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- Estudo da eficiência da redução de TCA em rolhas de cortiça tratadas com biofilme à base de quitosanoPublication . OLIVEIRA, DAIANE GOMES DE; Moura, Anabela Maria Fonseca deO principal objetivo deste trabalho foi o estudo de propostas de melhoria da formulação da solução do biofilme à base de quitosano para aplicação em rolhas de cortiça. O 2,4,6-tricloroanisol (TCA) é um composto responsável por um dos maiores desafios enfrentados pela indústria de cortiça: o chamado "cheiro a mofo", que compromete a qualidade sensorial de bebidas alcoólicas. O TCA é formado principalmente pela ação de microrganismos sobre compostos clorados presentes na cortiça e pode estar presente em níveis extremamente baixos, e ainda assim causar impactos percetíveis ao consumidor. Este problema compromete a confiança do mercado nas rolhas de cortiça, o que destaca a importância de desenvolver métodos eficazes para a sua prevenção e redução ou eliminação. Neste trabalho, foram desenvolvidas e avaliadas duas formulações de quitosano distintas, com variações no tipo de agente reticulante (agente reticulante 1 – TPP e agente reticulante 2 – GLI), com o objetivo de otimizar a encapsulação de TCA em rolhas de cortiça. Também foram testados três métodos de aplicação dos biofilmes produzidos, em três grupos de tipos de rolhas de cortiça. As análises realizadas basearam-se na avaliação da eficiência do biofilme na retenção do TCA, antes e após o tratamento com biofilme em rolhas de cortiça divididas em três grupos. No grupo 1 foram aplicados agentes reticulares TPP e GLI, no Grupo 2 apenas o GLI, e no grupo 3 não foi aplicado qualquer reticulante. Foram realizados três métodos de aplicação do biofilme em rolhas de cortiça, no entanto apenas num dos métodos testados, o sistema CorkScreener, os resultados foram relevantes por apresentarem maior precisão. Neste método, observou-se uma diminuição significativa dos níveis de TCA no Grupo 1, passando de 20,0 ng/L para 12,0 ng/L, correspondente a um encapsulamento de 40,3%. O Grupo 2 apresentou uma diminuição de 19,0 ng/L para 14,0 ng/L, com um encapsulamento de 26,1%. Já o Grupo 3, que não recebeu nenhum tratamento, teve como esperado um aumento nos níveis de TCA, indicando uma contaminação. Os valores subiram de 14,6 ng/L para 19,0 ng/L, resultando numa percentagem de encapsulamento negativa de -30,2%. Ambas as formulações avaliadas demonstraram eficiência na redução do TCA, no entanto, o melhor desempenho foi observado no grupo 1, correspondente à aplicação combinada dos dois agentes reticulantes. Este estudo permitiu concluir que a aplicação de reticulantes do tipo TPP e GLI no biofilme à base de quitosano melhora a eficiência do encapsulamento de TCA nas rolhas de cortiça.
- Sit-to-stand and stand-to-sit kinematics in older adults with and without functional disability: A principal component analysisPublication . Moreira, Juliana; Cunha, Bruno; Félix, José; Santos, Rubim; Sousa, Andreia S. P.; Rubim Silva Santos, Manuel; Pinheiro de Sousa, Andreia Sofia; Santos Moreira, JulianaSit- to-Stand (Sit- TS) and Stand-to-Sit (Stand- TS) transitions are essential daily movements affected by ageing and disability. This study aimed toexplore related kinematic domains in older adults with and without disability. A cross-sectional study including adults aged 60 years or older, with(n = 25) and without disability (n = 35). Comparisons between groups includedtask time, centre of mass (CoM) acceleration, postural sway and principal com-ponent (PC) scores for each task. Principal component models (PCMs) includedlower limb and trunk tridimensional joint ranges of motion, angular velocityrange, CoM displacement and velocity along each Sit-TS (flexion, momentumtransfer, extension and stabilisation) and Stand-TS (initiation, flexion, momen-tum transfer and extension) phases. Older adults with functional disability exhibited increased Sit-TS peakantero-posterior CoM acceleration (p = .02). The Sit-TS and Stand-TS PCMs in-cluded nine PCs each. In Sit-TS, the first three explained half the variance: PC1captured transverse hip and knee stabilisation kinematics, PC2 described trunkand hip frontal and transverse control during flexion, and PC3 represented sagittalknee and ankle control during momentum transfer and extension. In Stand-TS,variance was more distributed (PC1 describing frontal hip and knee flexion ve-locity, PC2 sagittal trunk and hip extension velocity, and PC3 vertical CoM veloc-ity at extension). Significant group differences emerged in PC4 (transverse kneeand frontal hip kinematics) and PC9 (sagittal and frontal trunk angular velocityranges during momentum transfer). Both transitions revealed distinct joint and trunk control de-mands. Principal components involving transverse knee, frontal hip and trunkangular velocities distinguished disability groups, with Stand-TS showing greaterdiscriminative power.
