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- Construção de automatismos, lógica básica: Parte 1Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] INTRODUÇÃO Atualmente a automação é considerada como uma das áreas tecnológicas mais relevantes para o desenvolvimento de processos industriais. Sendo assim há que definir o que se entende efetivamente por automação. Naturalmente que a definição aqui apresentada não será consensual, no entanto, pode-se dizer que automação ou automatização deve ser considerada como uma área do conhecimento onde os processos, industriais, comerciais, hospitalares, entre outros são controlados e executados, sem a intervenção humana direta, por meio de equipamentos mecânicos ou eletrónicos. A materialização deste conceito resulta na concretização, de uma forma automatizada, de um qualquer processo que funciona sem intervenção do ser humano.
- O ensino da história (de África) pelas opções político-curriculares: um estudo de caso múltiplo emergente do PALOPPublication . Moreira, Ana Isabel; Duarte, Pedro; Duarte, Pedro; Moreira, Ana IsabelEste estudo de caso múltiplo pretende dar a conhecer a forma como os documentos curriculares oficiais de dois Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) enquadram o ensino da História (da África). Explorouse, assim, certa dimensão da realidade educativa de Angola e de Cabo Verde, países selecionados pelo acesso possível, na internet, aos programas da componente curricular de História para diferentes níveis de ensino e pelo conhecimento prévio dos autores. Sem interpretar os resultados alcançados como passíveis de generalização para outros contextos nacionais, os dados recolhidos permitem tecer considerações a propósito de conteúdos específicos privilegiados, de competências do pensamento histórico potenciadas pelo ensino da História de África delineado, da articulação entre essa perspetiva mais abrangente e a História local ou nacional e, ainda, das orientações que remetem para a formação cidadã e identitária dos jovens estudantes. Trata-se de uma investigação reveladora de diferenças entre os dois países no que concerne os saberes selecionados e finalidades formativas assumidas, corroborando a relevância de documentos oficiais contextualizados, mas também de proximidades relacionadas com a intenção de contrariar a visão eurocêntrica que tende a prevalecer quando se conta a História da Humanidade.
- O ensino da História como opção organizativo-curricular: um estudo de casoPublication . Moreira, Ana Isabel; Duarte, Pedro; Duarte, Pedro; Moreira, Ana IsabelEste estudo de caso explora o modo como a Educação Histórica se integra nos projetos educativos de agrupamentos de escolas de um município português. Privilegiando uma abordagem metodológica assente na análise documental, percebe-se – apesar do destaque conferido à formação cidadã dos estudantes, com enfoque no desenvolvimento de competências, pensamento crítico e participação – uma ausência explícita de ações direcionadas para o ensino e a aprendizagem da História. Embora a mesma seja mencionada pontualmente, no que concerne à multiculturalidade e à valorização da identidade de cada um, a sua presença como componente curricular autónoma é pouco (ou nada) valorizada naqueles documentos que orientam as instituições escolares. Por conseguinte, o presente estudo evidencia a necessidade de uma reflexão real sobre o território da História (ensinada e aprendida) nas opções curriculares das diferentes organizações educativas, e suas eventuais potencialidades formativas, tendo em conta a constatação de um certo estatuto fantasmagórico conferido a esta área do conhecimento.
- Fundamentos de controlo e programação: Parte 1Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] INTRODUÇÃO Para que se possa efetuar a gestão de um qualquer sistema de controlo é fundamental que se conheçam todos os parâmetros de controlo bem como os tempos de atuação. Para os sistemas de rega o controlo tem, também ele, que obedecer a parâmetros fundamentais que possam determinar o momento mais adequado para regar e a quantidade de água a aplicar em função, entre outros fatores, do estado de humidade do solo e da planta e da uniformidade da distribuição de água pelo sistema.
- i5.0: revolução industrial e visão artificialPublication . Almeida Santos, Adriano ManuelNuma sociedade de informação onde a infoexclusão ainda é uma realidade, associada a uma aliteracia, de muita da população idosa e de uma grande parte da mais nova, termos como revolução industrial 4.0 ou outros, estão longe de ser compreendidos. Por outro lado, a indústria portuguesa ainda mal se refez das transformações preconizadas pela Indústria 4.0 e, em muitas dela nem cogitada foi, somo bombardeados com uma hova e utópica revolução social dita de 5.0. Vivemos ainda na influência da nossa grande revolução, a 4.2, a 5º ou a 10º de muitas revoluções que os portugueses travaram ao longo dos tempos. Se, por um lado vivemos uma grande revolução social em 1974, com grande esperança de melhoria de vida e de direitos sociais, de igualdade e tudo o mais, algo parecido com a Sociedade 5.0, ainda muito teremos de fazer pela saúde, pelo ensino, pelos jovens e idosos, e ainda muito mais pelas nossas políticas sociais e governamentais.
- Lógica sequencial, registos e contadores: Parte 3Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] Flip-flops T Os flip-flops do tipo T são flip-flops com uma única entrada (T). O comportamento deste tipo de flip-flops é equivalente ao comportamento de um flip-flop do tipo J-K com as entradas J e K unidas. Deste modo, se a entrada T apresentar uma entrada de nível baixo “0” o dispositivo encontra-se no seu modo de memória, mas pelo contrário, se a entrada T se encontrar a um nível alto “1” o dispositivo muda de estado, isto é, a saída alterna. Na Figura 19 mostra-se a sua representação simbólica e a tabela de verdade caraterística de um flip-flop T.
- Lógica sequencial, registos e contadores: Parte 4Publication . Almeida Santos, Adriano Manuel[Excerto] TRANSFERÊNCIA DE REGISTOS Os registos de transferência ou deslocamento são constituídos por um conjunto de flip-flops utilizados em aplicações que necessitam de armazenar e transferir dados dentro de um sistema digital. O registo será então um circuito digital com funcionalidades básicas de armazenamento e de movimento de dados, pelo que o armazenamento temporário de n bits será formado por n elementos biestáveis.
- A sequência de fotos no vídeo documental e a receção de tempo e silêncioPublication . Baptista, Adriana; Mattos, Marcelo Oliveira deUma vez que a fotografia tem a capacidade de imobilizar o sujeito fotografado no tempo, é-lhe sistematicamente atribuído o poder de matar e de ressuscitar. Sabendo que a realização do vídeo documental se suporta, frequentemente, na imagem fotografada, ainda que esta não busque o movimento iminente dos sujeitos ou dos objetos, mas a fugacidade do instante prévio, síncrono ou póstumo ao acontecimento, considerámo-la capaz de captar, para além do sucedido, a fugaz imagem especular da alma do sujeito ou do objeto. As mãos e os olhos dos sujeitos são frequentemente produtores de expressões sinérgicas, capazes de falar retoricamente e agarrar o poder de construir o conhecimento do mundo através da legibilidade do silêncio. Neste trabalho, pretendemos sistematizar os objetivos que o cinema, suportado em fotografias com voz pós-síncrona, pode cumprir através da manipulação do silêncio, do ruído coerente e incoerente com a imagem e da voz-off e analisar a gestão da voz pós-síncrona enquanto estratégia retórica disponível para as ‘sound-bridges’ entre as fotografias e a instrução verbal mandatória sobre o processamento visual das imagens fixas. Escolhemos as masseiras, um terreno agrícola escavado abaixo da linha do horizonte, fugitivo do vento e do sal do mar e, nesta perspetiva, propomos a realização de um documentário sobre as masseiras, suportado pela fotografia fixa e pelo som síncrono entre a imagem parada no tempo e a voz e o vento que recuperaram a vida, trazendo através da sequência cinematográfica e do som não a ação, mas o tempo.
