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Associação entre zona de residência e bem-estar, fragilidade e literacia em saúde mental das pessoas idosas residentes na Póvoa do Varzim

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O objetivo deste estudo foi analisar a associação da fragilidade multidimensional e bem-estar com a zona de residência. Esta relação foi analisada ajustando para o efeito de variáveis sociodemográficas, relacionadas com estilo de vida, satisfação com ambiente habitacional e tipo de resposta social. Uma amostra não probabilística de 425 pessoas idosas residentes na comunidade do concelho da Póvoa de Varzim, foi recrutada. A fragilidade foi avaliada com o Tilburg Frailty Indicator e o bem-estar através de dois instrumentos, Warwick-Edinburgh Mental Well-Being Scalee Pemberton Happiness Index. Foram realizadas análises de regressão hierárquica. Após controlar os efeitos das variáveis sociodemográficas, o estilo de vida, comorbilidades, eventos de vida e tipo de resposta social previram 0,6% da variância da fragilidade total, 12,9% da variância da fragilidade física, 6,9% da variância da fragilidade psicológica, 11,9% da variância da fragilidade social e 11,6% do bem-estar. Este estudo sugere que há aspetos relacionados com a zona de residência que parecem associar-se a maior fragilidade. Também se concluiu que a relação entre características ambientais onde residem as pessoas idosas e o seu bem-estar não é tão evidente. Estudos longitudinais são necessários para melhor compreender a possível associação entre as características do ambiente de residência e fragilidade.

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Palavras-chave

Envelhecimento Fragilidade Bem-estar Fatores ambientais

Contexto Educativo

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