Partindo da ideia de que, qualquer vislumbre de uma montanha real não aparece sem a nossa presença, e, assim sendo formando uma mistura de pedra e de carne, pensamos na hipótese de um imaginário impregnado nela, ou seja, em nós. Nesta acepção, localizar a montanha não implica a utilização de instrumentos de mediação, porque este é um território corpóreo, que se escapa a cada movimento.