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Publicação

Monitorização e gestão de riscos na gravidez

dc.contributor.advisorDias, Cláudia Camila
dc.contributor.advisorFaria, Brígida Mónica
dc.contributor.authorMoreira, Rui Jorge Leão
dc.date.accessioned2026-02-23T15:56:20Z
dc.date.available2026-02-23T15:56:20Z
dc.date.issued2025-11-19
dc.description.abstractO crescimento fetal é um dos principais indicadores do estado de saúde e bem-estar do feto ao longo da gestação, resultando de um processo complexo e multifatorial que envolve várias etapas. A deteção precoce de fatores de risco, bem como a monitorização e análise de biomarcadores, desempenham um papel fundamental na vigilância da gravidez e na prevenção de complicações obstétricas. Nos últimos anos, a utilização de biomarcadores, em conjunto com a ecografia obstétrica e o estudo Doppler das artérias uterinas e umbilicais, tem assumido uma importância crescente na identificação precoce de gravidezes de risco. Este estudo teve como objetivos avaliar a relação entre o peso placentário e o peso neonatal e identificar um ponto de corte da PAPP-A (Proteína Plasmática A associada à Gravidez) associado a desfechos obstétricos adversos. Foram incluídas 16492 grávidas. As variáveis categóricas foram descritas através de frequências absolutas e relativas, enquanto as variáveis contínuas foram apresentadas como média e desvio padrão ou mediana e intervalo interquartil, consoante a distribuição. As correlações foram analisadas utilizando os coeficientes de Pearson ou Spearman. Para a comparação entre grupos, aplicaram-se testes paramétricos sempre que os pressupostos foram verificados. A regressão linear múltipla foi usada para ajustar os resultados para potenciais fatores de confusão, incluindo comorbilidades maternas. Todas as análises foram realizadas no software SPSS (versão 29.0), considerando um nível de significância de 5%. Entre as participantes, 54,9% eram nulíparas e 8,9% dos recém-nascidos eram pequenos para a idade gestacional. O peso placentário apresentou correlação positiva moderada com o peso ao nascer (r = 0,517; p < 0,001). Partos pré-termo estiveram associados a menor peso placentário e neonatal comparativamente aos partos de termo. Fetos do sexo masculino apresentaram maior peso médio ao nascer (p < 0,001) e maior razão feto-placenta (p < 0,001). Sexo feminino e nuliparidade associaram-se a menor peso placentário (p < 0,001). A PAPP-A apresentou capacidade discriminativa modesta para restrição de crescimento fetal (AUC = 0,615; p < 0,001), com um ponto de corte identificado em 0,45. Os resultados confirmam a associação significativa entre peso placentário e peso neonatal, e sugerem que níveis baixos de PAPP-A, embora com capacidade preditiva limitada, podem contribuir para a identificação precoce de fetos com risco de restrição de crescimento.por
dc.identifier.tid204178584
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.22/31884
dc.language.isopor
dc.rights.uriN/A
dc.subjectAnálise estatística
dc.subjectCrescimento fetal
dc.subjectPAPP-A
dc.titleMonitorização e gestão de riscos na gravidezpor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.nameMestre em Bioestatística e Bioinformática Aplicadas à Saúde

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