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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 750 milhões de pessoas no mundo apresentem patologias da tiroide. O diagnóstico destas entidades pode ser realizado por avaliação clínica, imagiológica, citológica ou histopatológica. O aumento da sua incidência, impulsionada pelos avanços tecnológicos e maior rastreio, tem conduzido a um acréscimo no número de tiroidectomias realizadas, refletido no aumento de exames à tiroide no serviço de Anatomia Patológica da Unilabs. Esta tendência motivou o estudo desta população e a análise da correlação entre características histológicas, com ênfase nas alterações macroscópicas, e o respetivo diagnóstico. Adicionalmente, avaliou-se a exatidão do diagnóstico citológico e da medição imagiológica dos nódulos. O grupo de estudo foi constituído com base em critérios de inclusão que garantiram uma amostra representativa e fiável. A caraterização epidemiológica e demográfica revelou uma distribuição semelhante à descrita em dados previamente documentados, com predomínio do sexo feminino e elevada prevalência de bócio e doença nodular folicular. A análise macroscópica permitiu identificar padrões morfológicos com valor diagnóstico. A comparação entre achados imagiológicos, citológicos e histopatológicos revelou concordância significativa, sublinhando a importância da abordagem multidisciplinar. Em conclusão, destaca-se a relevância da avaliação macroscópica sistematizada e a necessidade da sua padronização futura.
Descrição
Palavras-chave
Tiroide Macroscopia Diagnóstico Achados macroscópicos
