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A influência de um programa de exercícios específicos para fisioterapeutas no limiar de dor à pressão nos pontos gatilho do trapézio superior

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Resumo(s)

A prevalência da síndrome dolorosa miofascial é bastante elevada, levando frequentemente à incapacidade para o desempenho laboral. Esta síndrome deve-se a alterações ou lesões nas estruturas miofasciais designadas como pontos gatilho miofasciais (PGM), manifestando-se clinicamente através de dor. O músculo trapézio superior (TS) é dos músculos mais propensos para a formação de PGM, provavelmente devido às suas características biomecânicas e funcionais, sendo muito solicitado durante a prática laboral do fisioterapeuta. Objetivo: Determinar o efeito do alongamento estático e dinâmico na diminuição do limiar de dor à pressão no TS em fisioterapeutas com pontos gatilho ativos. Métodos: Numa amostra final de 31 indivíduos, sendo todos fisioterapeutas do género feminino no ativo, divididos em três grupos: Grupo Alongamento Dinâmico (AD), Grupo Alongamento Estático (AE), Grupo Controlo (GC), foi avaliado a dor nos pontos gatilho do trapézio superior (TS). Para a avaliação recorreuse à algometria. Resultados: Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas (p>0,05) na avaliação entre os grupos, no entanto ambos os alongamentos parecem apresentar melhorias no limiar de dor à pressão, embora não significativas, ao fim dos dois meses. Conclusão: Os alongamentos quer dinâmico quer estático parecem ter alguma influência positiva, ao fim de dois meses, no limiar de dor nos pontos gatilho ativos no trapézio superior em Fisioterapeutas.

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Palavras-chave

Alongamento Fisioterapia Pontos gatilho Algometria

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