ESTG - DM - Gestão e Decisão Industrial
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Percorrer ESTG - DM - Gestão e Decisão Industrial por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Engenharia e Tecnologia"
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- Going Back and Forth in Knowledge Transfer: University – Business CollaborationPublication . Valente, Gonçalo Costa; Braga, Alexandra Maria da Silva; Sousa, Sandra Isabel Portas de; Braga, Vitor LélioA Knowledge Based Theory (KBT) apresenta-se como uma das principais teorias acerca das organizações, procurando explicar qual o papel do conhecimento para o sucesso das mesmas. Um dos principais objetivos desta investigação prende-se com a compreensão da relação que existe entre a KBT e os processos de transferência e integração de conhecimento nas diferentes organizações, bem como a importância de ambos os conceitos para o desenvolvimento desta teoria. Por outro lado, pretende-se com este estudo retirar conclusões de um conjunto de artigos relacionados com a temática, através da realização de três diferentes análises: bibliométrica, de conteúdo e de clusters. Tanto para a revisão da literatura como para os diferentes tipos de análise, procedeu-se à extração de artigos da base de dados Web of Science (WoS). Tanto a análise bibliométrica como a análise de clusters realizaram-se através de ferramentas disponíveis na WoS e no software Bibliometrix; por outro lado, a análise de conteúdo, efetuada com a mesma amostra, realizou-se a partir do software Voyant Tools. Esta investigação permite concluir que o conhecimento é, indubitavelmente, um dos recursos mais valiosos de uma organização; no entanto, a posse deste recurso não é suficiente para que a contribuição do mesmo seja preponderante para o sucesso da organização. A transferência e a integração do conhecimento são extremamente importantes para este sucesso e, por isso, o desenvolvimento da KBT deve procurar incorporar de uma forma mais vincada estes dois conceitos.
- How to measure the impact of Blue Economy activities in coastal zones?Publication . Carneiro, Inês Lima; Alves, Wellington; Borges, Ana Isabel CoelhoOver the decades the sea has always been present in economic activities, either as a food source, a means of transportation, or as a way of doing commercial trade. In more recent years, a new concept of the utilization of the oceans has emerged, namely the Blue Economy (BE) which is a concept that focuses on economic activities that depend on the sea, including tourism, maritime transport, energy, and fishing. This concept aims to promote, economic growth, social inclusion and to improve life without compromising the ocean’s environmental sustainability. The scope of this study is on the utilization of living marine resources with the purpose of understanding the performance of the EU member states. In order to achieve this, a quantitative cluster analysis was conducted, and later a cluster categorization focuses on the Iberian Peninsula countries. The results obtained show how different countries implement their BE policies and contribute to its development, revealing their strengths and improvement areas.
- Melhoria do Planeamento de Carga-Capacidade: Um Estudo de Caso numa Empresa Extrusora de AlumínioPublication . Teixeira, Ana Alice Bacelar Cunha; Correia, Sara Sofia MartinsEsta dissertação teve como principal objetivo o desenvolvimento de um modelo de apoio ao planeamento de carga e capacidade que permitisse definir lead-times mais adequados à realidade da produção, contribuindo assim para o aumento da fiabilidade nas datas de entrega e para a melhoria do desempenho do indicador On-Time In-Full (OTIF). O trabalho foi realizado com base na realidade operacional de uma empresa do setor da extrusão de alumínio, cuja produção é fortemente marcada por um contexto Make-to-Order (MTO) e elevada variabilidade de produtos e processos. A análise à empresa revelou diversos pontos críticos no sistema atual, nomeadamente: tempos de espera, sobreprocessamento causado por retrabalhos decorrentes de defeitos, e um modelo de planeamento de carga-capacidade que ignora as especificidades técnicas de cada prensa e matriz, sendo a matriz o molde que define a forma do perfil de alumínio, e a prensa a máquina que realiza a extrusão, forçando o alumínio aquecido a atravessar esse molde. A inexistência de um sistema de produção nivelado e a ausência de critérios técnicos para alocação de encomendas às prensas contribuem ainda mais para a ineficiência observada. No âmbito do planeamento de capacidades, foi adotado o modelo Capacity Requirements Planning (CRP), conhecido pela sua maior precisão por se basear em tempos efetivos e específicos de operação. Verificou-se que o método tradicional de cálculo da carga, assente unicamente em quilogramas, se revela insuficiente, uma vez que não contempla o tempo real de extrusão nem as variações de produtividade entre diferentes prensas. Foram, por isso, analisados indicadores como a produtividade real (kg/h), a frequência de trocas de matriz, os tempos de paragem e a discrepância entre as horas previstas e as efetivamente realizadas. Os resultados evidenciaram variações significativas entre prensas e ao longo do tempo, sublinhando a necessidade de um planeamento mais realista e ajustado à operação. Com base nestas conclusões, foram propostas melhorias concretas, entre as quais se destacam: a redefinição da unidade de carga de quilogramas para horas úteis, a determinação de produtividades reais por matriz e a aplicação de uma análise ABC às matrizes com histórico problemático. Complementarmente, recorreu-se à Teoria das Restrições, através da aplicação do modelo da Corrente Crítica, tanto para o cálculo de tempos efetivos de produção como para a definição de buffers de segurança mais adequados à variabilidade observada, culminando no desenvolvimento de um modelo dinâmico de lead-time que permitiu demonstrar que o prazo padrão de 10 dias úteis atualmente praticado não reflete as reais condições do processo produtivo. O novo modelo desenvolvido proporciona uma maior precisão no planeamento semanal, uma melhor visibilidade da capacidade disponível e uma melhoria na fiabilidade das datas de entrega comunicadas ao cliente.
