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Coping e engagement em recrutas da polícia

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Orientador(es)

Resumo(s)

A Polícia é considerada uma das instituições com um trabalho mais stressante (McCarty, Zhao & Garland, 2007). Actualmente os estudos do stress têm vindo a passar da perspectiva de análise da fraqueza e do mao-estar, para o enfatizar da força e do funcionamento optimizado (Seligman & Csikszentmihalyi, 2000), tentando apresentar propostas de gestão do stress e rentabilização dos recursos individuais (Baker, 2009). Conhecer as estratégias de coping e os niveis de engagement de recrutas de Polícia, bem como a interrelação entre coping e engagement. Participaram 250 alunos da Escola Prática de Policia, todos do sexo masculino, idade média de 24,2 anos e média de aproveitamento na academia de 14,8. Usou-se um questionário de auto preenchimento aplicdo no último mês da formação, com versões portuguesas do Brief Cope (Carver, 1997, Pais-Ribeiro & Rodrigues, 2004) e UWES (Schaufeli & Bakker, 2003; Marques-Pinto & Picado, 2011). Encontraram-se elevados niveis de engagement (entre 4,45 e 4,67) e recurso predominante a estratégias de coping activas. O coping prediz o engagement (20% da absorção, 12% do vigor e 11% da dedicação), estando as estratégias activa correlacionadas de forma positiva com o engagement. Os resultados vão no sentido da literatura sobre a actividade polical, com os elementos mais motivados/engaged a utilizarem estratégias de coping mais centradas no problema e no suporte social (Rothmann et al., 2011). A prevenção do stress nos policias deveria incluir o conhecimento das estratégias de coping e valorizar a motivação para a tarefa.

Descrição

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Kaiseler, Mariana, Queirós, Cristina, & Sousa, Pedro. (2014). Coping e engagement em recrutas da polícia. Resumos do 10º Congresso Nacional de Psicologia da Saúde, Suplemento ao volume 15, 149–150.

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Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde

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