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Aloimunização tardia nos doentes transfundidos na Região Autónoma da Madeira

dc.contributor.advisorAmorim, Maria Manuela
dc.contributor.authorLobo, Ana Sofia Rodrigues
dc.date.accessioned2020-11-23T14:52:15Z
dc.date.available2020-11-23T14:52:15Z
dc.date.issued2020-09-08
dc.description.abstractA transfusão dos eritrócitos é a base para o tratamento de doentes com hematopoiese comprometida e para doentes com perdas significativas de sangue. Após a transfusão de eritrócitos, existe contacto com antigénios, nomeadamente, estruturas de polissacarídeos e proteínas, que podem ser diferentes do recetor, originando um reconhecimento por parte do sistema imunológico. Neste contexto, o organismo do recetor, ao não reconhecer como próprios estes antigénios eritrocitários, desencadeia o processo de anticorpos, designado por aloimunização. Objetivos: O presente estudo tem como principal objetivo detetar a incidência acumulada de doentes aloimunizados por transfusão na Região Autónoma da Madeira (RAM). Compreende ainda descrever a frequência dos anticorpos responsáveis pela aloimunização bem como caracterizar a população alvo em relação a idade, sexo, grupo sanguíneo, patologias associadas e história transfusional prévia. Metodologia: Realizou-se um estudo descritivo transversal aos registos clínico-laboratoriais de doentes aloimunizados, entre Janeiro de 2016 e Dezembro de 2019, no Serviço de Sangue e Medicina Tranfusional do Hospital Doutor Nélio de Mendonça, na Região Autónoma da Madeira (RAM). Foram excluídos doentes cujo resultado do teste de antiglobulina indireta (TAI) foi positivo na primeira determinação na RAM, doentes com anemia hemolítica e autoimune e imunizações por gravidez. Resultados: A incidência acumulada de doentes aloimunizados foi de 1,05%, sendo o anticorpo mais frequente o anti- K (15,9%). a população em estudo é mais frequente do sexo feminino (59%), com uma média de idades de 69 (+-13,63) anos. O grupo de sangue ARhD positivo é o mais frequente, seguindo-se o ORhD positivo. A patologia hemato oncológica é a que apresenta uma maior frequência nos doentes aloimunizados, com uma média 6,66 (+-6,79) transfusões de concentrados de eritrócitos por doente. A nível global o número médio de transfusões após o qual ocorre aloimunização é de 6,91 (+-7,55). Conclusões: O presente estudo demonstrou que a aloimunização tardia na RAM apresenta uma incidência de acordo com o esperado. Contudo, tornou possível evidenciar que na realização dos testes pré-transfusionais, a seleção do concentrado de eritrócitos a compatibilizar deve de ser sempre baseada no sistema ABO e RH mas também nos diversos sistemas de grupos sanguíneos com significado clínico.pt_PT
dc.identifier.tid202540650pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.22/16493
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectAloimunizaçãopt_PT
dc.subjectTransfusãopt_PT
dc.subjectAnticorpospt_PT
dc.subjectAntigéniospt_PT
dc.subjectGrupos sanguíneos com significado clínicopt_PT
dc.subjectRespondedorespt_PT
dc.titleAloimunização tardia nos doentes transfundidos na Região Autónoma da Madeirapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameAnálises Clínicas e Saúde Públicapt_PT

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