entre a memória e a sua ausência, a construção de uma identidade – para uma leitura de A História de Erika, de Ruth Vander Zee e Roberto Innocenti.

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A História de Erika, escrito por Ruth Vander Zee e ilustrado por Roberto Innocenti, é mais um dos livros que se debruçam sobre o tema do Holocausto, entrecruzando o trabalho ficcional do texto verbal e a História factual representada nas ilustrações hiperrrealistas. Apesar da simplicidade lexical e sintática do texto verbal, esta narrativa é contada através de uma analepse externa por Erika, em 1995. Nesse recuo temporal de cinquenta e um anos, Erika conta como foi lançada pelos pais para fora do vagão onde seguiam rumo ao campo de extermínio de Birkenau – Auschwitz. Toda a narração é construída por perguntas retóricas acerca dos sentimentos que teriam experimentado os seus pais nesse momento, que nome lhe teriam dado, se teria irmãos. A construção da identidade de Erika inicia-se depois de ter sido recolhida por uma família e a partir de uma memória não individual mas coletiva, ou seja, a partir do que ouvia contar sobre o Holocausto e do que podia ler na História oficial.

Descrição

Palavras-chave

Holocausto Memória histórica Identidade Narrativa para a infância

Contexto Educativo

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Edicións Xerais de Galicia

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