Publicação
Fisioterapia vs. Terapêuticas Farmacológicas na Oncologia Paliativa: síntese comparativa por sintoma
| dc.contributor.author | Ribeiro, Andrea | |
| dc.contributor.author | Sousa, João | |
| dc.contributor.author | Pacheco, Gilvan | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-21T10:27:03Z | |
| dc.date.available | 2026-05-21T10:27:03Z | |
| dc.date.issued | 2026-03-19 | |
| dc.description.abstract | Em cuidados paliativos oncológicos, o controlo sintomático exige integrar intervenções não farmacológicas e farmacológicas. Persistem dúvidas sobre o que priorizar por sintoma, em particular na fadiga, dor e dispneia. Sintetizar a evidência comparativa entre fisioterapia e terapêuticas farmacológicas em doentes com cancro avançado, identificando ganhos clínicos por domínio sintomático e prioridades de investigação. Revisão narrativa baseada em pesquisa estruturada de estudos comparativos e revisões (ECA, meta‑análises e observacionais) sobre fadiga, dor, dispneia e qualidade de vida, com extração de tipo de intervenção, magnitude do efeito, segurança e implicações práticas. A fisioterapia (exercício doseado/progressivo, treino respiratório, TENS, massagem e educação/componente cognitivo‑comportamental) mostra benefício consistente na fadiga e na função, frequentemente superando fármacos estimulantes/corticosteroides para estes desfechos e com melhor perfil de segurança. Na dor oncológica, opioides e adjuvantes mantêm‑se padrão‑ouro para dor moderada‑severa; a fisioterapia atua como adjuvante, reduzindo intensidade, incapacidade e, em alguns contextos, necessidades de resgate. Na dispneia, técnicas respiratórias e medidas simples (p.ex., ventilação dirigida, treino de padrões, ventilador de mão/“fan therapy”) oferecem alívio clinicamente relevante; fármacos (opioides/corticosteroides) reservam‑se para refratariedade e requerem monitorização de efeitos adversos. Programas de reabilitação precoce e integrados associam‑se a melhoria da qualidade de vida e autonomia. A efetividade é dependente do sintoma: a fisioterapia destaca‑se em fadiga, função e qualidade de vida; a farmacoterapia é indispensável na dor intensa e útil na dispneia refratária. A abordagem integrada e personalizada, iniciada precocemente, apresenta o melhor rácio benefício‑risco. Persistem lacunas: ECA head‑to‑head, dados de custo‑efetividade e critérios de estratificação por subgrupos. | por |
| dc.identifier.citation | Ribeiro, A., Sousa, J., & Pacheco, G. (2026). Fisioterapia vs. Terapêuticas Farmacológicas na Oncologia Paliativa: Síntese comparativa por sintoma. RevSALUS - 7ª Reunião Internacional da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia, 8(Sup), 50–51. https://doi.org/10.51126/2cd7ww85 | |
| dc.identifier.doi | 10.51126/2cd7ww85 | |
| dc.identifier.eissn | 2184-836X | |
| dc.identifier.issn | 2184-4860 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.22/32402 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.peerreviewed | yes | |
| dc.publisher | RACS | |
| dc.relation.hasversion | https://revsalus.com/index.php/RevSALUS/article/view/1311 | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | |
| dc.subject | Fisioterapia oncológica | |
| dc.subject | Cuidados paliativos | |
| dc.subject | Dor | |
| dc.subject | Fadiga | |
| dc.subject | Dispneia | |
| dc.title | Fisioterapia vs. Terapêuticas Farmacológicas na Oncologia Paliativa: síntese comparativa por sintoma | por |
| dc.type | book | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.endPage | 51 | |
| oaire.citation.issue | Sup | |
| oaire.citation.startPage | 50 | |
| oaire.citation.title | RevSALUS - 7ª Reunião Internacional da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia | |
| oaire.citation.volume | 8 | |
| oaire.version | http://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85 |
