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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
São variadas as formas de traduzir e diversos os parâmetros para avaliar uma
tradução. Aquando da publicação, em 1720, da Ilíada de Alexander Pope, e apesar de
ser considerada uma obra-prima por Samuel Johnson, o académico clássico Richard
Bentley escreveu um comentário lapidário, e hoje célebre: “a pretty poem, Mr. Pope,
but you must not call it Homer” (apud. Zerby, 2002: 56).
Ao longo da História foram variando não só os preceitos daquilo que devia constituir
uma ‘boa tradução’, mas, como a afirmação de Richard Bentley ilustra, o próprio
conceito do que é ou não uma tradução foi sofrendo alterações. Enquanto desde a
Antiguidade até à Renascença, a tradução era vista como um acto de apropriação do
texto original que servia para enaltecer ou enriquecer a dimensão estética da língua
de chegada, tornando a preservação das características inerentes ao original num
aspecto secundário, a partir do século XIX verifica-se uma viragem em que prevalece
a necessidade de conservar na tradução aqueles aspectos que permitam ao leitor
aceder, ainda que por interposta pessoa, às particularidades distintivas do texto
original (Schulte e Biguenet, 1992: 2-3)...
Descrição
Orientadoras: Doutora Manuela Veloso, Mtre. Célia Sousa
Palavras-chave
Tradução especializada
Contexto Educativo
Citação
Editora
Intituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
