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A (in)certeza das alomorfias socioeducativas
| dc.contributor.author | Azevedo, Sílvia | |
| dc.contributor.author | Correia, Fátima | |
| dc.date.accessioned | 2024-10-15T13:30:55Z | |
| dc.date.available | 2024-10-15T13:30:55Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.description.abstract | O atual artigo exibe novos pressupostos socioeducativos e pedagógicos, patenteando a colaboração da Educação Social como uma alomorfia em contextos de máximo risco coletivo. Em Portugal, o trabalho com os grupos sociais mais vulneráveis e expostos ao risco, independentemente do seu espetro social, económico ou cultural, não tem tido por base uma estável interferência sociopedagógica, ainda mais num momento de alta instabilidade social como a que se vive hoje em tempos de pandemia COVID19. A Educação Social, mais do que nunca, tem de anteferir a transformação e a integração dos que ficam íntimos da exclusão. Necessitamos de um modelo social e educativo forte e diligente, capaz de evitar percursos de risco coletivo, para que os efeitos da pandemia sejam minimizados e se consigam criar medidas de desenvolvimento e reconversão profissional, onde a Educação Social é um instrumento integrativo. | pt_PT |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
| dc.identifier.doi | 10.24115/S2446-6220202063929p.17-26 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.22/26239 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Educação social | pt_PT |
| dc.subject | Risco social | pt_PT |
| dc.title | A (in)certeza das alomorfias socioeducativas | pt_PT |
| dc.type | journal article | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.endPage | 26 | pt_PT |
| oaire.citation.issue | 3 | pt_PT |
| oaire.citation.startPage | 17 | pt_PT |
| oaire.citation.title | LAPLAGE EM REVISTA | pt_PT |
| oaire.citation.volume | 6 | pt_PT |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | article | pt_PT |
