Percorrer por autor "Santos, Matilde"
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- Actinobacteria as new probiotics for preventing fish diseases in aquaculturePublication . Santos, Matilde; Girão, Mariana; Oliveira, Rui S.; Carvalho, FátimaIn order to meet the food needs of a constantly growing world population, aquaculture emerges as the fastest growing food production sector. However, disease outbreaks due to opportunistic bacterial pathogens cause large losses. Antibacterial chemicals used indiscriminately have resulted in resistant bacteria and antibiotic resistance genes. Ecological solutions such as probiotics are needed. Probiotics are microorganisms introduced into another organism that can have beneficial effects on the host as well as improve the external environment. Actinobacteria are an important biotechnological resource, as they produce a great diversity of secondary metabolites with a high range of bioactivities, including antimicrobial. The aim of this study was to explore the probiotic potential of some marine actinobacteria to prevent aquaculture fish diseases. For this, a screening of antimicrobial activity was performed using agar-based disk diffusion and Minimum Inhibitory Concentration (MIC) assays, against three Gram-negative bacterial fish pathogens: Aeromonas hydrophila, Edwardsiella tarda and Pseudomonas anguilliseptica. A total of 54 out of 103 actinobacterial extracts tested, presented bioactivity against these microorganisms, so that the growth of all three Gram-negative pathogens used was inhibited. The diameter of the inhibition halos varied between 8 and 20 mm. Tested extracts presented MIC values of 1000 µg/ml, except for Isoptericola chiayiensis (500 µg/ml). Microbispora bryophytorum, Isoptericola chiayiensis and Nocardia nova were some of the bacteria with the most promising results. Overall, actinobacteria associated with seaweed proved to be a potential source of probiotics to inhibit pathogens in aquaculture fish.
- Identificação de substâncias estranhas em plantas medicinais secas comercializadas de Melissa officinalis L. e Mentha × piperita L.Publication . Ascensão, Ana; Emílio, Catarina; Santos, Matilde; Barros, Helena; Silva, Mariana; Ribas, Marta; Gomes, Nuno; Santos, Diana; Pereira, Maria João; Pinho,Cláudia; Pinho, Cláudia; Pereira, Maria JoãoO uso de Plantas Aromáticas e Medicinais (PAM) tem vindo a aumentar, por estarem associadas a propriedades terapêuticas e serem consideradas mais seguras que a medicina convencional. Assim, surge a necessidade de garantir a qualidade das PAM comercializadas, através da identificação dos fármacos, da sua pureza e atividade terapêutica, para assegurar a segurança do consumidor. A determinação das substâncias estranhas é um ensaio quantitativo, estando os limites para muitas PAM estabelecidos na Farmacopeia. A Food and Drug Administration define substâncias estranhas como qualquer corpo estranho em um produto associado a condições/práticas impróprias na produção, armazenamento, distribuição.Também inclui partes sem valor do material vegetal bruto, como caules. Determinar a percentagem de substâncias estranhas presentes em amostras comerciais secas de erva-cidreira (Melissaofficinalis) e hortelã-pimenta (Mentha piperita). Trabalho experimental com a aquisição de 5 amostras diferentes das plantas em estudo e,pesagem da quantidade de 20 g e 10 g de amostra para erva-cidreira e hortelã-pimenta, respetivamente. Nas plantas em estudo utilizam-se em terapêutica as folhas, como tal, identificou-se e pesou-se os elementos estranhos (caules), na quantidade de amostra pesada anteriormente, para cálculo da percentagem. Para a erva-cidreira obtiveram-se valores de percentagem de elementos estranhos entre5,2±0,3% (amostra 1) e 23,5±1,8% (amostra 4); e para a hortelã-pimenta valores entre 2,0±0,3% (amostra 2) e 59,5±1,5% (amostra 4). Na erva-cidreira apenas a amostra 1 e 5 permaneceram com valores dentro dos estipulados na Farmacopeia Portuguesa(valores máximos de 10%), e no caso da hortelã-pimenta apenas as amostras 2 e 5 (valores máximos de 5%). Resultados semelhantes têm sido encontrados com outras espécies[6]. Apesar da presença de substâncias estranhas e outros contaminantes nas PAM, estes poderão ser reduzidas com a utilização de boas práticas na cadeia de produção, armazenamento e distribuição dos produtos.
