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A (in)certeza das alomorfias socioeducativas

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O atual artigo exibe novos pressupostos socioeducativos e pedagógicos, patenteando a colaboração da Educação Social como uma alomorfia em contextos de máximo risco coletivo. Em Portugal, o trabalho com os grupos sociais mais vulneráveis e expostos ao risco, independentemente do seu espetro social, económico ou cultural, não tem tido por base uma estável interferência sociopedagógica, ainda mais num momento de alta instabilidade social como a que se vive hoje em tempos de pandemia COVID19. A Educação Social, mais do que nunca, tem de anteferir a transformação e a integração dos que ficam íntimos da exclusão. Necessitamos de um modelo social e educativo forte e diligente, capaz de evitar percursos de risco coletivo, para que os efeitos da pandemia sejam minimizados e se consigam criar medidas de desenvolvimento e reconversão profissional, onde a Educação Social é um instrumento integrativo.

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Palavras-chave

Educação social Risco social

Contexto Educativo

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