- Perceptions of Online Financial Services: An Assessment of Usefulness, Ease of Use, Risk, and TrustPublication . Morais, Ângela Eduarda Castro; Carvalho, Amélia Oliveira; Borges, Ana Isabel CoelhoThe contemporary financial services sector is undergoing a profound digital transformation, yet the success of Online Financial Services (OFS) is fundamentally contingent on user acceptance. Adoption remains uneven, hindered by complex perceptual barriers, including security concerns and gaps in financial literacy. Traditional adoption literature, often reliant on aggregate models like the Technology Acceptance Model (TAM), frequently commits the average user fallacy, obscuring the distinct perceptual profiles that exist within the population. Furthermore, the precise nature of the ”Digital Divide” remains contested, whether it is a generational barrier (Age) or a socio-economic one (Education and Income). This dissertation addresses these gaps through a quantitative, descriptive-analytic study. Employing a cross-sectional survey (N = 225), this research integrates theories of TAM, UTAUT, and Diffusion of Innovations (DOI) with the critical, domain-specific constructs of Perceived Risk and Trust. The analysis is conducted in three phases: (1) a correlational analysis to map the perceptual structure, (2) non-parametric group comparisons to examine demographic divides, and (3) a ”person-centric” hierarchical cluster analysis to identify latent user profiles. The results yield three key findings. First, Perceived Risk is found to be statistically ”decoupled” from the core ”Adoption Core” (Usefulness, Ease of Use), suggesting it operates as a separate, latent factor for existing users. Second, the analysis confirms the existence of two distinct divides: a ”Grey Digital Divide,” where Age primarily impacts Perceived Ease of Use (PEOU), and a more powerful ”Literacy Divide,” where Education and Income significantly predict Perceived Usefulness (PU) and Facilitating Conditions. Third, the cluster analysis challenges the ”average user” model, identifying three distinct profiles: ”Favorable with Friction” (High PU, but Low PEOU and High Risk), ”Pragmatic Skeptics” (High PEOU, but Low PU and Low Trust), and ”Ease-Oriented & Autonomous” (classic utility-focused users). The study’s primary contribution is the indication that membership in these profiles is significantly predicted by Education, not by Age. This suggests the most significant barrier to inclusive digital finance is shifting from a generational gap to a digital and financial literacy gap. These findings imply that financial institutions should consider abandoning a ”one-size-fits-all” strategy and instead deploy targeted design, trust-building, and value-proposition interventions tailored to these distinct, education-driven user segments.
- Sustainability Assessment in the Textile IndustryPublication . Monteiro, Ana Maria Oliveira; Alves, WellingtonOver the last decades, sustainability has emerged as a global concept. Every sector of activity has been concerned about the future of our lives and future generations, so we need to adopt measures in our consumption practices. It has been drawing the attention of different sectors of activity, which is also the case of the textile industry, which is one of the most polluting industries in the world. For this reason, textile companies have been concerned about the importance of adopting initiatives to minimise their environmental impact. In this context, due to the need for a better understanding about sustainable practices, this research aims to develop a sustainability assessment model for the textile industry integrating environmental, social, and economic dimensions. The work resorts to a quantitative methodology based on a case study to investigate the strategies adopted by Portuguese textile companies in response to environmental challenges. A structured questionnaire was designed and used as a sample of Portuguese companies to support the empirical component of this study. The findings indicate that although companies have begun implementing sustainable practices in their supply chains to mitigate environmental impacts, substantial progress is still required to achieve the targeted levels of sustainability.
