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Resumo(s)
A Saúde mental tornou-se um tema de destaque, especialmente evidenciado durante a pandemia do COVID-19, que intensificou problemas preexistentes e desencadeou novas problemáticas. Estudos como o COH-FIT e pesquisas em Portugal revelaram impactos significativos na saúde mental, mostrando variações conforme o nível de rendimento e condição social. A retoma dos níveis de saúde mental pré-pandemia após dois anos, e os altos índices de sintomas depressivos e ansiosos, ilustram a urgência em abordar estas questões. A análise da situação reforça a necessidade de intervenções direcionadas, especialmente em períodos críticos, e a importância de acesso facilitado a métodos comprovados de promoção da saúde mental. Este panorama reafirma o impacto extenso das doenças mentais, não apenas individualmente, mas também a nível familiar e social, exigindo políticas robustas e específicas para mitigar tais efeitos. A saúde mental é um direito humano essencial, parte integrante do bem-estar geral. Os investimentos nessa área são vistos como fundamentais não só para melhorar a qualidade de vida a curto prazo, mas também para benefícios económicos e sociais a médio e longo prazo, como o incremento da produtividade e a mitigação dos ciclos de pobreza. Assim, a saúde mental emerge como um campo crucial para intervenção governamental e social, visando um futuro mais promissor e inclusivo para todos os indivíduos afetados.
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Palavras-chave
Saúde mental Políticas de saúde mental Sistemas de saúde Europa do sul Desafios em saúde mental
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