Percorrer por data de Publicação, começado por "2025-12-04"
A mostrar 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de ordenação
- Integração de informação para a verificação da Segurança Contra Incêndios em Modelos BIMPublication . AZEVEDO, FLÁVIO MANUEL SANTOS; Oliveira, Maria do Rosário Santos; Gavina, Rui Pedro Rodrigues Pinheiro; Reis, Jéssica Margarida Colaço dosEste relatório resultou do estágio curricular colaborativo entre o Instituto Superior de Engenharia do Porto e a empresa VN2R, tendo como objetivo principal a análise de metodologias para integração de informação em modelos BIM para a verificação da segurança contra incêndios, com foco na compartimentação corta-fogo. Para atingir o objetivo mencionado, foi necessário, inicialmente, estudar o enquadramento regulamentar português de segurança contra incêndios, nomeadamente o Lei n.º 123/2019 e a Portaria n.º 135/2020. Foram analisados os critérios de classificação de utilizações-tipo, categorias de risco, locais de risco e as áreas máximas de compartimentação corta-fogo, destacando-se as variáveis críticas necessárias à verificação regulamentar. O caso de estudo consistiu num edifício habitacional de dois pisos, incluindo divisões residenciais e garagem integrada. Através deste modelo BIM e com recurso ao Autodesk Revit, foi possível avaliar quatro metodologias distintas para representação de compartimentos corta-fogo: Room Tool, Spaces & Zones, Area Tool e extensões externas. Numa fase posterior, desenvolveram-se scripts automáticos em Dynamo através de quatro iterações. A integração do processo com o formato IFC também foi explorada, utilizando propriedades como IfcZone para agrupamento de compartimentos e propriedades personalizadas para armazenar dados de segurança contra incêndios, atendendo à relevância da interoperabilidade entre plataformas BIM. Em complementaridade, a metodologia envolveu a tradução dos requisitos regulamentares do artigo 10.º (Locais de Risco), anexo III (Categorias de Risco) e artigo 18.º (Áreas Máximas de Compartimentação) em fluxogramas de raiz logicamente estruturados, e posteriormente implementados em três questionários online interativos desenvolvidos em linguagem HTML. Estas ferramentas, testadas e validadas por técnicos de SCIE, permitem orientar profissionais nas suas atividades profissionais, reduzindo erros de interpretação regulamentar e uniformizando critérios de classificação.
- O impacto da digitalização no setor bancário: o caso da Caixa Geral de DepósitosPublication . Branco, Ana Daniela Fonseca; Pereira, Adalmiro Alvaro Malheiro de Castro Andrade; Teixeira, Tânia Catarina VilaçaA digitalização e o avanço das novas tecnologias estão a transformar o mundo. No setor bancário, a digitalização está a revolucionar o setor, fazendo com os que clientes tenham outras necessidades que merecem a atenção das instituições. Nesse sentido, a implementação de iniciativas digitais permite responder às inquietações dos clientes, garantindo a sua satisfação, ao mesmo tempo que permite melhorar processos internos e aumentar a eficiência operacional. O presente relatório foi realizado no âmbito do Mestrado em Gestão das Organizações, ramo Gestão de Empresas e tem como objetivo descrever as tarefas realizadas durante o estágio realizado na CGD, na agência de Estarreja, compreendido entre 14 de outubro a 17 de janeiro de 2025. Os objetivos do estágio passaram pelo apoio ao atendimento comercial, experiência do cliente: conhecimento e relacionamento, perceber a organização da área comercial da instituição e da agência, conhecer os diferentes modelos de serviço, conhecer os principais vetores do plano comercial (ciclo comercial e rentabilidade da agência) e, por fim, acompanhamento das campanhas em vigor. A metodologia do trabalho consiste numa abordagem qualitativa descritiva, através de um estudo de caso, com recurso à observação direta e análise documental. A realização do estudo clarificou que a digitalização está, de facto, a mudar a banca como a conhecemos e, em especial, a CGD, através da automatização de processos, aposta de novas tecnologias em agências e uma forte aposta no canal digital, permitindo à mesma melhorar a sua eficiência operacional. Contudo, há desafios que não devem ser ignorados. Por fim, conclui-se que é inevitável que o futuro da banca não passe pelo digital, mas é necessário compreender que haverá sempre um nicho de clientes com baixa familiaridade com as tecnologias digitais, pelo que, para garantir a continuidade da CGD como conhecemos será imperativo adotar estratégias que combinem o digital com o atendimento presencial.
